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Nacional Palhaçaria

Cerimônia de Encerramento

Idioma: Português

Indicação etária: +14

Duração: 60 min

SINOSPE: O encerramento do festival contará com uma grande celebração. Estarão presentes muitos dos nossos principais parceiros ao longo dessas duas décadas e relembraremos juntos grandes momentos desses encontros. Atravessamos mares, criamos espetáculos juntos, descobrimos e nos redescobrimos no olhar de outros artistas, percebemos que a infância e a juventude não são as mesmas nem no tempo, nem no espaço. O Festival reúne as diferenças com o grande objetivo de criar, comunicar e romper fronteiras.

Como não poderia faltar, a palhaça Manela fará sua tradicional performance, celebrando, mais uma vez, o acaso e a imperfeição, nos lembrando que é no descompasso que nasce a graça.

SOBRE A ARTISTA:  Paola Musatti é atriz, palhaça e facilitadora, com uma trajetória dedicada à arte, à palhaçaria e à formação de artistas.

Formada pela Escola de Arte Dramática da ECA-USP (1997), iniciou sua formação circense em 1992, no Circo Escola Picadeiro. Em 2004, fundou, ao lado de Vera Abbud, a Cia Pelo Cano, companhia dedicada à pesquisa e à prática da palhaçaria.

Desde 1997, integra o elenco dos Doutores da Alegria, onde também atua na formação de novos palhaços. Desde 2013, faz parte do Coletivo Sampalhaças.

Em 2017, foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz pelo espetáculo O Jardim do Imperador, no Prêmio SP de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem – FEMSA. Na televisão, integrou por dois anos o elenco do Quintal da Cultura.

Como facilitadora, já conduziu workshops e processos de formação em palhaçaria para grupos de palhaços e profissionais de hospitais em diferentes regiões do Brasil, entre eles Doutores Risonhos, Narizes de Plantão, Especialistas da Alegria, Pronto Sorrir, Canto Cidadão, Risologistas do Riso, Doutores Atipalhaços, Plantão Sorriso e Encontro de Palhaços Euriso, além de companhias e grupos de teatro como Cia. Paideia de Teatro, Trupe Quebrando a Tamanca, Cia Bendita de Teatro.

Sua trajetória une experiência de palco, pesquisa em palhaçaria e uma prática de formação construída ao longo de décadas, sempre valorizando o jogo, a escuta, a presença e o encontro com o outro.

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Internacional Nacional Oficinas

OFICINA: Cabra Cega

Ingressos: Gratuito

Idioma: Alemão com tradução para Português

Indicação etária: 14+

Duração: 120 min

Inscrições: Clique aqui

SINOSPE: A oficina propõe a problematização de questões etnico-raciais a partir de histórias documentadas sobre quatro crianças judias de Czernowitz, da atual Ucrânia, que sobreviveram ao holocausto e experiências do pedagogo da emergência Reinaldo Nascimento, que desenvolveu trabalhos com crianças e jovens no Quênia, Faixa de Gaza, Iraque, México, Colômbia, Moçambique, Turquia, Ucrânia e Egito, dentre outros.

O que lhes dá força para sobreviver? 

A pergunta será transposta aos participantes, convidando-os a tecer narrativas a partir de suas experiências e distintas realidades.


SOBRE OS ARTISTAS:  

Matthias Richter é historiador especializado na Europa Oriental, mediador cultural e, entre outras funções, presidente da Associação para a Promoção da Geminação entre Düsseldorf e Czernowitz, além de ser coordenador dos projetos “A Memória Une – Transcontinental”, “Tracks of Memory” e muitos outros. Mora em Düsseldorf.

Reinaldo Nascimento é educador físico, neuropsicopedagogo, pedagogo de emergência e pedagogo do trauma com especialização em violência sexualizada, violência escolar e no trabalho com crianças refugiadas. Cofundador e presidente da Associação da Pedagogia de Emergência no Brasil. Membro e coordenador pedagógico das intervenções do time internacional da Pedagogia de Emergência Sem Fronteiras.

Stefan Fischer-Fels: Nascido em 1964 em Berlim, estudou atuação, pedagogia, sociologia e psicologia em Stuttgart e Tübingen. Ele possui uma licença de treinador de futebol. De 1993 a 2003, foi dramaturgo e pedagogo teatral no Grips Theater de Berlim, dedicando-se especialmente ao incentivo a novos autores. De 2003 a 2011, dirigiu o Junges Schauspiel de Düsseldorf. Posteriormente, foi diretor artístico do Grips Theater de Berlim por cinco anos. Na temporada 2016/17, retornou a Düsseldorf como diretor do Junges Schauspiel.
As montagens do Junges Schauspiel são convidadas para festivais e apresentações em turnê em todo o mundo, por exemplo, no Congresso Mundial da Assitej, no encontro teatral “Augenblickmal!” em Berlim, no “Kinderstücke” de Mülheim, nos festivais Westwind na Renânia do Norte-Vestfália, na Áustria, Itália, Polônia, Ucrânia, Nigéria, África do Sul, Japão, Coreia do Sul e, há 20 anos, no Brasil, em cooperação com o Teatro Cia. Paideia / São Paulo.
Stefan Fischer-Fels foi, por mais de 20 anos, membro da diretoria da Assitej Alemanha e, por 10 anos, da diretoria da Assitej Internacional, a rede mundial de teatros para o público jovem, que se empenha pelo direito das crianças à arte e à participação cultural, bem como pela profissionalização da área de teatro para crianças e adolescentes em todo o mundo. Ambas as associações o nomearam recentemente membro honorário.


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Encontro Mesas Nacional

MESA DE REFLEXÃO: Infâncias em zonas de conflito

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 12+

Duração: 60 min.

SINOPSE:  A partir da experiência de Aline Moreno no Palhaços sem Fronteiras e de Reinaldo Nascimento com a Pedagogia da Emergência, a mesa propõe uma reflexão a respeito da infância e juventude em zonas de conflito. Quais condições específicas de desenvolvimento crianças e jovens enfrentam ao crescerem em regiões ou situações extremas? Qual a urgência de ações artísticas e pedagógicas que abram espaços lúdicos através dos quais possam imaginar possibilidades para além de suas realidades imediatas?

SOBRE OS PARTICIPANTES:

Aline Moreno é atriz, palhaça, socióloga, especialista em Psicotrauma, fundadora e diretora executiva do Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Há mais de 20 anos dedica sua trajetória à pesquisa e à prática da palhaçaria como linguagem artística e ferramenta de cuidado, encontro e transformação social. Desde 2005, atua em projetos artísticos e em contextos de crises humanitárias no Brasil e em diferentes países, desenvolvendo ações que unem arte, escuta e fortalecimento comunitário. É professora da Casa 11, onde compartilha sua experiência em palhaçaria e intervenção social, e foi vencedora do Prêmio APCA de Melhor Espetáculo de Palhaçaria por Memorável – Histórias Notáveis.

Reinaldo Nascimento é educador físico, neuropsicopedagogo, pedagogo de emergência e pedagogo do trauma com especialização em violência sexualizada, violência escolar e no trabalho com crianças refugiadas. Cofundador e presidente da Associação da Pedagogia de Emergência no Brasil. Membro e coordenador pedagógico das intervenções do time internacional da Pedagogia de Emergência Sem Fronteiras. Esteve no Quênia, nas Filipinas, Líbano, Faixa de Gaza, Iraque, Nepal, França, Equador, México, Colômbia, EUA, Moçambique, Turquia, Ucrânia e Egito. No Brasil esteve em Janaúba e em Brumadinho. Em Boa Vista e Pacaraima trabalhou com professores refugiados da Venezuela. No Rio Grande do Sul trabalhou em vários abrigos e na formação de professores. Reinaldo também trabalha na formação em pedagogia de emergência e trauma nos EUA, Alemanha, Espanha, França, Iraque, Líbano, Ucrânia, Egito, Peru e México.

MEDIAÇÃO
Ana Luiza Junqueira é bacharel em Artes Cênicas pela UNICAMP e licenciada em artes. Desenvolveu a Iniciação Científica (2008) – CNPQ/PIBIC “O Gestus nas Personagens Femininas de O Sr. Puntila e Seu Criado Matti. Estudo sobre o Gesto (uma perspectiva brasileira)” sob orientação de Verônica Fabrini. Atual diretora artística da Cia. Paideia, dirigiu dois espetáculos para a primeira infância João Bobo e Festa no Céu, que participou de festivais na Turquia em 2025 e escreveu e dirigiu o espetáculo Adivinhona (2026). Indicada ao Prêmio APCA Melhores de 2024 – Teatro Infanto-Juvenil com Pepé e Carmela. Dirigiu a performance realizada no Brasil do Congresso Internacional da Juventude “Future (T)here: Urgent Interactions” com jovens da África do Sul, Alemanha e Brasil. Em 2017 estudou canto na MLC-Academy de Nottingham, Reino Unido, e fez o curso “Ten Great Film Composers” no Broadway Cinema, em Nottingham, Reino Unido. Co-produz o Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude desde 2012. Participou em 2014 como jurada da convocatória pública Arte y Cultura para la Vida da Secretaria de Cultura de Medellin, Colômbia. Com o Grupo Cassandra criou e produziu o Festival Flaskô Fábrica de Cultura, na cidade de Sumaré – SP.

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Encontro Nacional

Encontro com a ASSITEJ Brasil

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 12+

Duração: 60 min.

SINOPSE: Nossa atividade vai apresentar – e também abrir espaço para discussão sobre – propostas da ASSITEJ Brasil no campo das artes cênicas para crianças e jovens. Algumas indagações orientam esta ação: aos 30 anos de existência, qual é hoje o perfil da nossa Associação? Quais futuros desejamos construir, para nós criadoras/es e para nossos públicos? Como identificar possíveis alianças e parcerias em um setor tão complexo e dinâmico? Como podemos juntxs fortalecer o nosso setor, a partir do reconhecimento das nossas potencialidades e das nossas especificidades?


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Bonecos Internacional Peças

PU, der Bär

Figurentheater Margrit Gysin

Ingressos: Gratuito

Idioma: Alemão com tradução simultânea em Português

Indicação etária: 5+

Duração: 45 min.

SINOPSE:  As histórias engraçadas e cheias de fantasia de Winnie Pu e seus amigos são inspiradas nos bichinhos de pelúcia dos quartos das crianças.

Pu, o urso que adora mel, vive aventuras malucas com o Leitão, o Coelho, o Burro, a Coruja e o Canguru. Diante das coisas mais inacreditáveis, Pu sempre diz “Ah, tá”.

Sim, a felicidade não é nada grandioso; ela está nas pequenas coisas do dia a dia.

(livremente adaptado de A.A. Milne)

SOBRE A ARTISTA: Margrit Gysin formou-se pela escola de teatro Jaques Lecoq em Paris e fez o seminário para professores de jardim de infância em Berna. A partir de 1976, Margrit Gysin dedicou-se inteiramente ao teatro de formas animadas hoje chamado Figurentheater Margrit Gysin. Além de seu trabalho como atriz, é professora adjunta na área da Pedagogia Teatral, Teatro de Animação e Criatividade em diferentes Escolas de Arte e Escolas Técnicas na Alemanha e no exterior, inclusive em Berlim, Stuttgart e Praga desde 1980. É diretora artística da formação acadêmica em teatro de fantoches da Associação de formação do Figurentheater. Margrit também participa da organização Artistas sem Fronteiras. Entre suas peças mais famosas estão a adaptação de Momo (1979), Wurzelkinder (1982), Die Sterntaler (1988), Mimi und Brumm (de 2000). Com mais de trinta produções, o Figurentheater Margrit Gysin foi convidado a inúmeros festivais de teatro de animação em vários países do mundo incluindo Índia, Israel, Afeganistão, Paquistão e Tanzânia e também foi premiado nos festivais internacionais de teatro de bonecos em Zagreb, México e em Viena por suas peças. Ganhou o Prêmio de Teatro Suíço 2017


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Nacional Oficinas

OFICINA: O corpo como bússola: sentir, querer, consentir

Caroline Amanda (Yoni das Pretas), São Paulo/SP

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 14+

Duração: 180 min.

Inscrição: Clique aqui

SINOPSE: Uma experiência de investigação do corpo como território de percepção, autonomia, relação e expressão.

A oficina convida jovens a aproximarem-se de seus corpos como fontes de conhecimento sobre si, sobre os outros e sobre o mundo, articulando sexualidade, raça, gênero, subjetividade e expressão a partir de uma perspectiva de cuidado, autonomia e dignidade.

SOBRE A ARTISTA : Caroline Amanda é cientista social, psicanalista, pesquisadora, especialista em Saúde Íntima, Reprodutiva e Sexual e Mestra em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Fundadora da Yoni das Pretas, atua na interface entre corpo, sexualidade, subjetividade, cuidado, ancestralidade e justiça social, desenvolvendo processos de pesquisa, educação e cuidado voltados especialmente às experiências de mulheres negras e comunidades afro-pindorâmicas.

Sua trajetória reúne quase duas décadas de atuação em processos individuais e coletivos e uma pesquisa acadêmica dedicada às relações entre corpo, memória, ancestralidade, matripotência e formas de existência e reexistência.

A Yoni das Pretas é uma plataforma de pesquisa, cuidado, educação e mobilização social fundada em 2018 por Caroline Amanda.

Entre suas frentes está a Yoni das Pretinhas, dedicada a experiências com meninas e adolescentes, com foco em autonomia corporal, dignidade, educação sexual, proteção e construção de futuros.

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Nacional Peças Performance Universitário

 Chilique

Turma 76 (EAD/ECA/USP)

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 16+

Duração: 90 minutos

SINOPSE: Uma facção de mulheres, inspiradas por Virginia Woolf (Um Teto Todo Seu), questiona o papel da mulher na ficção. Para isso, elas analisam a representação da mulher na obra do autor francês contemporâneo Édouard Louis (Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta). Chilique é o resultado de um processo de criação junto aos alunos do terceiro ano da Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), com coordenação pedagógica de Mariana Senne e Maria Tendlau.

SOBRE O GRUPO: FACÇÃO – FICÇÃO: O processo com a TURMA 76 intuiu alguns campos teóricos e poéticos que foram desenvolvidos ao longo de 4 meses. Primeiro, uma ideia de “contemporaneidade” ou “estética contemporânea”, com sua necessária tradução dos vieses políticos evocados por cada escolha da encenação. Como a turma iria estudar Brecht, em segundo lugar, achamos necessário localizar a opção pelo épico e suas implicações como estratégia formal. Embora muito presente no teatro contemporâneo genericamente, nosso recorte épico é uma escolha essencialmente política. Este enfoque nos levou à criação de um coro, chamado não casualmente de facção, que vem para a cena se posicionar realizando um estudo de caso. Esta facção é inspirada por Virginia Woolf em seu livro Um Teto Todo Seu e, como no livro, nossa facção deseja investigar a mulher e a ficção. O estudo de caso, suporte do texto e dos olhares épicos de nossa facção, é a observância da representação da mulher na obra de Édouard Louis. Assim, estudamos sua literatura, mas qualificamos nosso olhar com a leitura fragmentada de diverses teóriques: Mark Fischer, Silvia Federicci, Paul B. Preciado, Virginie Despentes, Hakim Bey, Angela Davis, Jodi Dean, Bini Adamczak e Jota Mombaça. Convidamos vocês a afiar seu olhar conosco em nosso chilique.

Mariana Senne e Maria Tendlau são artistas de uma determinada geração de criadoras da cena, com origens na Cia. São Jorge, na Companhia do Latão, no Coletivo Bruto e em estudos com Francisco Medeiros. A partir da gargalhada compartilhada, do pensamento crítico, da experimentação e das explosões espontâneas de pensamento e associação, Mariana Senne e Maria Tendlau colocam em cena os escombros, os corpos precarizados e os espaços de vida expropriados pelo capitalismo avançado em formações para o prazer, para a solidariedade, para a luta política e para a amizade. 

FICHA TÉCNICA:

Direção: Mariana Senne


Dramaturgia: Maria Tendlau


Performers: Ana B; Arami Argüello; Beatriz Galli; Bruna Tovian; Carolayne Coelho; Clarice Chaui; Danco; Danee Amorim; Fernanda Gama; Hérllon De Abreu Ataliba; Hiel; Josi Costa; Kelvin Tertuliano; Lucas Ramos; Lucaz Eusébio; Matheus Salgado; Mirielen Dollvik; Natália Ueda; Otto Furtado; Pedro Máximo e Zahra.


Som: Zahra; Maria Tendlau (Raphito Oliveira co-criação)


Vídeo: Otto Furtado e Bruna Carvalho


Luz: Denilson Marques (desenho de luz)


Direção de arte: Jan Brokof e Turma 76


Operadora de luz: Evelen Castro Sidrim


Produção: Turma 76


Atores criadores envolvidos no processo:
Paloma Angelo e  Raphito Oliveira


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Interativo Internacional Oficinas

OFICINA: The Drop – Medos, sonhos e vivências na pandemia

Liesbeth Coltof, Lutz Hübner e Sarah Nemitz, Holanda e Alemanha

Ingressos: Gratuito

Idioma: Inglês com tradução para Português

Indicação etária: +14

Duração: 120 min

Inscrições: Clique aqui

SINOPSE: Nesta oficina, vamos falar sobre a “pandemia” – como você viveu esse período? O que você sonhou? Do que você teve medo? Essas foram as perguntas que fizemos aos jovens de Düsseldorf e Berlim durante a preparação da peça “The Drop” em equipe. Vamos compartilhar essas experiências. E, juntos, refletiremos sobre o que “resiliência” pode significar – na peça e para nós nesta oficina.

SOBRE OS ARTISTAS:

Liesbeth Coltof é considerada uma figura de destaque no teatro contemporâneo para crianças e jovens na Holanda. Seu trabalho transcende fronteiras culturais e geográficas e tem inspirado muitas pessoas, tanto no âmbito nacional quanto internacional. De 1989 a 2019, foi diretora artística da Toneelmakerij (Companhia de Teatro em Amsterdã), onde criou uma ampla variedade de produções, sempre buscando a colaboração com artistas de diversas origens e de diferentes formas de arte. Também trabalhou regularmente em regiões devastadas pela guerra ou pela ocupação, incluindo a Bósnia, o Irã, Gaza e a Cisjordânia. Por seu trabalho, recebeu o prestigioso Prêmio Prins Bernhard Cultuurprijs, foi nomeada Cavaleira da Ordem do Leão dos Países Baixos e foi homenageada com o Prêmio VSCD por Conquistas ao Longo da Vida e a Medalha de Prata da Cidade de Amsterdã. Internacionalmente, recebeu o Prêmio de Excelência da ASSITEJ por seu trabalho e sua influência no desenvolvimento do teatro para jovens em todo o mundo. Depois de deixar a Toneelmakerij, trabalhou na Alemanha com diversas companhias e espaços teatrais, onde ganhou duas vezes o Prêmio Fausto de Teatro. Na Holanda, criou várias produções importantes em locais específicos em Twente e Groningen. Juntamente com Dennis Meyer, fundou também a 10children – art for change, uma iniciativa que utiliza a arte em todo o mundo para amplificar as vozes de crianças que crescem em circunstâncias financeiramente e socialmente vulneráveis.

Lutz Hübner nasceu em 1964 em Heilbronn. Após cursar Filologia Germânica, Filosofia e Sociologia em Münster, iniciou em 1986 sua formação como ator na Escola Superior de Música e Teatro de Saarbrücken. De 1990 a 1996, Hübner trabalhou como ator e diretor no Rheinisches Landestheater de Neuss e no Teatro de Magdeburg. Desde 1996, é escritor e diretor autônomo. Sua peça “O Coração de um Boxeador” foi premiada em 1998 com o Prêmio Alemão de Teatro Juvenil. Em 2005, sua peça “Hotel Paraiso” foi convidada para o Berliner Theatertreffen. Peças como “Gretchen 89 ff.”, “Ehrensache” ou “Frau Müller muss weg” fazem de Lutz Hübner, desde o final dos anos 90, um dos dramaturgos de língua alemã mais encenados. Em 2009, sua peça “Geisterfahrer” (estreia no Staatstheater Hannover) e, em 2011, sua peça “Die Firma dankt” (estreia no Staatsschauspiel Dresden) foram convidadas para o Mülheimer Theatertage. Em 2015, Lutz Hübner integrou o júri do “Stückemarkt” do Berliner Theatertreffen. Em 2016, ele foi agraciado com o Prêmio dos Autores da Fundação de Autores de Frankfurt. A maioria de suas peças é criada em colaboração com Sarah Nemitz. No Düsseldorfer Schauspielhaus, desde a temporada 2016/17, está em cartaz a peça “Willkommen أهلا وسهلا” (direção: Sönke Wortmann).

Sarah Nemitz nasceu em Düsseldorf e cresceu em Colônia. Lá, ela estudou dança no Instituto de Dança Cênica e, posteriormente, filologia alemã, filosofia e história da arte, até se dedicar ao teatro. Como atriz, atuou no Rheinisches Landestheater Neuss de 1989 a 1993. Seguiram-se contratos, entre outros, no Teatro de Magdeburg, no Teatro de Bielefeld, bem como trabalhos no cinema e na televisão, por exemplo, em “Rosenstraße” e “Jahrestage”, de Margarethe von Trotta. Desde 2001, mantém uma colaboração contínua com Lutz Hübner; a dupla de autores está entre os dramaturgos de maior sucesso nos palcos alemães. Em 2015, a peça de sucesso de Hübner e Nemitz, “Frau Müller muss weg”, chegou aos cinemas alemães na adaptação cinematográfica de Sönke Wortmann – o filme alcançou mais de um milhão de espectadores e recebeu inúmeros prêmios. As peças de Hübner e Nemitz foram traduzidas para mais de uma dúzia de idiomas e são encenadas em todo o mundo. Entre seus contratantes estão as mais renomadas casas de teatro alemãs.

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Musical Nacional Peças

Jhuca Tchutchuca em: Esse Sou Eu

Trupe de Truões

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

**Acessibilidade: Libras (na segunda-feira, 28.09, 10h)

Indicação etária: +10

Duração: 80 min.

SINOPSE:  A peça conta a história do palhaço Juca Tchutchuca e de sua rotina de adolescente. A cada dia ele busca a liberdade para ser ele mesmo, sem obedecer padrões. Até que um dia, após uma crise existencial, Jhuca decide mudar sua história.

SOBRE O GRUPO: A Trupe de Truões é um grupo de teatro profissional de Uberlândia-MG fundado em 2002. O grupo é núcleo regional da ASSITEJ Brasil, Ponto de Cultura e mantém um Espaço Cultural chamado Ponto dos Truões desde 2002, onde desenvolve apresentações teatrais próprias e de outros artistas, aulas da Escola de Teatro da Trupe de Truões e onde também realiza eventos culturais como a Mostra de Teatro Casa Aberta, a Mostra de Cinema Casa Aberta, o Seminário de Teatro Infantojuvenil, entre outras. Nas últimas montagens destinadas ao público infantil a Trupe de Truões vem buscando ampliar seu olhar para os temas abordados nos seus espetáculos, tanto a partir de reflexões e estudos realizados por seus integrantes, quanto pela participação em oficinas e congressos que discutem o teatro para crianças e jovens. Em seu percurso a Trupe de Truões já estreou mais 15 espetáculos artísticos. Na linguagem da palhaçaria, o grupo desenvolveu e manteve durante mais de 05 anos o NuPePa (Núcleo de Pesquisa em Palhaçaria). Formado por um grupo de palhaços pesquisadores, o NuPePa realizou durante esse tempo encontros semanais de treinamento e estudo, criação e apresentação de gags e cenas curtas, apoio à criação de espetáculos de seus integrantes e realizou um Festival Palhaçaria em Cena – Festival de Cenas Curtas.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: Cássio Machado, Ricardo Augusto e Ronan Vaz

Direção: Cássio Machado e Ronan Vaz

Ator: Ricardo Augusto

Figurino, Cenografia e Iluminação: Ronan Vaz

Assistente técnico: Adriel Parreira

Operação de Luz: Ronan Vaz

Produção Musical: Danilo Aguiar

Operação de Som: Cássio Machado

Música Original: Ênio Bernardes

Intérprete (Música Original): Vitor Hugo

Preparação corporal: Cássio Machado

Coreografia: Isabela Palhares

Identidade Visual: Folksonomias (Carlos Gabriel Ferreira e Gabriel Rodrigues)

Fotografias: Rangel Retratos

Realização: Trupe de Truões



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Internacional Peças

Tengo una muñeca en el ropero

Grupo de Teatro “Buenos Aires” de la Universidad Popular de Belgrano

Argentina

Ingressos: Gratuito

Idioma: Espanhol com legenda em Português

Indicação etária: 13+

Duração: 60 minutos

SINOPSE:  Julián tem que mudar seu guarda roupa, aquele que usava quando era pequeno e no qual muitos de seus tesouros e segredos (não tão secretos assim) estão guardados: a bola de futebol, a camiseta de basquete, as revistas do Batman, a Barbie que roubou de sua irmã e que para escondê-la teve que embrulhá-la em um casaco e deixar na prateleira mais alta, porque brincar com bonecas era algo proibido. Através dos objetos da sua infância que vai encontrando, Julián reconstrói os momentos de sua vida em que teve que enfrentar sua homossexualidade frente sua família e seus amigos.

SOBRE O GRUPO:  O GTBA (Grupo de Teatro “Buenos Aires”) é um grupo de teatro independente, que desenvolve seu trabalho com o apoio institucional da Universidad Popular de Belgrano. Desde sua fundação, em 1983, estreou vinte e três espetáculos para crianças. A busca foi a de um teatro de autor, com conteúdos que apelassem aos interesses profundos da criança, com temáticas ligadas à sua experiência e nível de maturidade, e a possibilidade de identificação fosse a regra que guiasse a ação no palco. Um teatro para crianças que valorizasse a palavra como elemento essencial da comunicação humana, base de toda a história teatral que é a base da nossa cultura.

FICHA TÉCNICA: