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Bonecos Internacional Peças

PU, der Bär

Figurentheater Margrit Gysin

Ingressos: Gratuito

Idioma: Alemão com tradução simultânea em Português

Indicação etária: 5+

Duração: 45 min.

SINOPSE:  As histórias engraçadas e cheias de fantasia de Winnie Pu e seus amigos são inspiradas nos bichinhos de pelúcia dos quartos das crianças.

Pu, o urso que adora mel, vive aventuras malucas com o Leitão, o Coelho, o Burro, a Coruja e o Canguru. Diante das coisas mais inacreditáveis, Pu sempre diz “Ah, tá”.

Sim, a felicidade não é nada grandioso; ela está nas pequenas coisas do dia a dia.

(livremente adaptado de A.A. Milne)

SOBRE A ARTISTA: Margrit Gysin formou-se pela escola de teatro Jaques Lecoq em Paris e fez o seminário para professores de jardim de infância em Berna. A partir de 1976, Margrit Gysin dedicou-se inteiramente ao teatro de formas animadas hoje chamado Figurentheater Margrit Gysin. Além de seu trabalho como atriz, é professora adjunta na área da Pedagogia Teatral, Teatro de Animação e Criatividade em diferentes Escolas de Arte e Escolas Técnicas na Alemanha e no exterior, inclusive em Berlim, Stuttgart e Praga desde 1980. É diretora artística da formação acadêmica em teatro de fantoches da Associação de formação do Figurentheater. Margrit também participa da organização Artistas sem Fronteiras. Entre suas peças mais famosas estão a adaptação de Momo (1979), Wurzelkinder (1982), Die Sterntaler (1988), Mimi und Brumm (de 2000). Com mais de trinta produções, o Figurentheater Margrit Gysin foi convidado a inúmeros festivais de teatro de animação em vários países do mundo incluindo Índia, Israel, Afeganistão, Paquistão e Tanzânia e também foi premiado nos festivais internacionais de teatro de bonecos em Zagreb, México e em Viena por suas peças. Ganhou o Prêmio de Teatro Suíço 2017


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A Menina dos Olhos d’Água

Coletivo Gompa

Porto Alegre/Rio Grande do Sul

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 6+

Duração: 45 min.

*Bate-papo após o espetáculo

SINOPSE: A Menina dos Olhos d’Água é uma produção do Coletivo Gompa, tendo parceiros do Brasil, Alemanha, Cuba e Chile. O espetáculo mistura teatro de formas animadas com teatro documentário multimídia para crianças, mostrando um trânsito entre imagens reais em cena, bonecos e vídeos. Parte de uma situação específica para falar sobre pertencimento, exílio, deslocamento, perda e superação. O espetáculo aborda de forma poética a situação dos refugiados climáticos e a superação de uma criança diante de catástrofes ambientais.

SOBRE O GRUPO: O Coletivo GOMPA é um grupo de artistas que desenvolve projetos de experimentação em dramaturgia e linguagem cênica, pesquisando cruzamentos entre teatro, dança, música, artes visuais e audiovisual, com ênfase na fusão das diferentes artes como princípio narrativo. O grupo, criado em 2014, possui uma atenção especialmente voltada a experimentações de linguagens que ampliem os limites do que compreendemos por teatro para adultos e teatro para público infantojuvenil, bem como para a criação de obras que partam de histórias orais e narrativas documentais. A maior parte das obras criadas pelo coletivo possui dramaturgia autoral, composta colaborativamente em processo de ensaio. O Coletivo Gompa vem se destacando internacionalmente por suas produções voltadas ao público infanto-juvenil, tendo apresentado sua última obra para crianças, “Frankinh@”, em importantes festivais como o 21st ASSITEJ World Congress & Performing Arts Festival for Children & Young People em Cuba (2024) e o Kingfestival na Rússia (2023), além de festivais no Brasil. Criou também “Chapeuzinho Vermelho”, a partir do texto de Joël Pommerat, apresentado-se nos mais importantes festivais nacionais e recebendo 54 indicações e 24 prêmios ao redor do país. Agora, o Coletivo GOMPA traz A Menina dos Olhos d’água, que realizou residência e pré-estreia em Munique, na Alemanha, além de ter circulado por importantes cidades do Brasil e da América Latina.

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Sonho e Ohnos

Caixa de Imagens

Ingressos: Gratuito

Idioma: Sem palavras

Indicação etária:  8+

Duração: Sessões individuais de 4 minutos

SINOPSE:  Sonho e Ohnos apresenta a força lírica do mestre Kazuo Ohno, uma das fontes criadoras da dança butoh, que se define como uma arte da alma e do corpo, que fascina pelo seu poder de síntese da imagem-mensagem cênica.

‘Era como se eu estivesse vendo Kazuo Ohno. Não era porque se parecesse com ele. Fora o seu tamanho, o boneco naquela penumbra freneticamente forçando os limites do corpo, parecia um grande aventureiro para os meus olhos. Eu acreditei que era Kazuo Ohno. Uma incrível e interessante interpretação de Kazuo Ohno. Mas era mais do que isso. A penumbra dentro das quatro paredes tornou-se um espaço preenchido com memórias nostálgicas e o boneco uma grande ilusão, uma miragem, ou quem sabe um “sonho” como bem sugere o título do espetáculo em português. Eu convidei o Caixa de Imagens para se apresentar no Festival Kazuo Ohno em 2008. Eu quis compartilhar esta representação que havia no Brasil e que captura Kazuo Ohno de um modo realmente único.’ (Toshio Mizohata – produtor do Instituto Kazuo Ohno)

SOBRE O GRUPO: O Grupo Caixa de Imagens, completa, em 2026, trinta e dois anos de carreira. O trabalho desenvolvido por esse grupo tem sido uma das raras unanimidades no cenário das artes do palco no Brasil e no mundo. É considerado um dos mais criativos e respeitados grupos de teatro, tanto pela sua pesquisa, quanto pela realização requintada de seus espetáculos, coerente e fiel aos seus princípios artísticos, passando sem resvalar nos modismos dos constantes pedidos do marketing cultural. Sua trajetória artística leva-os à construção de novos parâmetros na relação espetáculo/público/espaço cênico. Seus espetáculos se caracterizam por uma dramaturgia que se desenvolve na busca da poesia visual pelo mergulho na profundidade da alma humana. São artistas inteiramente identificados com seu país e não fazem do resultado cênico um espelho explícito do Brasil em que vivem, mas tratam-no como fruto do que pensam sobre a realidade. E se seus espetáculos, ora com imagens, ora com palavras, são considerados encantadores, trabalham num encanto que acalanta no ardor pela vida solidária. São 15 editais de política cultural pública nos âmbitos federal, estadual e municipal, inúmeros festivais de arte pelo mundo, mostras e projetos sociais realizados que resultam de uma carreira nacional e internacional, na qual o grupo percorreu, até então, mais de 800 cidades, 04 continentes e 13 países, somando um número aproximado três milhões e meio de espectadores, o que é uma proeza tratando-se de um grupo cuja proposta de trabalho tem um cunho intimista.