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Musical Nacional Peças

Um dia, um rio

Grupo 59 de Teatro

São Paulo

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

**Acessibilidade: Libras

Indicação etária: 4+

Duração: 50 minutos

SINOPSE: Espetáculo cênico musical que narra a vida de um rio, desde o seu nascimento como um riacho à exuberância de suas águas que desenham lindas paisagens. Ao longo de seu percurso, o rio encontra um grande desafio para preservar suas águas, as formas de vida que ele abriga e as que surgem ao seu redor. A peça é inspirada no livro de mesmo nome, com autoria de Leo Cunha e ilustrações de André Neves, e apresenta um lamento, um grito de socorro tardio de um rio indefeso que não tem como reagir ao ser invadido pela lama da mineração que destrói suas águas. Com lirismo e contundência, peça e livro abordam o desastre ambiental que destruiu a Bacia do Rio Doce, em 2015.

SOBRE O GRUPO:  O Grupo 59 de Teatro é o encontro de 12 atrizes e atores formados pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP). Desde sua fundação, em março de 2011, realizou mais de 400 apresentações, com um público estimado em mais de 70 mil espectadores. Recebeu os prêmios APCA, Prêmio São Paulo de Teatro para Infância e Juventude e Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro. Fazem parte seu repertório montagens que foram sucesso de público e crítica, dirigidas por criadoras de destaque na cena teatral paulistana: “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” e “Histórias de Alexandre”, ambas dirigidas por Cristiane Paoli Quito; “A Última História”, dirigida por Tiche Vianna; “Mockinpó – Estudo sobre um homem comum”, dirigida por Claudia Schapira; e “Terra à vista”, dirigida por Fabiano Lodi.

FICHA TÉCNICA: 

Uma criação do Grupo 59 de Teatro inspirada na obra de Leo Cunha e André Neves

Direção: Fabiano Lodi

Dramaturgia: Bruno Gavranic e Grupo 59 de Teatro

Elenco: Carol Faria, Fernando Vicente, Gabriel Bodstein, Nathália Ernesto e Jane Fernandes

Direção Musical: Felipe Gomes Moreira e Thomas Huszar

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Assistência em cenário e figurinos: Marcos Valadão

Desenho de luz: Gabriele Souza

Operação de luz: Sylvie Laila

Técnico de som: Nicholas Rabinovitch

Pensamento corporal: Fernando Vicente

Ilustrações: André Neves

Fotos: Pri Fiotti

Produção executiva: Gabriela Cerqueira

Idealização de projeto: Carol Faria e Fabiano Lodi

Produtora associada: Leneus Produtora de Arte

Realização: 59 Produções Artísticas e Culturais


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Nacional Palhaçaria Peças

Semi-breve

Las Cabaças

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 40 minutos

SINOPSE:  Em “Semi-Breve” a dupla de palhaças Bifi e Quinan fazem uma releitura de cinco números tradicionais da palhaçaria circense: “A Pulga”, “Soldado, Sen-tido!”, “O Salto no Copo d’água”, “A Mágica” e “O Nome dos Santos”


SOBRE O GRUPO: Las Cabaças é uma dupla de palhaças formada por Juliana Balsalobre e Marina Quinan, atuante desde 2006. Seu trabalho investiga a linguagem da palhaçaria em diálogo com comunidades, territórios e culturas populares, transformando experiências vividas em criações cênicas autorais. Ao longo de quase duas décadas de trajetória, realizaram projetos como Brasil na Cabaça, Palhaças Amazônia Adentro, Tietê-Tapajós e Projeto Arte Viva, além de criarem os espetáculos Semi-Breve, Divagar e Sempre e O Dia da Caça, reconhecidos por premiações nacionais como Funarte e BR Distribuidora de Cultura. Com forte atuação na Amazônia, desenvolveram trabalhos em comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, aliando pesquisa artística, formação e circulação cultural. Em 2021 inauguraram o Galpão Las Cabaças, em Alter do Chão (PA), espaço voltado à criação, formação e intercâmbio entre artistas da região. Em 2025, a dupla integrou a programação do Palco Giratório Sesc com o espetáculo Divagar e Sempre. Sua pesquisa combina humor, poesia, escuta e crítica social, fazendo da palhaçaria uma ferramenta de encontro, criação e transformação.

FICHA TÉCNICA:


Criação e Direção
: Las Cabaças

Atuação: Juliana Balsalobre e Marina Quinan

Produção: Las Cabaças

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Musical Nacional Peças

Jhuca Tchutchuca em: Esse Sou Eu

Trupe de Truões

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

**Acessibilidade: Libras (na segunda-feira, 28.09, 10h)

Indicação etária: +10

Duração: 80 min.

SINOPSE:  A peça conta a história do palhaço Juca Tchutchuca e de sua rotina de adolescente. A cada dia ele busca a liberdade para ser ele mesmo, sem obedecer padrões. Até que um dia, após uma crise existencial, Jhuca decide mudar sua história.

SOBRE O GRUPO: A Trupe de Truões é um grupo de teatro profissional de Uberlândia-MG fundado em 2002. O grupo é núcleo regional da ASSITEJ Brasil, Ponto de Cultura e mantém um Espaço Cultural chamado Ponto dos Truões desde 2002, onde desenvolve apresentações teatrais próprias e de outros artistas, aulas da Escola de Teatro da Trupe de Truões e onde também realiza eventos culturais como a Mostra de Teatro Casa Aberta, a Mostra de Cinema Casa Aberta, o Seminário de Teatro Infantojuvenil, entre outras. Nas últimas montagens destinadas ao público infantil a Trupe de Truões vem buscando ampliar seu olhar para os temas abordados nos seus espetáculos, tanto a partir de reflexões e estudos realizados por seus integrantes, quanto pela participação em oficinas e congressos que discutem o teatro para crianças e jovens. Em seu percurso a Trupe de Truões já estreou mais 15 espetáculos artísticos. Na linguagem da palhaçaria, o grupo desenvolveu e manteve durante mais de 05 anos o NuPePa (Núcleo de Pesquisa em Palhaçaria). Formado por um grupo de palhaços pesquisadores, o NuPePa realizou durante esse tempo encontros semanais de treinamento e estudo, criação e apresentação de gags e cenas curtas, apoio à criação de espetáculos de seus integrantes e realizou um Festival Palhaçaria em Cena – Festival de Cenas Curtas.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: Cássio Machado, Ricardo Augusto e Ronan Vaz

Direção: Cássio Machado e Ronan Vaz

Ator: Ricardo Augusto

Figurino, Cenografia e Iluminação: Ronan Vaz

Assistente técnico: Adriel Parreira

Operação de Luz: Ronan Vaz

Produção Musical: Danilo Aguiar

Operação de Som: Cássio Machado

Música Original: Ênio Bernardes

Intérprete (Música Original): Vitor Hugo

Preparação corporal: Cássio Machado

Coreografia: Isabela Palhares

Identidade Visual: Folksonomias (Carlos Gabriel Ferreira e Gabriel Rodrigues)

Fotografias: Rangel Retratos

Realização: Trupe de Truões



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Bonecos Nacional Peças

A Menina dos Olhos d’Água

Coletivo Gompa

Porto Alegre/Rio Grande do Sul

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 6+

Duração: 45 min.

*Bate-papo após o espetáculo

SINOPSE: A Menina dos Olhos d’Água é uma produção do Coletivo Gompa, tendo parceiros do Brasil, Alemanha, Cuba e Chile. O espetáculo mistura teatro de formas animadas com teatro documentário multimídia para crianças, mostrando um trânsito entre imagens reais em cena, bonecos e vídeos. Parte de uma situação específica para falar sobre pertencimento, exílio, deslocamento, perda e superação. O espetáculo aborda de forma poética a situação dos refugiados climáticos e a superação de uma criança diante de catástrofes ambientais.

SOBRE O GRUPO: O Coletivo GOMPA é um grupo de artistas que desenvolve projetos de experimentação em dramaturgia e linguagem cênica, pesquisando cruzamentos entre teatro, dança, música, artes visuais e audiovisual, com ênfase na fusão das diferentes artes como princípio narrativo. O grupo, criado em 2014, possui uma atenção especialmente voltada a experimentações de linguagens que ampliem os limites do que compreendemos por teatro para adultos e teatro para público infantojuvenil, bem como para a criação de obras que partam de histórias orais e narrativas documentais. A maior parte das obras criadas pelo coletivo possui dramaturgia autoral, composta colaborativamente em processo de ensaio. O Coletivo Gompa vem se destacando internacionalmente por suas produções voltadas ao público infanto-juvenil, tendo apresentado sua última obra para crianças, “Frankinh@”, em importantes festivais como o 21st ASSITEJ World Congress & Performing Arts Festival for Children & Young People em Cuba (2024) e o Kingfestival na Rússia (2023), além de festivais no Brasil. Criou também “Chapeuzinho Vermelho”, a partir do texto de Joël Pommerat, apresentado-se nos mais importantes festivais nacionais e recebendo 54 indicações e 24 prêmios ao redor do país. Agora, o Coletivo GOMPA traz A Menina dos Olhos d’água, que realizou residência e pré-estreia em Munique, na Alemanha, além de ter circulado por importantes cidades do Brasil e da América Latina.

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Nacional Palhaçaria Peças

Memorável – Histórias Notáveis

Palhaços Sem Fronteiras

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 6+

Duração: 60 min.

SINOPSE:  Memorável é tudo aquilo que merece ser conservado na lembrança. Por meio da palhaçaria e da ludicidade, o espetáculo conta, canta e retrata as ações dos Palhaços Sem Fronteiras e suas aventuras vividas em áreas de risco e de instabilidade. A peça é um convite a crianças, jovens e adultos para que conheçam os Palhaços Sem e revivam momentos mágicos. São relatos que transformaram e construíram a trajetória dessa “inacreditável” Organização, assim como de todos que passaram por ela. Afinal, o que fazem os Palhaços Sem Fronteiras?



SOBRE O GRUPO: Palhaços Sem Fronteiras Brasil existem para que crianças e jovens tenham o direito ao riso, à imaginação e ao brincar nas situações mais adversas do planeta. Para que isso aconteça, utilizamos a palhaçaria e o circo como ferramentas de acolhimento, desenvolvimento sócio emocional e auxílio, diante de traumas e graves violações dos direitos humanos. Estamos presentes em 13 países, sendo que somos os primeiros e únicos representantes na América Latina. Desenvolvemos no Brasil atividades em 6 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Tocantins e Pernambuco

FICHA TÉCNICA:

Direção: Cristiane Paoli Quito

Dramaturgia: Ana Pessoa

Elenco: Aline Moreno, Arthur Toyoshima, Paulo Santos e Tetê Purezempla

Figurino: Claudia Schapira

Iluminação e cenário: Marisa Bentivegna

Criação e direção musical: Tetê Purezempla

Operadora de luz: Marina Gatti

Operador de som: Rafael Matede

Comunicação: Mariana Rodrigues

Fotografia: Ricardo Avellar

Produção Executiva: Gisele Tressi

Realização: Palhaços Sem Fronteiras Brasil


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Bonecos Nacional Peças

Sonho e Ohnos

Caixa de Imagens

Ingressos: Gratuito

Idioma: Sem palavras

Indicação etária:  8+

Duração: Sessões individuais de 4 minutos

SINOPSE:  Sonho e Ohnos apresenta a força lírica do mestre Kazuo Ohno, uma das fontes criadoras da dança butoh, que se define como uma arte da alma e do corpo, que fascina pelo seu poder de síntese da imagem-mensagem cênica.

‘Era como se eu estivesse vendo Kazuo Ohno. Não era porque se parecesse com ele. Fora o seu tamanho, o boneco naquela penumbra freneticamente forçando os limites do corpo, parecia um grande aventureiro para os meus olhos. Eu acreditei que era Kazuo Ohno. Uma incrível e interessante interpretação de Kazuo Ohno. Mas era mais do que isso. A penumbra dentro das quatro paredes tornou-se um espaço preenchido com memórias nostálgicas e o boneco uma grande ilusão, uma miragem, ou quem sabe um “sonho” como bem sugere o título do espetáculo em português. Eu convidei o Caixa de Imagens para se apresentar no Festival Kazuo Ohno em 2008. Eu quis compartilhar esta representação que havia no Brasil e que captura Kazuo Ohno de um modo realmente único.’ (Toshio Mizohata – produtor do Instituto Kazuo Ohno)

SOBRE O GRUPO: O Grupo Caixa de Imagens, completa, em 2026, trinta e dois anos de carreira. O trabalho desenvolvido por esse grupo tem sido uma das raras unanimidades no cenário das artes do palco no Brasil e no mundo. É considerado um dos mais criativos e respeitados grupos de teatro, tanto pela sua pesquisa, quanto pela realização requintada de seus espetáculos, coerente e fiel aos seus princípios artísticos, passando sem resvalar nos modismos dos constantes pedidos do marketing cultural. Sua trajetória artística leva-os à construção de novos parâmetros na relação espetáculo/público/espaço cênico. Seus espetáculos se caracterizam por uma dramaturgia que se desenvolve na busca da poesia visual pelo mergulho na profundidade da alma humana. São artistas inteiramente identificados com seu país e não fazem do resultado cênico um espelho explícito do Brasil em que vivem, mas tratam-no como fruto do que pensam sobre a realidade. E se seus espetáculos, ora com imagens, ora com palavras, são considerados encantadores, trabalham num encanto que acalanta no ardor pela vida solidária. São 15 editais de política cultural pública nos âmbitos federal, estadual e municipal, inúmeros festivais de arte pelo mundo, mostras e projetos sociais realizados que resultam de uma carreira nacional e internacional, na qual o grupo percorreu, até então, mais de 800 cidades, 04 continentes e 13 países, somando um número aproximado três milhões e meio de espectadores, o que é uma proeza tratando-se de um grupo cuja proposta de trabalho tem um cunho intimista.

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Mistério Nacional Peças

Adivinhona

Cia. Paideia de Teatro

São Paulo

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: 8+

Duração: 90 minutos

SINOPSE: Uma mulher acorda certa manhã e percebe que cresceu demais, já não cabe em sua casinha. Acompanhada de um ovo que encontrou pelo caminho, e do qual cuida com afeto esperando o dia em que algo nascerá, decide sair pelo mundo em busca de um lugar onde seja feliz.
Passa por diferentes paisagens, até ouvir de alguém: se eu fosse adivinho, estaria nas feiras, adivinhando e ganhando muito dinheiro. Pensa: é isso! Posso ser Adivinha!
Com um pouco de esforço e muita malandragem, seus truques ganham fama até chegar aos ouvidos do Rei.
Agora será levada ao palácio, onde precisará desvendar um grande mistério antes que seja tarde demais.
O espetáculo, inspirado nos contos de artimanha, populares na cultura brasileira, dá protagonismo à esperteza feminina e à sua audácia de enfrentar o poder com inteligência e criatividade.

SOBRE O ESPETÁCULO: Os contos populares são, sem dúvida, importantes formadores da nossa identidade cultural, e até por este motivo, capazes de perpetuar injustiças históricas. Neste espetáculo revisitamos a cultura popular, alterando símbolos que não desejamos perpetuar.  Por que nos orgulhamos de João Grilo, Pedro Malasartes, João Teité, Curupira, Saci-Pererê, protagonistas espertos, audaciosos, criativos e inteligentes, mas não cabe no nosso imaginário mulheres nesses papéis?

FICHA TÉCNICA: