Idioma: Alemão com tradução simultânea em Português
Indicação etária: 5+
Duração: 45 min.
SINOPSE: As histórias engraçadas e cheias de fantasia de Winnie Pu e seus amigos são inspiradas nos bichinhos de pelúcia dos quartos das crianças.
Pu, o urso que adora mel, vive aventuras malucas com o Leitão, o Coelho, o Burro, a Coruja e o Canguru. Diante das coisas mais inacreditáveis, Pu sempre diz “Ah, tá”.
Sim, a felicidade não é nada grandioso; ela está nas pequenas coisas do dia a dia.
(livremente adaptado de A.A. Milne)
SOBRE A ARTISTA: Margrit Gysin formou-se pela escola de teatro Jaques Lecoq em Paris e fez o seminário para professores de jardim de infância em Berna. A partir de 1976, Margrit Gysin dedicou-se inteiramente ao teatro de formas animadas hoje chamado Figurentheater Margrit Gysin. Além de seu trabalho como atriz, é professora adjunta na área da Pedagogia Teatral, Teatro de Animação e Criatividade em diferentes Escolas de Arte e Escolas Técnicas na Alemanha e no exterior, inclusive em Berlim, Stuttgart e Praga desde 1980. É diretora artística da formação acadêmica em teatro de fantoches da Associação de formação do Figurentheater. Margrit também participa da organização Artistas sem Fronteiras. Entre suas peças mais famosas estão a adaptação de Momo (1979), Wurzelkinder (1982), Die Sterntaler (1988), Mimi und Brumm (de 2000). Com mais de trinta produções, o Figurentheater Margrit Gysin foi convidado a inúmeros festivais de teatro de animação em vários países do mundo incluindo Índia, Israel, Afeganistão, Paquistão e Tanzânia e também foi premiado nos festivais internacionais de teatro de bonecos em Zagreb, México e em Viena por suas peças. Ganhou o Prêmio de Teatro Suíço 2017
SINOPSE: O espetáculo traz para cena o palhaço Zambelê, um andarilho solitário, que brincando com objetos encontrados, descobre novas possibilidades de se relacionar com os outros, compartilhando suas descobertas. Seu grande momento é quando percebe que pode manipular o som criando ritmos e melodias. Daí, seu próximo passo não poderia ser outro, fazer um concerto.
SOBRE O GRUPO: Fundado na primavera de 1991, o “O Grupo de Teatro Celeiro das Antas” é uma entidade de estudo, pesquisa, montagem e apresentação de peças teatrais e produção de eventos culturais. Seu objetivo é o desenvolvimento de trabalhos voltados à pesquisa e experimentação de linguagens artísticas, dando especial atenção à linguagem cómica, à arte da bobagem e do palhaço. Desde sua fundação, o Celeiro das Antas dialoga, entre outras referências, com as tradições da cultura popular. Posteriormente, o gênero cômico ganhou destaque na trajetória do grupo. O Grupo tem participado de festivais no Brasil e no Exterior.
SINOPSE: Uma facção de mulheres, inspiradas por Virginia Woolf (Um Teto Todo Seu), questiona o papel da mulher na ficção. Para isso, elas analisam a representação da mulher na obra do autor francês contemporâneo Édouard Louis (Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta). Chilique é o resultado de um processo de criação junto aos alunos do terceiro ano da Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), com coordenação pedagógica de Mariana Senne e Maria Tendlau.
SOBRE O GRUPO: FACÇÃO – FICÇÃO: O processo com a TURMA 76 intuiu alguns campos teóricos e poéticos que foram desenvolvidos ao longo de 4 meses. Primeiro, uma ideia de “contemporaneidade” ou “estética contemporânea”, com sua necessária tradução dos vieses políticos evocados por cada escolha da encenação. Como a turma iria estudar Brecht, em segundo lugar, achamos necessário localizar a opção pelo épico e suas implicações como estratégia formal. Embora muito presente no teatro contemporâneo genericamente, nosso recorte épico é uma escolha essencialmente política. Este enfoque nos levou à criação de um coro, chamado não casualmente de facção, que vem para a cena se posicionar realizando um estudo de caso. Esta facção é inspirada por Virginia Woolf em seu livro Um Teto Todo Seu e, como no livro, nossa facção deseja investigar a mulher e a ficção. O estudo de caso, suporte do texto e dos olhares épicos de nossa facção, é a observância da representação da mulher na obra de Édouard Louis. Assim, estudamos sua literatura, mas qualificamos nosso olhar com a leitura fragmentada de diverses teóriques: Mark Fischer, Silvia Federicci, Paul B. Preciado, Virginie Despentes, Hakim Bey, Angela Davis, Jodi Dean, Bini Adamczak e Jota Mombaça. Convidamos vocês a afiar seu olhar conosco em nosso chilique.
Mariana Senne e Maria Tendlau são artistas de uma determinada geração de criadoras da cena, com origens na Cia. São Jorge, na Companhia do Latão, no Coletivo Bruto e em estudos com Francisco Medeiros. A partir da gargalhada compartilhada, do pensamento crítico, da experimentação e das explosões espontâneas de pensamento e associação, Mariana Senne e Maria Tendlau colocam em cena os escombros, os corpos precarizados e os espaços de vida expropriados pelo capitalismo avançado em formações para o prazer, para a solidariedade, para a luta política e para a amizade.
FICHA TÉCNICA:
Direção: Mariana Senne
Dramaturgia: Maria Tendlau
Performers: Ana B; Arami Argüello; Beatriz Galli; Bruna Tovian; Carolayne Coelho; Clarice Chaui; Danco; Danee Amorim; Fernanda Gama; Hérllon De Abreu Ataliba; Hiel; Josi Costa; Kelvin Tertuliano; Lucas Ramos; Lucaz Eusébio; Matheus Salgado; Mirielen Dollvik; Natália Ueda; Otto Furtado; Pedro Máximo e Zahra.
Som: Zahra; Maria Tendlau (Raphito Oliveira co-criação)
Vídeo: Otto Furtado e Bruna Carvalho
Luz: Denilson Marques (desenho de luz)
Direção de arte: Jan Brokof e Turma 76
Operadora de luz: Evelen Castro Sidrim
Produção: Turma 76
Atores criadores envolvidos no processo: Paloma Angelo e Raphito Oliveira
SINOPSE: Em “The Drop”, a música clássica e a cultura das boates se fundem em uma experiência envolvente: dois cantores e cantoras de ópera dividem o palco com atores e atrizes do “Junges Schauspiel” – acompanhados por batidas vibrantes, encontros comoventes e um cenário e figurino de grande impacto visual.
Benny perdeu o controle na boate e agora está no hospital. Seus amigos se perguntam por que ele fez isso. Será que eles poderiam ter evitado isso ou será que agora estão simplesmente se afastando uns dos outros? O que os mudou tanto nos últimos anos? Que vidas eles poderiam ter vivido sem todas as más notícias dos últimos anos? Enquanto aguardam notícias sobre a saúde de Benny, eles se perguntam que tipo de futuro conseguem imaginar e quais decisões gostariam de tomar para suas vidas. Dois cantores de ópera, que eles encontram repetidamente — ora como enfermeiros, ora como garçons ou companheiros mágicos —, lhes dão a oportunidade de imaginar como seria se não houvesse pandemia: suas vidas teriam seguido o mesmo curso? Eles teriam uma versão melhor de si mesmos, uma felicidade maior? Por que ninguém percebeu como Benny está se sentindo e o que acontecerá se ele não acordar mais? De qualquer forma, eles precisam se virar sozinhos.
Lutz Hübner e Sarah Nemitz estão entre os autores mais encenados da atualidade. Após inúmeras conversas com jovens e pesquisadores, eles desenvolvem para o “Junge Schauspiel” um texto com diálogos fortes, personagens realistas, muito humor e uma dose de otimismo.
Liesbeth Coltof, após “O Menino com a Mala”, “Antígona” e “O Paraíso das Batatas Fritas”, encena, em parceria com o compositor Matts Johan Leenders, esta cooperação com a Deutsche Oper am Rhein como uma história de amadurecimento entre música barroca e uma rave extática
SOBRE O GRUPO: O Junges Schauspiel Düsseldorf é a divisão independente dedicada ao teatro infantil e juvenil do grande teatro estatal Düsseldorfer Schauspielhaus é um dos teatros mais renomados da Alemanha. Suas montagens são convidadas para festivais em todo o mundo. A peça THE DROP está indicada para o festival de teatro “Augenblickmal” de 2027, em Berlim.
FICHA TÉCNICA:
Dramaturgia: Lutz Hübner e Sarah Nemitz
Elenco: Ayla Pechtl, Caspar Hesprich (tenor), Cem Bingöl, Eva Maria Schindele, Felix Werner-Tutschku, Hannah Joe Huberty, Neele Jacobsen (mezzo-soprano)
Direção: Liesbeth Coltof
Música: Matts Johan Leenders
Cenografia: Guus van Geffen
Figurino: Carly Everaert
Coreografia: Yeliz Pazar
Iluminação: Benjamin Grunwald
Dramaturgista: Kirstin Hess
Pedagogia teatral: Patricia Pfisterer
SOBRE OS ARTISTAS:
Liesbeth Coltof é considerada uma figura de destaque no teatro contemporâneo para crianças e jovens na Holanda. Seu trabalho transcende fronteiras culturais e geográficas e tem inspirado muitas pessoas, tanto no âmbito nacional quanto internacional. De 1989 a 2019, foi diretora artística da Toneelmakerij (Companhia de Teatro em Amsterdã), onde criou uma ampla variedade de produções, sempre buscando a colaboração com artistas de diversas origens e de diferentes formas de arte. Também trabalhou regularmente em regiões devastadas pela guerra ou pela ocupação, incluindo a Bósnia, o Irã, Gaza e a Cisjordânia. Por seu trabalho, recebeu o prestigioso Prêmio Prins Bernhard Cultuurprijs, foi nomeada Cavaleira da Ordem do Leão dos Países Baixos e foi homenageada com o Prêmio VSCD por Conquistas ao Longo da Vida e a Medalha de Prata da Cidade de Amsterdã. Internacionalmente, recebeu o Prêmio de Excelência da ASSITEJ por seu trabalho e sua influência no desenvolvimento do teatro para jovens em todo o mundo. Depois de deixar a Toneelmakerij, trabalhou na Alemanha com diversas companhias e espaços teatrais, onde ganhou duas vezes o Prêmio Fausto de Teatro. Na Holanda, criou várias produções importantes em locais específicos em Twente e Groningen. Juntamente com Dennis Meyer, fundou também a 10children – art for change, uma iniciativa que utiliza a arte em todo o mundo para amplificar as vozes de crianças que crescem em circunstâncias financeiramente e socialmente vulneráveis.
Lutz Hübner nasceu em 1964 em Heilbronn. Após cursar Filologia Germânica, Filosofia e Sociologia em Münster, iniciou em 1986 sua formação como ator na Escola Superior de Música e Teatro de Saarbrücken. De 1990 a 1996, Hübner trabalhou como ator e diretor no Rheinisches Landestheater de Neuss e no Teatro de Magdeburg. Desde 1996, é escritor e diretor autônomo. Sua peça “O Coração de um Boxeador” foi premiada em 1998 com o Prêmio Alemão de Teatro Juvenil. Em 2005, sua peça “Hotel Paraiso” foi convidada para o Berliner Theatertreffen. Peças como “Gretchen 89 ff.”, “Ehrensache” ou “Frau Müller muss weg” fazem de Lutz Hübner, desde o final dos anos 90, um dos dramaturgos de língua alemã mais encenados. Em 2009, sua peça “Geisterfahrer” (estreia no Staatstheater Hannover) e, em 2011, sua peça “Die Firma dankt” (estreia no Staatsschauspiel Dresden) foram convidadas para o Mülheimer Theatertage. Em 2015, Lutz Hübner integrou o júri do “Stückemarkt” do Berliner Theatertreffen. Em 2016, ele foi agraciado com o Prêmio dos Autores da Fundação de Autores de Frankfurt. A maioria de suas peças é criada em colaboração com Sarah Nemitz. No Düsseldorfer Schauspielhaus, desde a temporada 2016/17, está em cartaz a peça “Willkommen أهلا وسهلا” (direção: Sönke Wortmann).
Sarah Nemitz nasceu em Düsseldorf e cresceu em Colônia. Lá, ela estudou dança no Instituto de Dança Cênica e, posteriormente, filologia alemã, filosofia e história da arte, até se dedicar ao teatro. Como atriz, atuou no Rheinisches Landestheater Neuss de 1989 a 1993. Seguiram-se contratos, entre outros, no Teatro de Magdeburg, no Teatro de Bielefeld, bem como trabalhos no cinema e na televisão, por exemplo, em “Rosenstraße” e “Jahrestage”, de Margarethe von Trotta. Desde 2001, mantém uma colaboração contínua com Lutz Hübner; a dupla de autores está entre os dramaturgos de maior sucesso nos palcos alemães. Em 2015, a peça de sucesso de Hübner e Nemitz, “Frau Müller muss weg”, chegou aos cinemas alemães na adaptação cinematográfica de Sönke Wortmann – o filme alcançou mais de um milhão de espectadores e recebeu inúmeros prêmios. As peças de Hübner e Nemitz foram traduzidas para mais de uma dúzia de idiomas e são encenadas em todo o mundo. Entre seus contratantes estão as mais renomadas casas de teatro alemãs.
Stefan Fischer-Fels: Nascido em 1964 em Berlim, estudou atuação, pedagogia, sociologia e psicologia em Stuttgart e Tübingen. Ele possui uma licença de treinador de futebol. De 1993 a 2003, foi dramaturgo e pedagogo teatral no Grips Theater de Berlim, dedicando-se especialmente ao incentivo a novos autores. De 2003 a 2011, dirigiu o Junges Schauspiel de Düsseldorf. Posteriormente, foi diretor artístico do Grips Theater de Berlim por cinco anos. Na temporada 2016/17, retornou a Düsseldorf como diretor do Junges Schauspiel. As montagens do Junges Schauspiel são convidadas para festivais e apresentações em turnê em todo o mundo, por exemplo, no Congresso Mundial da Assitej, no encontro teatral “Augenblickmal!” em Berlim, no “Kinderstücke” de Mülheim, nos festivais Westwind na Renânia do Norte-Vestfália, na Áustria, Itália, Polônia, Ucrânia, Nigéria, África do Sul, Japão, Coreia do Sul e, há 20 anos, no Brasil, em cooperação com o Teatro Cia. Paideia / São Paulo. Stefan Fischer-Fels foi, por mais de 20 anos, membro da diretoria da Assitej Alemanha e, por 10 anos, da diretoria da Assitej Internacional, a rede mundial de teatros para o público jovem, que se empenha pelo direito das crianças à arte e à participação cultural, bem como pela profissionalização da área de teatro para crianças e adolescentes em todo o mundo. Ambas as associações o nomearam recentemente membro honorário.
Este espetáculo faz parte do Festival como fruto de uma longa parceria de mais de 25 anos da Cia. Paideia com os artistas Luz Hubner, Sarah Nemitz e Stefan Fischer- Fels. Para a Cia. Paideia é um presente todos esses anos em que compartilhamos processos artísticos e a vinda dos grupos alemães para o Brasil através de Stefan Fischer-Fels.
SINOPSE: As caçadoras Bifi e Quinan, famintas há 3 dias, passam uma noite na floresta seguindo rastros de bichos e procurando comida. Um misterioso e temido animal as enfeitiça durante o curso da história.
SOBRE O GRUPO: Las Cabaças é uma dupla de palhaças formada por Juliana Balsalobre e Marina Quinan, atuante desde 2006. Seu trabalho investiga a linguagem da palhaçaria em diálogo com comunidades, territórios e culturas populares, transformando experiências vividas em criações cênicas autorais. Ao longo de quase duas décadas de trajetória, realizaram projetos como Brasil na Cabaça, Palhaças Amazônia Adentro, Tietê-Tapajós e Projeto Arte Viva, além de criarem os espetáculos Semi-Breve, Divagar e Sempre e O Dia da Caça, reconhecidos por premiações nacionais como Funarte e BR Distribuidora de Cultura. Com forte atuação na Amazônia, desenvolveram trabalhos em comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, aliando pesquisa artística, formação e circulação cultural. Em 2021 inauguraram o Galpão Las Cabaças, em Alter do Chão (PA), espaço voltado à criação, formação e intercâmbio entre artistas da região. Em 2025, a dupla integrou a programação do Palco Giratório Sesc com o espetáculo Divagar e Sempre. Sua pesquisa combina humor, poesia, escuta e crítica social, fazendo da palhaçaria uma ferramenta de encontro, criação e transformação.
FICHA TÉCNICA
Elenco: Juliana Balsalobre e Marina Quinan
Roteiro: Esio Magalhães, Lily Curcio, Juliana Balsalobre e Marina Quinan
Direção: Lily Curcio (Seres de Luz Teatro)
Trilha Sonora: Alan Chetto
Efeitos sonoros: Henrique Rimoli
Iluminação: Edu Brasil
Figurinos: David Taiyu e Sueli Andrade
Adereços: Davi Pantoja (Cobra), Daniel Salvi (Lanterna-Cabaça), Rafael Pellota e Betania Spangemberg (Canoa).
SINOPSE: Espetáculo cênico musical que narra a vida de um rio, desde o seu nascimento como um riacho à exuberância de suas águas que desenham lindas paisagens. Ao longo de seu percurso, o rio encontra um grande desafio para preservar suas águas, as formas de vida que ele abriga e as que surgem ao seu redor. A peça é inspirada no livro de mesmo nome, com autoria de Leo Cunha e ilustrações de André Neves, e apresenta um lamento, um grito de socorro tardio de um rio indefeso que não tem como reagir ao ser invadido pela lama da mineração que destrói suas águas. Com lirismo e contundência, peça e livro abordam o desastre ambiental que destruiu a Bacia do Rio Doce, em 2015.
SOBRE O GRUPO:O Grupo 59 de Teatro é o encontro de 12 atrizes e atores formados pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP). Desde sua fundação, em março de 2011, realizou mais de 400 apresentações, com um público estimado em mais de 70 mil espectadores. Recebeu os prêmios APCA, Prêmio São Paulo de Teatro para Infância e Juventude e Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro. Fazem parte seu repertório montagens que foram sucesso de público e crítica, dirigidas por criadoras de destaque na cena teatral paulistana: “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” e “Histórias de Alexandre”, ambas dirigidas por Cristiane Paoli Quito; “A Última História”, dirigida por Tiche Vianna; “Mockinpó – Estudo sobre um homem comum”, dirigida por Claudia Schapira; e “Terra à vista”, dirigida por Fabiano Lodi.
FICHA TÉCNICA:
Uma criação do Grupo 59 de Teatro inspirada na obra de Leo Cunha e André Neves
Direção: Fabiano Lodi
Dramaturgia: Bruno Gavranic e Grupo 59 de Teatro
Elenco: Carol Faria, Fernando Vicente, Gabriel Bodstein, Nathália Ernesto e Jane Fernandes
Direção Musical: Felipe Gomes Moreira e Thomas Huszar
Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro
Assistência em cenário e figurinos: Marcos Valadão
Desenho de luz: Gabriele Souza
Operação de luz: Sylvie Laila
Técnico de som: Nicholas Rabinovitch
Pensamento corporal: Fernando Vicente
Ilustrações: André Neves
Fotos: Pri Fiotti
Produção executiva: Gabriela Cerqueira
Idealização de projeto: Carol Faria e Fabiano Lodi
SINOPSE: Conheça Gargadenia, uma garota curiosa que, como Alice no País das Maravilhas, tropeça em um mundo misterioso e surpreendente da natureza. Como as flores ao seu redor, ela quer criar raízes e encontrar seu lugar. Mas o que é realmente necessário para conquistar um mundo estranho? BLOOOM é uma jornada terna cheia de poesia, fantasia e encontros surpreendentes. A peça fala sobre o poder do encantamento e a mágica de novos começos. Com imagens cativantes e um toque de humor absurdo, BLOOOM convida o público a se ver na jornada de Gargadenia. É uma peça sobre como crescer em tempos incertos, equilibrar-se em um terreno acidentado ecomo sempre podemos criar novas raízes.
BLOOOM – um convite para embarcar em um território desconhecido com uma bagagem leve e descobrir o milagre do crescer.
SOBRE O GRUPO: O Teatro 4Garoupas foi fundado em 2000 pela atriz brasileira Bebê de Soares e pelo diretor e dramaturgo Arno Kleinofen; Eugênia Labuhn entrou para a companhia em 2021. O Teatro 4Garoupas produziu inúmeras peças para crianças e jovens em Colônia e São Paulo. Como uma companhia independente, o T4G trabalha com uma companhia mutável e se apresenta em diferentes locais, com um histórico de turnês internacionais. Junto com os jovens de hoje, enfrentamos um desafio: criar uma visão nova e vívida do mundo que possa nos ajudar a encontrar orientação em tempos em que os valores têm data de validade. A T4Gs busca essa visão explorando os fundamentos de nossa existência emocional. Também acreditamos nas qualidades inovadoras de um teatro baseado no encontro direto entre as pessoas. O Teatro 4Garoupas remontou em 2023 o belo trabalho do coreógrafo francês Michele Dhallu da Carre Blanc Cie, CHIFFONNADE. Nossa produção foi apresentada no Brasil, Alemanha, Reino Unido, Espanha, Coreia do Sul e China. Premiado como Melhor Espetáculo de Dança no FETEN 2024, Espanha
FICHA TÉCNICA
Coreografia: Andreas Denk & Eugênia Labuhn
Direção e Dramaturgia: Arno Kleinofen
Gargardenia: Eugênia Labuhn
Produção Criativa: Bebê de Soares
Cenário, figurino e objetos de cena: Cristina Milea
Música: Wiebe Gotink
Luz: Christoph Wedi
Produção: Teatro 4Garoupas e Dançando por um Futuro
Fotos: Oliver Streamer, Raido Bergstein, Donatas Bielkauskas
SINOPSE: Em “Semi-Breve” a dupla de palhaças Bifi e Quinan fazem uma releitura de cinco números tradicionais da palhaçaria circense: “A Pulga”, “Soldado, Sen-tido!”, “O Salto no Copo d’água”, “A Mágica” e “O Nome dos Santos”
SOBRE O GRUPO: Las Cabaças é uma dupla de palhaças formada por Juliana Balsalobre e Marina Quinan, atuante desde 2006. Seu trabalho investiga a linguagem da palhaçaria em diálogo com comunidades, territórios e culturas populares, transformando experiências vividas em criações cênicas autorais. Ao longo de quase duas décadas de trajetória, realizaram projetos como Brasil na Cabaça, Palhaças Amazônia Adentro, Tietê-Tapajós e Projeto Arte Viva, além de criarem os espetáculos Semi-Breve, Divagar e Sempre e O Dia da Caça, reconhecidos por premiações nacionais como Funarte e BR Distribuidora de Cultura. Com forte atuação na Amazônia, desenvolveram trabalhos em comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, aliando pesquisa artística, formação e circulação cultural. Em 2021 inauguraram o Galpão Las Cabaças, em Alter do Chão (PA), espaço voltado à criação, formação e intercâmbio entre artistas da região. Em 2025, a dupla integrou a programação do Palco Giratório Sesc com o espetáculo Divagar e Sempre. Sua pesquisa combina humor, poesia, escuta e crítica social, fazendo da palhaçaria uma ferramenta de encontro, criação e transformação.
**Acessibilidade: Libras (na segunda-feira, 28.09, 10h)
Indicação etária: +10
Duração: 80 min.
SINOPSE: A peça conta a história do palhaço Juca Tchutchuca e de sua rotina de adolescente. A cada dia ele busca a liberdade para ser ele mesmo, sem obedecer padrões. Até que um dia, após uma crise existencial, Jhuca decide mudar sua história.
SOBRE O GRUPO: A Trupe de Truões é um grupo de teatro profissional de Uberlândia-MG fundado em 2002. O grupo é núcleo regional da ASSITEJ Brasil, Ponto de Cultura e mantém um Espaço Cultural chamado Ponto dos Truões desde 2002, onde desenvolve apresentações teatrais próprias e de outros artistas, aulas da Escola de Teatro da Trupe de Truões e onde também realiza eventos culturais como a Mostra de Teatro Casa Aberta, a Mostra de Cinema Casa Aberta, o Seminário de Teatro Infantojuvenil, entre outras. Nas últimas montagens destinadas ao público infantil a Trupe de Truões vem buscando ampliar seu olhar para os temas abordados nos seus espetáculos, tanto a partir de reflexões e estudos realizados por seus integrantes, quanto pela participação em oficinas e congressos que discutem o teatro para crianças e jovens. Em seu percurso a Trupe de Truões já estreou mais 15 espetáculos artísticos. Na linguagem da palhaçaria, o grupo desenvolveu e manteve durante mais de 05 anos o NuPePa (Núcleo de Pesquisa em Palhaçaria). Formado por um grupo de palhaços pesquisadores, o NuPePa realizou durante esse tempo encontros semanais de treinamento e estudo, criação e apresentação de gags e cenas curtas, apoio à criação de espetáculos de seus integrantes e realizou um Festival Palhaçaria em Cena – Festival de Cenas Curtas.
FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Cássio Machado, Ricardo Augusto e Ronan Vaz
Direção: Cássio Machado e Ronan Vaz
Ator: Ricardo Augusto
Figurino, Cenografia e Iluminação: Ronan Vaz
Assistente técnico: Adriel Parreira
Operação de Luz: Ronan Vaz
Produção Musical: Danilo Aguiar
Operação de Som: Cássio Machado
Música Original: Ênio Bernardes
Intérprete (Música Original): Vitor Hugo
Preparação corporal: Cássio Machado
Coreografia: Isabela Palhares
Identidade Visual: Folksonomias (Carlos Gabriel Ferreira e Gabriel Rodrigues)
Grupo de Teatro “Buenos Aires” de la Universidad Popular de Belgrano
Argentina
Ingressos: Gratuito
Idioma: Espanhol com legenda em Português
Indicação etária: 13+
Duração: 60 minutos
SINOPSE: Julián tem que mudar seu guarda roupa, aquele que usava quando era pequeno e no qual muitos de seus tesouros e segredos (não tão secretos assim) estão guardados: a bola de futebol, a camiseta de basquete, as revistas do Batman, a Barbie que roubou de sua irmã e que para escondê-la teve que embrulhá-la em um casaco e deixar na prateleira mais alta, porque brincar com bonecas era algo proibido. Através dos objetos da sua infância que vai encontrando, Julián reconstrói os momentos de sua vida em que teve que enfrentar sua homossexualidade frente sua família e seus amigos.
SOBRE O GRUPO: O GTBA (Grupo de Teatro “Buenos Aires”) é um grupo de teatro independente, que desenvolve seu trabalho com o apoio institucional da Universidad Popular de Belgrano. Desde sua fundação, em 1983, estreou vinte e três espetáculos para crianças. A busca foi a de um teatro de autor, com conteúdos que apelassem aos interesses profundos da criança, com temáticas ligadas à sua experiência e nível de maturidade, e a possibilidade de identificação fosse a regra que guiasse a ação no palco. Um teatro para crianças que valorizasse a palavra como elemento essencial da comunicação humana, base de toda a história teatral que é a base da nossa cultura.