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Sonho e Ohnos

Sesc Santo Amaro no SÁBADO 26/09 às 15h

Caixa de Imagens

Ingressos: Gratuito

Idioma: Sem palavras

Indicação etária:  8+

Duração: Sessões individuais de 4 minutos

SINOPSE:  Sonho e Ohnos apresenta a força lírica do mestre Kazuo Ohno, uma das fontes criadoras da dança butoh, que se define como uma arte da alma e do corpo, que fascina pelo seu poder de síntese da imagem-mensagem cênica.

‘Era como se eu estivesse vendo Kazuo Ohno. Não era porque se parecesse com ele. Fora o seu tamanho, o boneco naquela penumbra freneticamente forçando os limites do corpo, parecia um grande aventureiro para os meus olhos. Eu acreditei que era Kazuo Ohno. Uma incrível e interessante interpretação de Kazuo Ohno. Mas era mais do que isso. A penumbra dentro das quatro paredes tornou-se um espaço preenchido com memórias nostálgicas e o boneco uma grande ilusão, uma miragem, ou quem sabe um “sonho” como bem sugere o título do espetáculo em português. Eu convidei o Caixa de Imagens para se apresentar no Festival Kazuo Ohno em 2008. Eu quis compartilhar esta representação que havia no Brasil e que captura Kazuo Ohno de um modo realmente único.’ (Toshio Mizohata – produtor do Instituto Kazuo Ohno)

SOBRE O GRUPO: O Grupo Caixa de Imagens, completa, em 2026, trinta e dois anos de carreira. O trabalho desenvolvido por esse grupo tem sido uma das raras unanimidades no cenário das artes do palco no Brasil e no mundo. É considerado um dos mais criativos e respeitados grupos de teatro, tanto pela sua pesquisa, quanto pela realização requintada de seus espetáculos, coerente e fiel aos seus princípios artísticos, passando sem resvalar nos modismos dos constantes pedidos do marketing cultural. Sua trajetória artística leva-os à construção de novos parâmetros na relação espetáculo/público/espaço cênico. Seus espetáculos se caracterizam por uma dramaturgia que se desenvolve na busca da poesia visual pelo mergulho na profundidade da alma humana. São artistas inteiramente identificados com seu país e não fazem do resultado cênico um espelho explícito do Brasil em que vivem, mas tratam-no como fruto do que pensam sobre a realidade. E se seus espetáculos, ora com imagens, ora com palavras, são considerados encantadores, trabalham num encanto que acalanta no ardor pela vida solidária. São 15 editais de política cultural pública nos âmbitos federal, estadual e municipal, inúmeros festivais de arte pelo mundo, mostras e projetos sociais realizados que resultam de uma carreira nacional e internacional, na qual o grupo percorreu, até então, mais de 800 cidades, 04 continentes e 13 países, somando um número aproximado três milhões e meio de espectadores, o que é uma proeza tratando-se de um grupo cuja proposta de trabalho tem um cunho intimista.