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Musical Nacional Palhaçaria Peças

 O Concerto – Palhaçaria para Bebês

Grupo de Teatro e Circo Celeiro das Antas

Ingressos: Gratuito

Idioma: Sem palavras

Indicação etária: 6 meses a 5 anos

Duração: 40 minutos

SINOPSE: O espetáculo traz para cena o palhaço Zambelê, um andarilho solitário, que brincando com objetos encontrados, descobre novas possibilidades de se relacionar com os outros, compartilhando suas descobertas. Seu grande momento é quando percebe que pode manipular o som criando ritmos e melodias. Daí, seu próximo passo não poderia ser outro, fazer um concerto.

SOBRE O GRUPO: Fundado na primavera de 1991, o “O Grupo de Teatro Celeiro das Antas” é uma entidade de estudo, pesquisa, montagem e apresentação de peças teatrais e produção de eventos culturais. Seu objetivo é o desenvolvimento de trabalhos voltados à pesquisa e experimentação de linguagens artísticas, dando especial atenção à linguagem cómica, à arte da bobagem e do palhaço. Desde sua fundação, o Celeiro das Antas dialoga, entre outras referências, com as tradições da cultura popular. Posteriormente, o gênero cômico ganhou destaque na trajetória do grupo. O Grupo tem participado de festivais no Brasil e no Exterior.

FICHA TÉCNICA:

Roteiro, Direção e Atuação: Zé Regino

Figurino: Luziária Maria e Zé Regino

Iluminação e operação de luz e som: Caio Maciel

Vídeo: Dayanne

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Internacional Peças

The Drop

D’haus

Düsseldorfer Schauspielhaus

Alemanha

Ingressos: Gratuito

Idioma: Alemão com legenda em Português

Indicação etária: 14+

Duração: 90 minutos

SINOPSE: Em “The Drop”, a música clássica e a cultura das boates se fundem em uma experiência envolvente: dois cantores e cantoras de ópera dividem o palco com atores e atrizes do “Junges Schauspiel” – acompanhados por batidas vibrantes, encontros comoventes e um cenário e figurino de grande impacto visual.

Benny perdeu o controle na boate e agora está no hospital. Seus amigos se perguntam por que ele fez isso. Será que eles poderiam ter evitado isso ou será que agora estão simplesmente se afastando uns dos outros? O que os mudou tanto nos últimos anos? Que vidas eles poderiam ter vivido sem todas as más notícias dos últimos anos? Enquanto aguardam notícias sobre a saúde de Benny, eles se perguntam que tipo de futuro conseguem imaginar e quais decisões gostariam de tomar para suas vidas. Dois cantores de ópera, que eles encontram repetidamente — ora como enfermeiros, ora como garçons ou companheiros mágicos —, lhes dão a oportunidade de imaginar como seria se não houvesse pandemia: suas vidas teriam seguido o mesmo curso? Eles teriam uma versão melhor de si mesmos, uma felicidade maior? Por que ninguém percebeu como Benny está se sentindo e o que acontecerá se ele não acordar mais? De qualquer forma, eles precisam se virar sozinhos.

Lutz Hübner e Sarah Nemitz estão entre os autores mais encenados da atualidade. Após inúmeras conversas com jovens e pesquisadores, eles desenvolvem para o “Junge Schauspiel” um texto com diálogos fortes, personagens realistas, muito humor e uma dose de otimismo.

Liesbeth Coltof, após “O Menino com a Mala”, “Antígona” e “O Paraíso das Batatas Fritas”, encena, em parceria com o compositor Matts Johan Leenders, esta cooperação com a Deutsche Oper am Rhein como uma história de amadurecimento entre música barroca e uma rave extática

SOBRE O GRUPO: O Junges Schauspiel Düsseldorf é a divisão independente dedicada ao teatro infantil e juvenil do grande teatro estatal Düsseldorfer Schauspielhaus é um dos teatros mais renomados da Alemanha. Suas montagens são convidadas para festivais em todo o mundo. A peça THE DROP está indicada para o festival de teatro “Augenblickmal” de 2027, em Berlim.

FICHA TÉCNICA: 

Dramaturgia: Lutz Hübner e Sarah Nemitz


Elenco: Ayla Pechtl, Caspar Hesprich (tenor), Cem Bingöl, Eva Maria Schindele, Felix Werner-Tutschku, Hannah Joe Huberty, Neele Jacobsen (mezzo-soprano)

Direção: Liesbeth Coltof

Música: Matts Johan Leenders

Cenografia: Guus van Geffen

Figurino: Carly Everaert

Coreografia: Yeliz Pazar

Iluminação: Benjamin Grunwald

Dramaturgista: Kirstin Hess

Pedagogia teatral: Patricia Pfisterer

SOBRE OS ARTISTAS:

Stefan Fischer-Fels: Nascido em 1964 em Berlim, estudou atuação, pedagogia, sociologia e psicologia em Stuttgart e Tübingen. Ele possui uma licença de treinador de futebol. De 1993 a 2003, foi dramaturgo e pedagogo teatral no Grips Theater de Berlim, dedicando-se especialmente ao incentivo a novos autores. De 2003 a 2011, dirigiu o Junges Schauspiel de Düsseldorf. Posteriormente, foi diretor artístico do Grips Theater de Berlim por cinco anos. Na temporada 2016/17, retornou a Düsseldorf como diretor do Junges Schauspiel.
As montagens do Junges Schauspiel são convidadas para festivais e apresentações em turnê em todo o mundo, por exemplo, no Congresso Mundial da Assitej, no encontro teatral “Augenblickmal!” em Berlim, no “Kinderstücke” de Mülheim, nos festivais Westwind na Renânia do Norte-Vestfália, na Áustria, Itália, Polônia, Ucrânia, Nigéria, África do Sul, Japão, Coreia do Sul e, há 20 anos, no Brasil, em cooperação com o Teatro Cia. Paideia / São Paulo.
Stefan Fischer-Fels foi, por mais de 20 anos, membro da diretoria da Assitej Alemanha e, por 10 anos, da diretoria da Assitej Internacional, a rede mundial de teatros para o público jovem, que se empenha pelo direito das crianças à arte e à participação cultural, bem como pela profissionalização da área de teatro para crianças e adolescentes em todo o mundo. Ambas as associações o nomearam recentemente membro honorário.

Este espetáculo faz parte do Festival como fruto de uma longa parceria de mais de 25 anos da Cia. Paideia com os artistas Luz Hubner, Sarah Nemitz e Stefan Fischer- Fels. Para a Cia. Paideia é um presente todos esses anos em que compartilhamos processos artísticos e a vinda dos grupos alemães para o Brasil através de Stefan Fischer-Fels.

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Nacional Oficinas Palhaçaria

OFICINA: Princípios da palhaçaria – Uma Vivência Prática

 Juliana Balsalobre e Marina Quinan ( Las Cabaças), Alter do Chão/Pará

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: +14

Duração: 120 min

SINOSPE: A oficina propõe um encontro prático com os fundamentos da linguagem da palhaçaria, oferecendo um espaço de experimentação, escuta e criação coletiva.

A proposta cria um ambiente acolhedor e provocador, onde o erro deixa de ser obstáculo para tornar-se motor da criação, favorecendo processos criativos, confiança, imaginação e presença.

SOBRE AS ARTISTAS:

 Juliana Balsalobre é palhaça, atriz e arte-educadora, e pesquisa a linguagem da palhaçaria desde a década de 1990, desenvolvendo trabalhos que articulam arte, educação e território. Integrante dos Doutores da Alegria entre 2001 e 2009, é cofundadora da dupla Las Cabaças, criada em 2006 ao lado de Marina Quinan. Vive na Amazônia desde 2010, onde desenvolve uma pesquisa autoral em palhaçaria poética, marcada pela escuta, pelo encontro e pela comicidade como linguagem de transformação. Atua também como formadora de artistas, educadores e jovens em oficinas realizadas em diversas regiões do Brasil.

Marina Quinan é palhaça, atriz, arte-educadora, contadora de histórias e geógrafa, e atua desde 1995 em projetos que aproximam arte e comunidade. Foi integrante dos Doutores da Alegria entre 2000 e 2009 e fundou, em 2006, a dupla Las Cabaças, desenvolvendo uma trajetória voltada à criação artística e à circulação de espetáculos, especialmente em territórios da Amazônia. Desde 2009 vive em Alter do Chão (PA), onde coordena projetos culturais e de formação junto a comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, além de idealizar o Galpão Las Cabaças, espaço dedicado à criação, intercâmbio artístico e valorização das artes amazônicas.


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Nacional Palhaçaria Peças

O Dia da Caça

Las Cabaças

Ingressos: Gratuitos

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 53 minutos

SINOPSE: As caçadoras Bifi e Quinan, famintas há 3 dias, passam uma noite na floresta seguindo rastros de bichos e procurando comida. Um misterioso e temido animal as enfeitiça durante o curso da história.

SOBRE O GRUPO:  Las Cabaças é uma dupla de palhaças formada por Juliana Balsalobre e Marina Quinan, atuante desde 2006. Seu trabalho investiga a linguagem da palhaçaria em diálogo com comunidades, territórios e culturas populares, transformando experiências vividas em criações cênicas autorais. Ao longo de quase duas décadas de trajetória, realizaram projetos como Brasil na Cabaça, Palhaças Amazônia Adentro, Tietê-Tapajós e Projeto Arte Viva, além de criarem os espetáculos Semi-Breve, Divagar e Sempre e O Dia da Caça, reconhecidos por premiações nacionais como Funarte e BR Distribuidora de Cultura. Com forte atuação na Amazônia, desenvolveram trabalhos em comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, aliando pesquisa artística, formação e circulação cultural. Em 2021 inauguraram o Galpão Las Cabaças, em Alter do Chão (PA), espaço voltado à criação, formação e intercâmbio entre artistas da região. Em 2025, a dupla integrou a programação do Palco Giratório Sesc com o espetáculo Divagar e Sempre. Sua pesquisa combina humor, poesia, escuta e crítica social, fazendo da palhaçaria uma ferramenta de encontro, criação e transformação.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Juliana Balsalobre e Marina Quinan

Roteiro: Esio Magalhães, Lily Curcio, Juliana Balsalobre e Marina Quinan

Direção: Lily Curcio (Seres de Luz Teatro)

Trilha Sonora: Alan Chetto

Efeitos sonoros: Henrique Rimoli

Iluminação: Edu Brasil

Figurinos: David Taiyu e Sueli Andrade

Adereços: Davi Pantoja (Cobra), Daniel Salvi (Lanterna-Cabaça), Rafael Pellota e Betania Spangemberg (Canoa).

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Encontro Mesas Nacional Primeira infância

MESA DE REFLEXÃO: A narrativa da identidade homossexual em cena

 Grupo de Teatro “Buenos Aires” de la Universidad Popular de Belgrano (Julián Sierra e María Inés Falconi) e Trupe de Truões (Ricardo Augusto e Ronan Vaz) com Mediação de Cleiton Echeveste

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 60 min.

SINOPSE:A mesa propõe ampliar as discussões sobre as temáticas apresentadas em cena nos espetáculos Jhuca Tchutchuca em: esse sou eu  e Tengo una muñeca en el ropero. Ambos abordam a construção da identidade homossexual de adolescentes e jovens. A reflexão pretende aproximar o público de narrativas ainda coibidas por uma sociedade bastante conservadora, dando protagonismo a experiências de vida diversas da hegemônica.

SOBRE OS PARTICIPANTES:

Julián Sierra trabalha na companhia “Grupo de Teatro Buenos Aires” há 24 anos. Formou-se como ator e cantor. Também atua como artista em hospitais e casas de repouso. No âmbito do teatro comercial, participou de diversos espetáculos como ator e cantor. Além disso, atua em publicidade, redes sociais, televisão e streaming. Com o Grupo de Teatro Buenos Aires, estrelou peças como “Sobre Ruedas”, “Chiches” e “Juan Calle”, entre outras. Participou de festivais internacionais na Espanha, Japão, Romênia, México e outros.

María Inés Falconi é dramaturga e escritora dedicada ao público infantil e juvenil. Tem desenvolvido uma intensa atividade no teatro para crianças e jovens, estreando mais de 40 peças destinadas a todas as idades. Essas peças foram apresentadas na Argentina e em diversos países de língua espanhola, além de terem sido traduzidas para diferentes idiomas. Entre os prêmios recebidos, destacam-se 3 Premios Argentores, 2 Premios Fondo Nacional de las Artes, 9 Premios ATINA e o ASSITEJ Inspirational Playwright 2020. É membro fundadora da ATINA (Asociación de Teatristas Independientes para Niños y Adolescentes), tendo presidido a Associação por três mandatos, e integra a Red Iberoamericana de Artes Escénicas para la Infancia y la Juventud. É membro honorário da ASSITEJ (Associação Internacional de Teatro para a Infância e a Juventude), tendo sido membro de seu Comitê Executivo entre 2005 e 2011, ocupando a vice-presidência nos dois últimos mandatos.

Ricardo Augusto é integrante da Trupe de Truões. Graduado em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas – Universidade Federal de Uberlândia, Especialista em Educação Infantil – UNIESSA e Mestre em Artes – Programa de Pós Graduação do Instituto de Artes da Universidade Federal de Uberlândia. É ator, professor, pesquisador e produtor de teatro para crianças e jovens. É vice-presidente da ASSITEJ Brasil (Associação Internacional de Teatro para Infância e Juventude – núcleo Brasil). É conselheiro titular do CMPC (Conselho Municipal de Política Cultural) no município de Uberlândia/MG representando o setorial de Teatro e Circo.


Ronan Vaz
é artista, educador e gestor cultural, integrante da Trupe de Truões. Mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal de Uberlândia (PPGA-UFU),  pela mesma instituição. Atua como artista, coordenador artístico-pedagógico da Escola Livre Trupe de Truões e pesquisador de teatro para infâncias e juventudes. Desenvolve trabalhos nas áreas de criação, formação, produção e gestão cultural, além de atuar na criação de visualidades da cena, especialmente em iluminação, cenografia e figurinos.

MEDIAÇÃO:
Cleiton Echeveste é ator, dramaturgo, diretor e pesquisador, doutorando e mestre (PPGAC/Unirio) e bacharel em Artes Cênicas (UFRGS). Integra o Grupo de Estudos e Pesquisa em Processos de Criação no Teatro para a Infância e Juventude (Unirio). Sua pesquisa acadêmica investiga dissidências de gênero e de sexualidade no Teatro para a Infância e Juventude, a partir de trabalho desenvolvido há duas décadas com a Pandorga Cia. de Teatro, do Rio de Janeiro. Recentemente lançou sua dissertação de mestrado em livro: “O que pode o corpo de uma criança viada? Dissidências sexuais e de gênero no teatro para as infâncias e juventudes” (Curitiba: Appris, 2025). Curador e palestrante em festivais, seminários e congressos nacionais e internacionais. Integra a ASSITEJ Brasil, onde foi presidente do Conselho de Administração (2017-2023). Na ASSITEJ, colabora em projetos da Rede Ibero-Americana de Artes Cênicas para a Infância e Juventude (IBEROASSITEJ).

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Musical Nacional Peças

Um dia, um rio

Grupo 59 de Teatro

São Paulo

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

**Acessibilidade: Libras

Indicação etária: 4+

Duração: 50 minutos

SINOPSE: Espetáculo cênico musical que narra a vida de um rio, desde o seu nascimento como um riacho à exuberância de suas águas que desenham lindas paisagens. Ao longo de seu percurso, o rio encontra um grande desafio para preservar suas águas, as formas de vida que ele abriga e as que surgem ao seu redor. A peça é inspirada no livro de mesmo nome, com autoria de Leo Cunha e ilustrações de André Neves, e apresenta um lamento, um grito de socorro tardio de um rio indefeso que não tem como reagir ao ser invadido pela lama da mineração que destrói suas águas. Com lirismo e contundência, peça e livro abordam o desastre ambiental que destruiu a Bacia do Rio Doce, em 2015.

SOBRE O GRUPO:  O Grupo 59 de Teatro é o encontro de 12 atrizes e atores formados pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP). Desde sua fundação, em março de 2011, realizou mais de 400 apresentações, com um público estimado em mais de 70 mil espectadores. Recebeu os prêmios APCA, Prêmio São Paulo de Teatro para Infância e Juventude e Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro. Fazem parte seu repertório montagens que foram sucesso de público e crítica, dirigidas por criadoras de destaque na cena teatral paulistana: “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” e “Histórias de Alexandre”, ambas dirigidas por Cristiane Paoli Quito; “A Última História”, dirigida por Tiche Vianna; “Mockinpó – Estudo sobre um homem comum”, dirigida por Claudia Schapira; e “Terra à vista”, dirigida por Fabiano Lodi.

FICHA TÉCNICA: 

Uma criação do Grupo 59 de Teatro inspirada na obra de Leo Cunha e André Neves

Direção: Fabiano Lodi

Dramaturgia: Bruno Gavranic e Grupo 59 de Teatro

Elenco: Carol Faria, Fernando Vicente, Gabriel Bodstein, Nathália Ernesto e Jane Fernandes

Direção Musical: Felipe Gomes Moreira e Thomas Huszar

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Assistência em cenário e figurinos: Marcos Valadão

Desenho de luz: Gabriele Souza

Operação de luz: Sylvie Laila

Técnico de som: Nicholas Rabinovitch

Pensamento corporal: Fernando Vicente

Ilustrações: André Neves

Fotos: Pri Fiotti

Produção executiva: Gabriela Cerqueira

Idealização de projeto: Carol Faria e Fabiano Lodi

Produtora associada: Leneus Produtora de Arte

Realização: 59 Produções Artísticas e Culturais


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Internacional Palestras

PALESTRA: The Drop – O que nos arruinou tanto?

com Lutz Hübner e Sarah Nemitz

Ingressos: Gratuito

Idioma: Alemão com tradução simultânea em Português

Indicação etária: 12+

Duração: 90 min.

SINOPSE: Os jovens de 14 anos que saíram da crise em 2022 perderam praticamente tudo o que se deve viver entre os 12 e os 14 anos. Após o fim da pandemia, foram convidados a recuperar rapidamente toda a matéria escolar e, ao mesmo tempo, foram considerados smombies (zumbis de smartphones), porque durante dois anos tentaram desesperadamente manter sua vida social. Ao mesmo tempo, foram encorajados a não levar tudo isso a sério e, caso entrassem em colapso psicológico por causa do lockdown e de todas as crises que se seguiram, foram solicitados a cerrar os dentes.

Após a pandemia, poderia ter sido proposto: “Agora, todos vocês terão duas semanas de férias à beira-mar, com despesas pagas pelo Estado, para se divertirem bastante – uma pequena pausa para descanso, pois vocês precisam disso agora, pois foi um período difícil”.

Se isso tivesse sido levado a sério, provavelmente muitos estariam melhor hoje. Mas eles foram abandonados, enviados a uma montanha-russa e bateram no chão. Em inglês, esse momento de queda livre é expresso pela palavra “drop”. Mas o drop também é o momento em que a música na pista de dança realmente anima as pernas e uma onda de energia com força inesperada inunda o corpo.

SOBRE OS ARTISTAS: 

Lutz Hübner nasceu em 1964 em Heilbronn. Após cursar Filologia Germânica, Filosofia e Sociologia em Münster, iniciou em 1986 sua formação como ator na Escola Superior de Música e Teatro de Saarbrücken. De 1990 a 1996, Hübner trabalhou como ator e diretor no Rheinisches Landestheater de Neuss e no Teatro de Magdeburg. Desde 1996, é escritor e diretor autônomo. Sua peça “O Coração de um Boxeador” foi premiada em 1998 com o Prêmio Alemão de Teatro Juvenil. Em 2005, sua peça “Hotel Paraiso” foi convidada para o Berliner Theatertreffen. Peças como “Gretchen 89 ff.”, “Ehrensache” ou “Frau Müller muss weg” fazem de Lutz Hübner, desde o final dos anos 90, um dos dramaturgos de língua alemã mais encenados. Em 2009, sua peça “Geisterfahrer” (estreia no Staatstheater Hannover) e, em 2011, sua peça “Die Firma dankt” (estreia no Staatsschauspiel Dresden) foram convidadas para o Mülheimer Theatertage. Em 2015, Lutz Hübner integrou o júri do “Stückemarkt” do Berliner Theatertreffen. Em 2016, ele foi agraciado com o Prêmio dos Autores da Fundação de Autores de Frankfurt. A maioria de suas peças é criada em colaboração com Sarah Nemitz. No Düsseldorfer Schauspielhaus, desde a temporada 2016/17, está em cartaz a peça “Willkommen أهلا وسهلا” (direção: Sönke Wortmann).

Sarah Nemitz nasceu em Düsseldorf e cresceu em Colônia. Lá, ela estudou dança no Instituto de Dança Cênica e, posteriormente, filologia alemã, filosofia e história da arte, até se dedicar ao teatro. Como atriz, atuou no Rheinisches Landestheater Neuss de 1989 a 1993. Seguiram-se contratos, entre outros, no Teatro de Magdeburg, no Teatro de Bielefeld, bem como trabalhos no cinema e na televisão, por exemplo, em “Rosenstraße” e “Jahrestage”, de Margarethe von Trotta. Desde 2001, mantém uma colaboração contínua com Lutz Hübner; a dupla de autores está entre os dramaturgos de maior sucesso nos palcos alemães. Em 2015, a peça de sucesso de Hübner e Nemitz, “Frau Müller muss weg”, chegou aos cinemas alemães na adaptação cinematográfica de Sönke Wortmann – o filme alcançou mais de um milhão de espectadores e recebeu inúmeros prêmios. As peças de Hübner e Nemitz foram traduzidas para mais de uma dúzia de idiomas e são encenadas em todo o mundo.

Entre seus contratantes estão as mais renomadas casas de teatro alemãs.

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Dança Internacional Peças

Blooom

Teatro 4Garoupas

Alemanha

Ingressos: Gratuito

Idioma: Sem palavras

Indicação etária: 3+ a 10 anos

Duração: 50 min.

SINOPSE: Conheça Gargadenia, uma garota curiosa que, como Alice no País das Maravilhas, tropeça em um mundo misterioso e surpreendente da natureza. Como as flores ao seu redor, ela quer criar raízes e encontrar seu lugar. Mas o que é realmente necessário para conquistar um mundo estranho?
BLOOOM é uma jornada terna cheia de poesia, fantasia e encontros surpreendentes. A peça fala sobre o poder do encantamento e a mágica de novos começos. Com imagens cativantes e um toque de humor absurdo, BLOOOM convida o público a se ver na jornada de Gargadenia. É uma peça sobre como crescer em tempos incertos, equilibrar-se em um terreno acidentado ecomo sempre podemos criar novas raízes. 

BLOOOM – um convite para embarcar em um território desconhecido com uma bagagem leve e descobrir o milagre do crescer.

SOBRE O GRUPO: O Teatro 4Garoupas foi fundado em 2000 pela atriz brasileira Bebê de Soares e pelo diretor e dramaturgo Arno Kleinofen; Eugênia Labuhn entrou para a companhia em 2021. O Teatro 4Garoupas produziu inúmeras peças para crianças e jovens em Colônia e São Paulo. Como uma companhia independente, o T4G trabalha com uma companhia mutável e se apresenta em diferentes locais, com um histórico de turnês internacionais. Junto com os jovens de hoje, enfrentamos um desafio: criar uma visão nova e vívida do mundo que possa nos ajudar a encontrar orientação em tempos em que os valores têm data de validade. A T4Gs busca essa visão explorando os fundamentos de nossa existência emocional. Também acreditamos nas qualidades inovadoras de um teatro baseado no encontro direto entre as pessoas. O Teatro 4Garoupas remontou em 2023 o belo trabalho do coreógrafo francês Michele Dhallu da Carre Blanc Cie, CHIFFONNADE. Nossa produção foi apresentada no Brasil, Alemanha, Reino Unido, Espanha, Coreia do Sul e China. Premiado como Melhor Espetáculo de Dança no FETEN 2024, Espanha

FICHA TÉCNICA

Coreografia: Andreas Denk & Eugênia Labuhn

Direção e Dramaturgia: Arno Kleinofen

Gargardenia: Eugênia Labuhn

Produção Criativa: Bebê de Soares

Cenário, figurino e objetos de cena: Cristina Milea

Música: Wiebe Gotink

Luz: Christoph Wedi

Produção: Teatro 4Garoupas e Dançando por um Futuro

Fotos: Oliver Streamer, Raido Bergstein, Donatas Bielkauskas

Vídeos: Lasse Melis e Michael Labuhn

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Nacional Palhaçaria Peças

Semi-breve

Las Cabaças

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 40 minutos

SINOPSE:  Em “Semi-Breve” a dupla de palhaças Bifi e Quinan fazem uma releitura de cinco números tradicionais da palhaçaria circense: “A Pulga”, “Soldado, Sen-tido!”, “O Salto no Copo d’água”, “A Mágica” e “O Nome dos Santos”


SOBRE O GRUPO: Las Cabaças é uma dupla de palhaças formada por Juliana Balsalobre e Marina Quinan, atuante desde 2006. Seu trabalho investiga a linguagem da palhaçaria em diálogo com comunidades, territórios e culturas populares, transformando experiências vividas em criações cênicas autorais. Ao longo de quase duas décadas de trajetória, realizaram projetos como Brasil na Cabaça, Palhaças Amazônia Adentro, Tietê-Tapajós e Projeto Arte Viva, além de criarem os espetáculos Semi-Breve, Divagar e Sempre e O Dia da Caça, reconhecidos por premiações nacionais como Funarte e BR Distribuidora de Cultura. Com forte atuação na Amazônia, desenvolveram trabalhos em comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, aliando pesquisa artística, formação e circulação cultural. Em 2021 inauguraram o Galpão Las Cabaças, em Alter do Chão (PA), espaço voltado à criação, formação e intercâmbio entre artistas da região. Em 2025, a dupla integrou a programação do Palco Giratório Sesc com o espetáculo Divagar e Sempre. Sua pesquisa combina humor, poesia, escuta e crítica social, fazendo da palhaçaria uma ferramenta de encontro, criação e transformação.

FICHA TÉCNICA:


Criação e Direção
: Las Cabaças

Atuação: Juliana Balsalobre e Marina Quinan

Produção: Las Cabaças

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Bonecos Internacional Performance

Blindekuh mit dem Tod

D’haus

Düsseldorfer Schauspielhaus

Alemanha

Ingressos: Gratuito

Idioma: Alemão com legenda em Português

Indicação etária: 14+

Duração: 70 min.

SINOPSE: Memórias de quatro crianças judias de Czernowitz antes e durante a Segunda Guerra Mundial: dias felizes, sonhos desfeitos e a sobrevivência no inferno. “A brincadeira da Cabra Cega com a morte” não é um relato sobre o Holocausto, mas sim sobre uma infância roubada. A perspectiva das crianças está em primeiro plano; para elas, muitas coisas parecem um jogo, quando na verdade são uma realidade amarga e ameaçadora à vida. Quando voltamos o olhar do passado para o presente, quando pensamos na infância roubada de jovens em muitos lugares do mundo, como, por exemplo, na atual Ucrânia, percebemos a atualidade dessas histórias. Nesta peça, demos voz a cinco crianças, trouxemos à vida cinco biografias interpretadas por dois atores e acompanhamos tudo com música clássica: o pianista concertista ucraniano Yaromyr Bozhenko acompanha cada apresentação ao vivo ao piano.

SOBRE O GRUPO:

O Junges Schauspiel Düsseldorf é a divisão independente dedicada ao teatro infantil e juvenil do grande teatro estatal Düsseldorfer Schauspielhaus é um dos teatros mais renomados da Alemanha. Suas montagens são convidadas para festivais em todo o mundo. A peça THE DROP está indicada para o festival de teatro “Augenblickmal” de 2027, em Berlim.

FICHA TÉCNICA

Baseada em uma história em quadrinhos de Anna Yamchuck, Mykola Kuschnir, Natalya Herasym e Anna Tarnowezka.


Adaptação: Stefan Fischer-Fels e Robert Gerloff


Elenco: Eva Maria Schindele, Leon Wieferich


Pianista: Yaromyr Bozhenko


Direção: Robert Gerloff


Cenografia: Maximilian Lindner


Figurino:
Nina Kroschinske


Música: Yaromyr Bozhenko, Wasyl Barwinskyj, Levko Rewutskyj, Josyf Elgiser


Composição: Poemas de Selma Meerbaum e Cornelius Borgolte


Iluminação: Benjamin Grunwald


Dramaturgia: Stefan Fischer-Fels


Pedagogia teatral:
Lina Addy

Stefan Fischer-Fels: Nascido em 1964 em Berlim, estudou atuação, pedagogia, sociologia e psicologia em Stuttgart e Tübingen. Ele possui uma licença de treinador de futebol. De 1993 a 2003, foi dramaturgo e pedagogo teatral no Grips Theater de Berlim, dedicando-se especialmente ao incentivo a novos autores. De 2003 a 2011, dirigiu o Junges Schauspiel de Düsseldorf. Posteriormente, foi diretor artístico do Grips Theater de Berlim por cinco anos. Na temporada 2016/17, retornou a Düsseldorf como diretor do Junges Schauspiel.
As montagens do Junges Schauspiel são convidadas para festivais e apresentações em turnê em todo o mundo, por exemplo, no Congresso Mundial da Assitej, no encontro teatral “Augenblickmal!” em Berlim, no “Kinderstücke” de Mülheim, nos festivais Westwind na Renânia do Norte-Vestfália, na Áustria, Itália, Polônia, Ucrânia, Nigéria, África do Sul, Japão, Coreia do Sul e, há 20 anos, no Brasil, em cooperação com o Teatro Cia. Paideia / São Paulo.
Stefan Fischer-Fels foi, por mais de 20 anos, membro da diretoria da Assitej Alemanha e, por 10 anos, da diretoria da Assitej Internacional, a rede mundial de teatros para o público jovem, que se empenha pelo direito das crianças à arte e à participação cultural, bem como pela profissionalização da área de teatro para crianças e adolescentes em todo o mundo. Ambas as associações o nomearam recentemente membro honorário.

Este espetáculo faz parte do Festival como fruto de uma longa parceria de mais de 25 anos da Cia. Paideia com os artistas Luz Hubner, Sarah Nemitz e Stefan Fischer- Fels. Para a Cia. Paideia é um presente todos esses anos em que compartilhamos processos artísticos e a vinda dos grupos alemães para o Brasil através de Stefan Fischer-Fels.