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Nacional Palhaçaria

Cerimônia de Encerramento

Idioma: Português

Indicação etária: +14

Duração: 60 min

SINOSPE: O encerramento do festival contará com uma grande celebração. Estarão presentes muitos dos nossos principais parceiros ao longo dessas duas décadas e relembraremos juntos grandes momentos desses encontros. Atravessamos mares, criamos espetáculos juntos, descobrimos e nos redescobrimos no olhar de outros artistas, percebemos que a infância e a juventude não são as mesmas nem no tempo, nem no espaço. O Festival reúne as diferenças com o grande objetivo de criar, comunicar e romper fronteiras.

Como não poderia faltar, a palhaça Manela fará sua tradicional performance, celebrando, mais uma vez, o acaso e a imperfeição, nos lembrando que é no descompasso que nasce a graça.

SOBRE A ARTISTA:  Paola Musatti é atriz, palhaça e facilitadora, com uma trajetória dedicada à arte, à palhaçaria e à formação de artistas.

Formada pela Escola de Arte Dramática da ECA-USP (1997), iniciou sua formação circense em 1992, no Circo Escola Picadeiro. Em 2004, fundou, ao lado de Vera Abbud, a Cia Pelo Cano, companhia dedicada à pesquisa e à prática da palhaçaria.

Desde 1997, integra o elenco dos Doutores da Alegria, onde também atua na formação de novos palhaços. Desde 2013, faz parte do Coletivo Sampalhaças.

Em 2017, foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz pelo espetáculo O Jardim do Imperador, no Prêmio SP de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem – FEMSA. Na televisão, integrou por dois anos o elenco do Quintal da Cultura.

Como facilitadora, já conduziu workshops e processos de formação em palhaçaria para grupos de palhaços e profissionais de hospitais em diferentes regiões do Brasil, entre eles Doutores Risonhos, Narizes de Plantão, Especialistas da Alegria, Pronto Sorrir, Canto Cidadão, Risologistas do Riso, Doutores Atipalhaços, Plantão Sorriso e Encontro de Palhaços Euriso, além de companhias e grupos de teatro como Cia. Paideia de Teatro, Trupe Quebrando a Tamanca, Cia Bendita de Teatro.

Sua trajetória une experiência de palco, pesquisa em palhaçaria e uma prática de formação construída ao longo de décadas, sempre valorizando o jogo, a escuta, a presença e o encontro com o outro.

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Internacional Nacional Oficinas

OFICINA: Cabra Cega

Ingressos: Gratuito

Idioma: Alemão com tradução para Português

Indicação etária: 14+

Duração: 120 min

Inscrições: Clique aqui

SINOSPE: A oficina propõe a problematização de questões etnico-raciais a partir de histórias documentadas sobre quatro crianças judias de Czernowitz, da atual Ucrânia, que sobreviveram ao holocausto e experiências do pedagogo da emergência Reinaldo Nascimento, que desenvolveu trabalhos com crianças e jovens no Quênia, Faixa de Gaza, Iraque, México, Colômbia, Moçambique, Turquia, Ucrânia e Egito, dentre outros.

O que lhes dá força para sobreviver? 

A pergunta será transposta aos participantes, convidando-os a tecer narrativas a partir de suas experiências e distintas realidades.


SOBRE OS ARTISTAS:  

Matthias Richter é historiador especializado na Europa Oriental, mediador cultural e, entre outras funções, presidente da Associação para a Promoção da Geminação entre Düsseldorf e Czernowitz, além de ser coordenador dos projetos “A Memória Une – Transcontinental”, “Tracks of Memory” e muitos outros. Mora em Düsseldorf.

Reinaldo Nascimento é educador físico, neuropsicopedagogo, pedagogo de emergência e pedagogo do trauma com especialização em violência sexualizada, violência escolar e no trabalho com crianças refugiadas. Cofundador e presidente da Associação da Pedagogia de Emergência no Brasil. Membro e coordenador pedagógico das intervenções do time internacional da Pedagogia de Emergência Sem Fronteiras.

Stefan Fischer-Fels: Nascido em 1964 em Berlim, estudou atuação, pedagogia, sociologia e psicologia em Stuttgart e Tübingen. Ele possui uma licença de treinador de futebol. De 1993 a 2003, foi dramaturgo e pedagogo teatral no Grips Theater de Berlim, dedicando-se especialmente ao incentivo a novos autores. De 2003 a 2011, dirigiu o Junges Schauspiel de Düsseldorf. Posteriormente, foi diretor artístico do Grips Theater de Berlim por cinco anos. Na temporada 2016/17, retornou a Düsseldorf como diretor do Junges Schauspiel.
As montagens do Junges Schauspiel são convidadas para festivais e apresentações em turnê em todo o mundo, por exemplo, no Congresso Mundial da Assitej, no encontro teatral “Augenblickmal!” em Berlim, no “Kinderstücke” de Mülheim, nos festivais Westwind na Renânia do Norte-Vestfália, na Áustria, Itália, Polônia, Ucrânia, Nigéria, África do Sul, Japão, Coreia do Sul e, há 20 anos, no Brasil, em cooperação com o Teatro Cia. Paideia / São Paulo.
Stefan Fischer-Fels foi, por mais de 20 anos, membro da diretoria da Assitej Alemanha e, por 10 anos, da diretoria da Assitej Internacional, a rede mundial de teatros para o público jovem, que se empenha pelo direito das crianças à arte e à participação cultural, bem como pela profissionalização da área de teatro para crianças e adolescentes em todo o mundo. Ambas as associações o nomearam recentemente membro honorário.


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Encontro Mesas Nacional

MESA DE REFLEXÃO: Infâncias em zonas de conflito

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 12+

Duração: 60 min.

SINOPSE:  A partir da experiência de Aline Moreno no Palhaços sem Fronteiras e de Reinaldo Nascimento com a Pedagogia da Emergência, a mesa propõe uma reflexão a respeito da infância e juventude em zonas de conflito. Quais condições específicas de desenvolvimento crianças e jovens enfrentam ao crescerem em regiões ou situações extremas? Qual a urgência de ações artísticas e pedagógicas que abram espaços lúdicos através dos quais possam imaginar possibilidades para além de suas realidades imediatas?

SOBRE OS PARTICIPANTES:

Aline Moreno é atriz, palhaça, socióloga, especialista em Psicotrauma, fundadora e diretora executiva do Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Há mais de 20 anos dedica sua trajetória à pesquisa e à prática da palhaçaria como linguagem artística e ferramenta de cuidado, encontro e transformação social. Desde 2005, atua em projetos artísticos e em contextos de crises humanitárias no Brasil e em diferentes países, desenvolvendo ações que unem arte, escuta e fortalecimento comunitário. É professora da Casa 11, onde compartilha sua experiência em palhaçaria e intervenção social, e foi vencedora do Prêmio APCA de Melhor Espetáculo de Palhaçaria por Memorável – Histórias Notáveis.

Reinaldo Nascimento é educador físico, neuropsicopedagogo, pedagogo de emergência e pedagogo do trauma com especialização em violência sexualizada, violência escolar e no trabalho com crianças refugiadas. Cofundador e presidente da Associação da Pedagogia de Emergência no Brasil. Membro e coordenador pedagógico das intervenções do time internacional da Pedagogia de Emergência Sem Fronteiras. Esteve no Quênia, nas Filipinas, Líbano, Faixa de Gaza, Iraque, Nepal, França, Equador, México, Colômbia, EUA, Moçambique, Turquia, Ucrânia e Egito. No Brasil esteve em Janaúba e em Brumadinho. Em Boa Vista e Pacaraima trabalhou com professores refugiados da Venezuela. No Rio Grande do Sul trabalhou em vários abrigos e na formação de professores. Reinaldo também trabalha na formação em pedagogia de emergência e trauma nos EUA, Alemanha, Espanha, França, Iraque, Líbano, Ucrânia, Egito, Peru e México.

MEDIAÇÃO
Ana Luiza Junqueira é bacharel em Artes Cênicas pela UNICAMP e licenciada em artes. Desenvolveu a Iniciação Científica (2008) – CNPQ/PIBIC “O Gestus nas Personagens Femininas de O Sr. Puntila e Seu Criado Matti. Estudo sobre o Gesto (uma perspectiva brasileira)” sob orientação de Verônica Fabrini. Atual diretora artística da Cia. Paideia, dirigiu dois espetáculos para a primeira infância João Bobo e Festa no Céu, que participou de festivais na Turquia em 2025 e escreveu e dirigiu o espetáculo Adivinhona (2026). Indicada ao Prêmio APCA Melhores de 2024 – Teatro Infanto-Juvenil com Pepé e Carmela. Dirigiu a performance realizada no Brasil do Congresso Internacional da Juventude “Future (T)here: Urgent Interactions” com jovens da África do Sul, Alemanha e Brasil. Em 2017 estudou canto na MLC-Academy de Nottingham, Reino Unido, e fez o curso “Ten Great Film Composers” no Broadway Cinema, em Nottingham, Reino Unido. Co-produz o Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude desde 2012. Participou em 2014 como jurada da convocatória pública Arte y Cultura para la Vida da Secretaria de Cultura de Medellin, Colômbia. Com o Grupo Cassandra criou e produziu o Festival Flaskô Fábrica de Cultura, na cidade de Sumaré – SP.

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Encontro Nacional

Encontro com a ASSITEJ Brasil

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 12+

Duração: 60 min.

SINOPSE: Nossa atividade vai apresentar – e também abrir espaço para discussão sobre – propostas da ASSITEJ Brasil no campo das artes cênicas para crianças e jovens. Algumas indagações orientam esta ação: aos 30 anos de existência, qual é hoje o perfil da nossa Associação? Quais futuros desejamos construir, para nós criadoras/es e para nossos públicos? Como identificar possíveis alianças e parcerias em um setor tão complexo e dinâmico? Como podemos juntxs fortalecer o nosso setor, a partir do reconhecimento das nossas potencialidades e das nossas especificidades?


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Nacional Oficinas

OFICINA: O corpo como bússola: sentir, querer, consentir

Caroline Amanda (Yoni das Pretas), São Paulo/SP

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 14+

Duração: 180 min.

Inscrição: Clique aqui

SINOPSE: Uma experiência de investigação do corpo como território de percepção, autonomia, relação e expressão.

A oficina convida jovens a aproximarem-se de seus corpos como fontes de conhecimento sobre si, sobre os outros e sobre o mundo, articulando sexualidade, raça, gênero, subjetividade e expressão a partir de uma perspectiva de cuidado, autonomia e dignidade.

SOBRE A ARTISTA : Caroline Amanda é cientista social, psicanalista, pesquisadora, especialista em Saúde Íntima, Reprodutiva e Sexual e Mestra em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Fundadora da Yoni das Pretas, atua na interface entre corpo, sexualidade, subjetividade, cuidado, ancestralidade e justiça social, desenvolvendo processos de pesquisa, educação e cuidado voltados especialmente às experiências de mulheres negras e comunidades afro-pindorâmicas.

Sua trajetória reúne quase duas décadas de atuação em processos individuais e coletivos e uma pesquisa acadêmica dedicada às relações entre corpo, memória, ancestralidade, matripotência e formas de existência e reexistência.

A Yoni das Pretas é uma plataforma de pesquisa, cuidado, educação e mobilização social fundada em 2018 por Caroline Amanda.

Entre suas frentes está a Yoni das Pretinhas, dedicada a experiências com meninas e adolescentes, com foco em autonomia corporal, dignidade, educação sexual, proteção e construção de futuros.

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Musical Nacional Palhaçaria Peças

 O Concerto – Palhaçaria para Bebês

Grupo de Teatro e Circo Celeiro das Antas

Ingressos: Gratuito

Idioma: Sem palavras

Indicação etária: 6 meses a 5 anos

Duração: 40 minutos

SINOPSE: O espetáculo traz para cena o palhaço Zambelê, um andarilho solitário, que brincando com objetos encontrados, descobre novas possibilidades de se relacionar com os outros, compartilhando suas descobertas. Seu grande momento é quando percebe que pode manipular o som criando ritmos e melodias. Daí, seu próximo passo não poderia ser outro, fazer um concerto.

SOBRE O GRUPO: Fundado na primavera de 1991, o “O Grupo de Teatro Celeiro das Antas” é uma entidade de estudo, pesquisa, montagem e apresentação de peças teatrais e produção de eventos culturais. Seu objetivo é o desenvolvimento de trabalhos voltados à pesquisa e experimentação de linguagens artísticas, dando especial atenção à linguagem cómica, à arte da bobagem e do palhaço. Desde sua fundação, o Celeiro das Antas dialoga, entre outras referências, com as tradições da cultura popular. Posteriormente, o gênero cômico ganhou destaque na trajetória do grupo. O Grupo tem participado de festivais no Brasil e no Exterior.

FICHA TÉCNICA:

Roteiro, Direção e Atuação: Zé Regino

Figurino: Luziária Maria e Zé Regino

Iluminação e operação de luz e som: Caio Maciel

Vídeo: Dayanne

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Nacional Peças Performance Universitário

 Chilique

Turma 76 (EAD/ECA/USP)

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 16+

Duração: 90 minutos

SINOPSE: Uma facção de mulheres, inspiradas por Virginia Woolf (Um Teto Todo Seu), questiona o papel da mulher na ficção. Para isso, elas analisam a representação da mulher na obra do autor francês contemporâneo Édouard Louis (Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta). Chilique é o resultado de um processo de criação junto aos alunos do terceiro ano da Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), com coordenação pedagógica de Mariana Senne e Maria Tendlau.

SOBRE O GRUPO: FACÇÃO – FICÇÃO: O processo com a TURMA 76 intuiu alguns campos teóricos e poéticos que foram desenvolvidos ao longo de 4 meses. Primeiro, uma ideia de “contemporaneidade” ou “estética contemporânea”, com sua necessária tradução dos vieses políticos evocados por cada escolha da encenação. Como a turma iria estudar Brecht, em segundo lugar, achamos necessário localizar a opção pelo épico e suas implicações como estratégia formal. Embora muito presente no teatro contemporâneo genericamente, nosso recorte épico é uma escolha essencialmente política. Este enfoque nos levou à criação de um coro, chamado não casualmente de facção, que vem para a cena se posicionar realizando um estudo de caso. Esta facção é inspirada por Virginia Woolf em seu livro Um Teto Todo Seu e, como no livro, nossa facção deseja investigar a mulher e a ficção. O estudo de caso, suporte do texto e dos olhares épicos de nossa facção, é a observância da representação da mulher na obra de Édouard Louis. Assim, estudamos sua literatura, mas qualificamos nosso olhar com a leitura fragmentada de diverses teóriques: Mark Fischer, Silvia Federicci, Paul B. Preciado, Virginie Despentes, Hakim Bey, Angela Davis, Jodi Dean, Bini Adamczak e Jota Mombaça. Convidamos vocês a afiar seu olhar conosco em nosso chilique.

Mariana Senne e Maria Tendlau são artistas de uma determinada geração de criadoras da cena, com origens na Cia. São Jorge, na Companhia do Latão, no Coletivo Bruto e em estudos com Francisco Medeiros. A partir da gargalhada compartilhada, do pensamento crítico, da experimentação e das explosões espontâneas de pensamento e associação, Mariana Senne e Maria Tendlau colocam em cena os escombros, os corpos precarizados e os espaços de vida expropriados pelo capitalismo avançado em formações para o prazer, para a solidariedade, para a luta política e para a amizade. 

FICHA TÉCNICA:

Direção: Mariana Senne


Dramaturgia: Maria Tendlau


Performers: Ana B; Arami Argüello; Beatriz Galli; Bruna Tovian; Carolayne Coelho; Clarice Chaui; Danco; Danee Amorim; Fernanda Gama; Hérllon De Abreu Ataliba; Hiel; Josi Costa; Kelvin Tertuliano; Lucas Ramos; Lucaz Eusébio; Matheus Salgado; Mirielen Dollvik; Natália Ueda; Otto Furtado; Pedro Máximo e Zahra.


Som: Zahra; Maria Tendlau (Raphito Oliveira co-criação)


Vídeo: Otto Furtado e Bruna Carvalho


Luz: Denilson Marques (desenho de luz)


Direção de arte: Jan Brokof e Turma 76


Operadora de luz: Evelen Castro Sidrim


Produção: Turma 76


Atores criadores envolvidos no processo:
Paloma Angelo e  Raphito Oliveira


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Nacional Oficinas Palhaçaria

OFICINA: Princípios da palhaçaria – Uma Vivência Prática

 Juliana Balsalobre e Marina Quinan ( Las Cabaças), Alter do Chão/Pará

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: +14

Duração: 120 min

SINOSPE: A oficina propõe um encontro prático com os fundamentos da linguagem da palhaçaria, oferecendo um espaço de experimentação, escuta e criação coletiva.

A proposta cria um ambiente acolhedor e provocador, onde o erro deixa de ser obstáculo para tornar-se motor da criação, favorecendo processos criativos, confiança, imaginação e presença.

SOBRE AS ARTISTAS:

 Juliana Balsalobre é palhaça, atriz e arte-educadora, e pesquisa a linguagem da palhaçaria desde a década de 1990, desenvolvendo trabalhos que articulam arte, educação e território. Integrante dos Doutores da Alegria entre 2001 e 2009, é cofundadora da dupla Las Cabaças, criada em 2006 ao lado de Marina Quinan. Vive na Amazônia desde 2010, onde desenvolve uma pesquisa autoral em palhaçaria poética, marcada pela escuta, pelo encontro e pela comicidade como linguagem de transformação. Atua também como formadora de artistas, educadores e jovens em oficinas realizadas em diversas regiões do Brasil.

Marina Quinan é palhaça, atriz, arte-educadora, contadora de histórias e geógrafa, e atua desde 1995 em projetos que aproximam arte e comunidade. Foi integrante dos Doutores da Alegria entre 2000 e 2009 e fundou, em 2006, a dupla Las Cabaças, desenvolvendo uma trajetória voltada à criação artística e à circulação de espetáculos, especialmente em territórios da Amazônia. Desde 2009 vive em Alter do Chão (PA), onde coordena projetos culturais e de formação junto a comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, além de idealizar o Galpão Las Cabaças, espaço dedicado à criação, intercâmbio artístico e valorização das artes amazônicas.


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Nacional Palhaçaria Peças

O Dia da Caça

Las Cabaças

Ingressos: Gratuitos

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 53 minutos

SINOPSE: As caçadoras Bifi e Quinan, famintas há 3 dias, passam uma noite na floresta seguindo rastros de bichos e procurando comida. Um misterioso e temido animal as enfeitiça durante o curso da história.

SOBRE O GRUPO:  Las Cabaças é uma dupla de palhaças formada por Juliana Balsalobre e Marina Quinan, atuante desde 2006. Seu trabalho investiga a linguagem da palhaçaria em diálogo com comunidades, territórios e culturas populares, transformando experiências vividas em criações cênicas autorais. Ao longo de quase duas décadas de trajetória, realizaram projetos como Brasil na Cabaça, Palhaças Amazônia Adentro, Tietê-Tapajós e Projeto Arte Viva, além de criarem os espetáculos Semi-Breve, Divagar e Sempre e O Dia da Caça, reconhecidos por premiações nacionais como Funarte e BR Distribuidora de Cultura. Com forte atuação na Amazônia, desenvolveram trabalhos em comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, aliando pesquisa artística, formação e circulação cultural. Em 2021 inauguraram o Galpão Las Cabaças, em Alter do Chão (PA), espaço voltado à criação, formação e intercâmbio entre artistas da região. Em 2025, a dupla integrou a programação do Palco Giratório Sesc com o espetáculo Divagar e Sempre. Sua pesquisa combina humor, poesia, escuta e crítica social, fazendo da palhaçaria uma ferramenta de encontro, criação e transformação.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Juliana Balsalobre e Marina Quinan

Roteiro: Esio Magalhães, Lily Curcio, Juliana Balsalobre e Marina Quinan

Direção: Lily Curcio (Seres de Luz Teatro)

Trilha Sonora: Alan Chetto

Efeitos sonoros: Henrique Rimoli

Iluminação: Edu Brasil

Figurinos: David Taiyu e Sueli Andrade

Adereços: Davi Pantoja (Cobra), Daniel Salvi (Lanterna-Cabaça), Rafael Pellota e Betania Spangemberg (Canoa).

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Encontro Mesas Nacional Primeira infância

MESA DE REFLEXÃO: A narrativa da identidade homossexual em cena

 Grupo de Teatro “Buenos Aires” de la Universidad Popular de Belgrano (Julián Sierra e María Inés Falconi) e Trupe de Truões (Ricardo Augusto e Ronan Vaz) com Mediação de Cleiton Echeveste

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 60 min.

SINOPSE:A mesa propõe ampliar as discussões sobre as temáticas apresentadas em cena nos espetáculos Jhuca Tchutchuca em: esse sou eu  e Tengo una muñeca en el ropero. Ambos abordam a construção da identidade homossexual de adolescentes e jovens. A reflexão pretende aproximar o público de narrativas ainda coibidas por uma sociedade bastante conservadora, dando protagonismo a experiências de vida diversas da hegemônica.

SOBRE OS PARTICIPANTES:

Julián Sierra trabalha na companhia “Grupo de Teatro Buenos Aires” há 24 anos. Formou-se como ator e cantor. Também atua como artista em hospitais e casas de repouso. No âmbito do teatro comercial, participou de diversos espetáculos como ator e cantor. Além disso, atua em publicidade, redes sociais, televisão e streaming. Com o Grupo de Teatro Buenos Aires, estrelou peças como “Sobre Ruedas”, “Chiches” e “Juan Calle”, entre outras. Participou de festivais internacionais na Espanha, Japão, Romênia, México e outros.

María Inés Falconi é dramaturga e escritora dedicada ao público infantil e juvenil. Tem desenvolvido uma intensa atividade no teatro para crianças e jovens, estreando mais de 40 peças destinadas a todas as idades. Essas peças foram apresentadas na Argentina e em diversos países de língua espanhola, além de terem sido traduzidas para diferentes idiomas. Entre os prêmios recebidos, destacam-se 3 Premios Argentores, 2 Premios Fondo Nacional de las Artes, 9 Premios ATINA e o ASSITEJ Inspirational Playwright 2020. É membro fundadora da ATINA (Asociación de Teatristas Independientes para Niños y Adolescentes), tendo presidido a Associação por três mandatos, e integra a Red Iberoamericana de Artes Escénicas para la Infancia y la Juventud. É membro honorário da ASSITEJ (Associação Internacional de Teatro para a Infância e a Juventude), tendo sido membro de seu Comitê Executivo entre 2005 e 2011, ocupando a vice-presidência nos dois últimos mandatos.

Ricardo Augusto é integrante da Trupe de Truões. Graduado em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas – Universidade Federal de Uberlândia, Especialista em Educação Infantil – UNIESSA e Mestre em Artes – Programa de Pós Graduação do Instituto de Artes da Universidade Federal de Uberlândia. É ator, professor, pesquisador e produtor de teatro para crianças e jovens. É vice-presidente da ASSITEJ Brasil (Associação Internacional de Teatro para Infância e Juventude – núcleo Brasil). É conselheiro titular do CMPC (Conselho Municipal de Política Cultural) no município de Uberlândia/MG representando o setorial de Teatro e Circo.


Ronan Vaz
é artista, educador e gestor cultural, integrante da Trupe de Truões. Mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal de Uberlândia (PPGA-UFU),  pela mesma instituição. Atua como artista, coordenador artístico-pedagógico da Escola Livre Trupe de Truões e pesquisador de teatro para infâncias e juventudes. Desenvolve trabalhos nas áreas de criação, formação, produção e gestão cultural, além de atuar na criação de visualidades da cena, especialmente em iluminação, cenografia e figurinos.

MEDIAÇÃO:
Cleiton Echeveste é ator, dramaturgo, diretor e pesquisador, doutorando e mestre (PPGAC/Unirio) e bacharel em Artes Cênicas (UFRGS). Integra o Grupo de Estudos e Pesquisa em Processos de Criação no Teatro para a Infância e Juventude (Unirio). Sua pesquisa acadêmica investiga dissidências de gênero e de sexualidade no Teatro para a Infância e Juventude, a partir de trabalho desenvolvido há duas décadas com a Pandorga Cia. de Teatro, do Rio de Janeiro. Recentemente lançou sua dissertação de mestrado em livro: “O que pode o corpo de uma criança viada? Dissidências sexuais e de gênero no teatro para as infâncias e juventudes” (Curitiba: Appris, 2025). Curador e palestrante em festivais, seminários e congressos nacionais e internacionais. Integra a ASSITEJ Brasil, onde foi presidente do Conselho de Administração (2017-2023). Na ASSITEJ, colabora em projetos da Rede Ibero-Americana de Artes Cênicas para a Infância e Juventude (IBEROASSITEJ).