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Encontro Interativo Internacional Peças

COPIAR

Animal Religion, Espanha

Ingressos: Gratuito

Idioma: Sem palavras

Indicação etária: +8

Duração: 50 min.

SINOPSE:  Copiar tem má reputação. O pensamento que envolve esse ato é pejorativo, de pouca originalidade, de poucas ideias individuais e, portanto, de pouca personalidade. E isso é surpreendente porque, na verdade, como seres sociais que somos, desde que nascemos até morrermos, sempre copiamos. Copiamos como os outros falam, como se movem, como se expressam, como se vestem, quais são suas opiniões… Na verdade, copiar é muito natural. Todos nós copiamos uns aos outros e, graças a isso, nos conectamos, aprendemos e ensinamos, e assim a sociedade evolui.

Circo: Quim Giron

Iluminação: Jou Serra

Música e dramaturgia: Joan Cot Ros

Interpretação: Magí Serra

Textos de voz em off: Martí Sales

Locução: Berta Giraut

Cenografia: Animal Religion

Construção de iluminação: Cube Peak

Apoio na confecção cenográfica: Mariona Signes

Gestão e produção de turnê: Jaume Nieto / Imaginart

Produção administrativa: ElClimaMola

Coprodução: Mercat de les Flors y laSala Centre de Creació d’Arts Per a les Famílies – Sabadell.

Com colaboração de: Espacio Abierto Quinta de los Molinos – Madrid, CCCB (Centre de Cultura Contemporània de Barcelona) y Can Gassol Centre d’Arts Escèniques – Mataró.

Com apoio de ICEC del Departamento de Cultura de la Generalitat de Catalunya.

Agradecimentos: Escola Marta Mata (Mataró), Escola Rocafonda (Mataró), Escola Angeleta Ferrer (Mataró), Escola Les Escomes (Sant Jaume de Llierca), Escola Sant Julià (Sabadell), Escola Can Deu (Sabadell), CEIP San Benito (Madrid) e à todos as classes e famílias que nos acompanharam durante este processo de criação. Também queremos agradecer a Irene Vicente, Moon Ribas, Núria Cuyàs, Laia Gonzalez, Lluís Giron, Àngels Figuerola y Sergio Roca por seu apoio e ajuda durante a criação.

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Nacional Peças

Na Lista dos Vivos

Eucir de Souza, São Paulo

Ingressos:R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)

Idioma: Português

Indicação etária: 12+

Duração: 55 min.

SINOPSE: Durante a pandemia do Covid 19, um homem chega em sua casa. Ele está paramentado, protegido, carregando sacolas de compras. No chão, na entrada, encontra cartas deixadas pelo correio. A leitura delas transformará sua rotina no isolamento. 

SOBRE O ARTISTA: Eucir de Souza é um ator brasileiro reconhecido por sua versatilidade em teatro, cinema e televisão. Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, construiu uma carreira sólida ao longo de mais de duas décadas. No teatro, atuou em peças premiadas, explorando tanto textos clássicos quanto contemporâneos. No cinema, destacou-se em filmes como Meu Mundo em Perigo, O Menino da Porteira e Salve Geral, pelos quais recebeu elogios da crítica. Na televisão, participou de produções marcantes, como O Rebu e Força Tarefa. Com uma interpretação intensa e sensível, Eucir transita entre personagens complexos, evidenciando sua entrega artística. Além de atuar, dedica-se à direção e à formação de novos talentos. Seu trabalho reflete um profundo compromisso com a arte e a sociedade.

FICHA TÉCNICA:

Textos: Mário Viana 

Com: Eucir de Souza 

Dramaturgista: Mayara Ribeiro Guimarães 

Trilha sonora: Brina Costa e Paulo Mutti 

Luz e apoio Técnico: Bruno Caraíba 

Fotos: Ruy Fraga 

Criação audiovisual: Dani Sandrini 

Produção: Marisa Oliveira 

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Intervenção Nacional Peças Performance

Infâncias

Cia. Paideia Jovem e Kinesis, São Paulo

Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)

Idioma: Português

Indicação etária: 14+

Duração: 60 min.

SINOPSE: A partir da pesquisa sobre os aspectos fundamentais da infância, o grupo vem estudando e colhendo histórias desde 2023 para este espetáculo performático. Inicialmente os integrantes do grupo revisitaram suas memórias, transformando em narrativa vivências nas quais perceberam que suas infâncias foram interrompidas. O principal intuito deste projeto foi poder levar para os mais diferentes espaços a possibilidades de crianças e jovens contarem as suas narrativas sobre a infância. Foram recolhidas dezenas de narrativas, em especial: na EMEF Carlos de Andrade Rizzini, E.E. Plínio Negrão e EMEF Prof. Mário Marques de Oliveira.

SOBRE O GRUPO: O grupo, formado pela Cia Paideia Jovem e Kínesis (jovens dos núcleos de vivência teatral), surgiu de um projeto da Cia. Paideia de ampliar sua presença nas instituições e organizações que trabalham pela infância e juventude.O principal intuito do coletivo era pesquisar e criar cenas e/ou performances que pudessem transitar por diferentes territórios, abordando temas pertinentes a crianças e jovens, especialmente dos bairros periféricos da zona sul de São Paulo. 

FICHA TÉCNICA: 

Direção: Ana Luiza Junqueira

Organização dramatúrgica: Ana Luiza Junqueira

Elenco: Andressa Medeiros, Guilherme Felinto, João Figueiredo, Léo Brito, Luísa Crobelatti, Mayara Kelly e Viti Machado

Orientação Musical: Margot Lohn

Músicos: Cia. Paideia

Iluminação: Rogerio Modesto

Cenografia e figurino: Cia Paideia Jovem e Kínesis

Agradecimentos: Andreza Ferreira, Patrícia Ferreira de Lima, Eliane da Silva Espínola, Felipe Mota Prado, Tanija, Juliana Litvin de Almeida, Kelvin Tertuliano, Pedro Ramona e Robert Sousa.

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Nacional Peças

Bertoldo, Estudo N.1 – Brecht para as Infâncias

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Buia Teatro Co., Manaus

Ingressos: Gratuito – Retirada com 1 hora de antecedência SUJEITO A LOTAÇÃO POR ORDEM DE CHEGADA

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 50 min.

SINOPSE:  Imagine um mundo subaquático onde um tubarão, influenciado pelo enigmático Professor Ninguém, aspira a transformar o comportamento natural dos peixes. Bertoldo, Estudo Nº1 – Brecht para as Infâncias convida todas as infâncias a mergulharem nas profundezas de uma narrativa que explora manipulação e ética nas relações sociais. Adaptado do conto de Bertolt Brecht pela Cia Buia Teatro de Manaus, o espetáculo utiliza a força da palavra, música e formas animadas para envolver o público. A trama se desenrola quando Bertoldo, um tubarão que deseja ser gente, recebe conselhos absurdos do Professor Ninguém, que sugere capturar e aprisionar peixinhos em gaiolas no fundo do mar e ensiná-los a nadar pacificamente para dentro da sua boca. O desafio aumenta quando o Professor Alguém e um peixinho astuto percebem o perigo iminente e tentam alertar os peixes sobre a armadilha. Sob a direção de Tércio Silva, a produção mantém as crianças engajadas, aguçando seu senso crítico com artifícios teatrais desnudados, como tubarão representado por uma barbatana nas costas e mandíbulas dentadas seguradas pelo ator. Os figurinos, inspirados na obra do Bispo do Rosário, adicionam uma camada visual rica e simbólica, proporcionando uma experiência teatral brechtiana que promove a reflexão social e ética, estimulando a imaginação das crianças e o envolvimento das famílias.

SOBRE O GRUPO:  A Buia Teatro é uma companhia de teatro localizada no centro de Manaus, fundada em 2015 por Tércio Silva e Maria Hagge, com sede própria. Conhecida por suas pesquisas e experimentações artísticas voltadas para a melhoria da qualidade da cultura infantojuvenil no Norte do Brasil, a Companhia se firmou como uma referência regional no cenário nacional. Em 2022, no Prêmio Cenym de Teatro, sagrou-se como o Melhor Grupo de Teatro do Brasil. Sua abordagem artística abrange áreas como artes cênicas e visuais, além de colaborações internacionais, sempre com objetivo de alcançar novos públicos e valorizar o diálogo com Manaus, a Região Norte, e o país, promovendo, assim, o acesso democrático à cultura. 

A companhia também realiza eventos de destaque, como o Festival Altamente Recomendável à Infância (FESTARI), realizado anualmente desde 2018, e o 1° Encontro de Monólogos Buia Teatro, previsto para 2025. A Buia Teatro tem seu histórico patrocínios de renomadas instituições como Caixa Cultural, Banco do Brasil, Sesi SP e Sesc. No cenário nacional, adquiriu destaque com sua premiada opereta infanto-juvenil Cabelos Arrepiados, que percorreu diversas regiões do país, com sessões lotadas, atingindo um público superior a 50 mil espectadores. Este mesmo trabalho está, atualmente, em circulação por 20 cidades brasileiras, em vista da sua participação na edição 2024 do Festival Palco Giratório, realizado pelo Sesc.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Arnaldo Barreto, Dimas Mendonça, Elton Nogueira, Maria Hagge e Diirr 

Texto: Christine Röhrig 

Direção e concepção: Tércio Silva 

Direção Musical: Regina Santos e Elton Nogueira 

Visagismo: Eugênio Lima 

Músicas e Composições Originais Gustavo Kurlat e Tércio Silva 

Estandartes: Sergio Nascimento 

Letras: Tércio Silva e Gustavo Kurlat 

Iluminação: Orlando Schaider 

Direção de Movimento: Monique Andrade 

Formas Animadas: Dante e Diirr 

Figurinos e Bordados: Maria Hagge 

Produção Geral: Buia Teatro 

Costura: Solange Ramos 

Identidade Visual Gráfica: Dante 

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Musical Nacional Peças

Ao Redor da História

Teatro da Pedra, Minas Gerais

Ingressos: Gratuito

Duração: 50 min.

SINOPSE: “Ao Redor da História” é um espetáculo embalado pelo sotaque mineiro e por músicas caipiras, que traz a delicadeza dos contos, causos e histórias de vida de moradores de uma pequena comunidade rural de Minas Gerais. As cenas se desenrolam não no palco, mas sim no centro de uma roda de conversa, formada pela plateia. É ali que o público acompanha as narrativas de um povo que enfrenta as dificuldades com muita sabedoria, coragem, amor e esperança. E a cada lugar em que o espetáculo chega, a roda gira, agregando novos causos e referências locais. Viva a cultura oral do nosso povo, agora escrita, contada e cantada no centro da cena, da roda e da vida!

SOBRE O GRUPO:  O Teatro da Pedra é um coletivo artístico plural e diverso, formado por artistas e educadores que vivem de teatro e acreditam no poder transformador da arte. Em 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou em Cuba e teve uma peça encenada no México, além de levar seus espetáculos e oficinas a diversos estados brasileiros. Com sede em São João del-Rei (MG), impacta principalmente as 700 mil pessoas que vivem nas pequenas e médias cidades da região. O Teatro da Pedra integra o Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e a Juventude (CBTJI) e também funciona como Ponto de Cultura.

FICHA TÉCNICA: 

Direção e dramaturgia: Juliano Pereira 

Elenco: Elis Ferreira, Fernanda Nascimento, Gustavo Rosário e Priscila Mathilde 

Músico: Guilherme Teixeira 

Preparação vocal: Fernanda Nascimento e Guilherme Teixeira 

Figurino: Olívia Lima do Ateliê Pano de Roda 

Costureira: Lourdes M. Fernandes 

Cenografia: Teatro da Pedra 

Cenotécnica: Valdecir da Trindade Detomi 

Fotografia e vídeo: Luana Longatti e Vinícius Cruz 

Design gráfico: Dudu Canaan 

Coordenação de comunicação: Najla Passos 

Imersão de criação: Comunidade de Caquende 

Agradecimentos: Moradores do distrito de Caetano Lopes, em Jeceaba (MG)


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Peças

MESA: CRIAÇÃO EM DIÁLOGO: ALIANÇAS, ESTRATÉGIAS E POÉTICAS DA DIVERSIDADE NO TEATRO INFANTO-JUVENIL

Trupe de Truões, Minas Gerais e Cleiton Echeveste, Rio de Janeiro

Idioma: Português

Indicação etária: Jovens e Adultos

Duração: 60 min.

SOBRE O GRUPO: A Trupe de Truões é um grupo de teatro profissional de Uberlândia-MG fundado em 2002. O grupo é núcleo regional do CBTIJ (Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude) e Ponto de Cultura. Além disso, desde 2002 mantém um Espaço Cultural chamado Ponto dos Truões, onde desenvolve apresentações teatrais próprias e de outros artistas, aulas da Escola de Teatro da Trupe de Truões e eventos culturais como a Mostra de Teatro Casa Aberta, a Mostra de Cinema Casa Aberta, o Seminário de Teatro Infanto Juvenil, entre outras.

Cleiton Echeveste é ator, dramaturgo, diretor e pesquisador com 34 anos de trajetória profissional, com mestrado em Artes Cênicas (PPGAC/UNIRIO). É um dos fundadores da Pandorga Cia. de Teatro, do Rio de Janeiro, coletivo com 18 anos de trabalho continuado dedicados ao teatro para crianças e jovens. Desde 2007, integra o CBTIJ/ASSITEJ Brasil, onde foi presidente do Conselho de Administração (2017-2023). É membro da direção das redes de dramaturgia (Write Local Play Global – WLPG) e de artes inclusivas (International Inclusive Arts Network – IIAN), da ASSITEJ Internacional. Colabora com a Rede Ibero-Americana de Artes Cênicas para a Infância e Juventude da ASSITEJ (IBEROASSITEJ) e participa das articulações para a criação da nova Rede Lusófona da ASSITEJ.

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Nacional Peças

Brutal – ESTREIA

Teatro da Pedra, Minas Gerais

Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)

Idioma: Português

Indicação etária: 16+

Duração: 70 min.

SINOPSE: A fila do SUS. A fraude nas cotas. O sucateamento do transporte coletivo. O racismo. O machismo. A divisão sexual do trabalho. A violência sexual. A exploração dos corpos. O padrão de beleza inatingível. A ciência eurocentrada. A hipocrisia da classe média. A meritocracia. A produtividade. A escala 6X1. As veias abertas pelas quais escoa o que resta de Nuestra América. O nosso não-lugar. A nossa identidade fraturada. Os diferentes sistemas de opressão que nos animalizam. Tudo isso é parte da matéria que constitui Brutal – um espetáculo tão indigesto quanto o capitalismo.

SOBRE O GRUPO: O Teatro da Pedra é um coletivo artístico plural e diverso, formado por artistas e educadores que vivem de teatro e acreditam no poder transformador da arte. Em 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou em Cuba e teve uma peça encenada no México, além de levar seus espetáculos e oficinas a diversos estados brasileiros. Com sede em São João del-Rei (MG), impacta principalmente as 700 mil pessoas que vivem nas pequenas e médias cidades da região. O Teatro da Pedra integra o Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e a Juventude (CBTJI) e também funciona como Ponto de Cultura.

FICHA TÉCNICA

Direção e dramaturgia: Juliano Pereira 

Elenco: Elis Ferreira, Fernanda Nascimento, Gustavo Rosário e Priscila Mathilde 

Músico: Guilherme Teixeira 

Preparação vocal: Fernanda Nascimento e Guilherme Teixeira 

Sonoplastia: Guilherme Teixeira 

Operador de som: Héricles Gomes 

Figurino: Olívia Lima do Ateliê Pano de Roda 

Cenografia e iluminação: Teatro da Pedra 

Fotografia e vídeo: Luana Longatti e Vinícius Cruz 

Design gráfico: Dudu Canaan 

Coordenação de comunicação: Najla Passos

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Nacional Peças

Bailemos… que se acaba el mundo! – Uma áudio-obra interativa para bailar com o público

BiNeural-MonoKultur, Argentina / Alemanha

Ingressos: Gratuito no Centro Cultural Santo Amaro | Paideia Teatro, R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante) *número máximo de pessoas por sessão: 40

Idioma: Espanhol / Português

Indicação etária: +14

Duração: 60 min.

SINOPSE:  “Bailemos… que se acaba el mundo!” é uma obra performática, sonora e interativa que convida o público a dançar como se estivesse indo a uma boate local. Reflete sobre nosso comportamento, corpos e comunidade por meio da dança com o público. Você já ouviu falar das chamadas coreomanias? O que aconteceria se todos nós pegarmos uma epidemia de dança? Como o comportamento dos outros nos influencia? Que acontece com a sedução nos bailes? E em pandemias? Como nos relacionamos com os outros? Temos medo de dançar sozinhos? A peça propõe um jogo interativo que nos convida a refletir sobre essas questões enquanto fazemos o que mais gostamos: Dançar. Dançar antes de morrer. 


SOBRE O GRUPO: É uma companhia fundada em 2004, composta pelos diretores e dramaturgos Ariel Dávila (Argentina) e Christina Ruf (Alemanha), com sede em Córdoba, Argentina. Trabalham em colaboração com artistas e especialistas em outras disciplinas criando projetos em artes cênicas. Os processos de pesquisa formam uma parte importante de seus projetos. Interessam-se fundamentalmente por formatos e procedimentos onde o ato cênico seja uma experiência, tanto em espaços teatrais como em espaços não convencionais. Em seus projetos, costumam incidir na difusa fronteira que há entre a realidade e a ficção. O grupo têm interesse pela tecnologia, o performático e a ciência como ferramentas artísticas. Desde 2004 realizam distintas produções em Córdoba (Argentina) e em âmbito internacional (Brasil, Espanha, Alemanha, Honduras, Costa Rica, Portugal, Chile, Equador, Uruguai). Dentre elas se destacam as peças em formato de “Audiotour Ficcional”, “O Viajante” (Audiotour Cênico), “Outra Frequência – audioperformance a dois“, todas elas com apresentações no Brasil. Durante a quarentena em 2020, criaram as áudio-obras: ”Sobre isso que eu queria te falar! – Audiotour para fazer em casa“ e “Planeta Bruuummfff – uma aventura para crianças e acompanhantes sem sair de casa“ com Ieltxu Ortueta / Artefactos Bascos, ambas peças com versões em português e apresentações no Brasil.

FICHA TÉCNICA:

Conceito, dramaturgia, direção, edição e produção geral: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) 

Tradução em português: Alessandro Atanes 

Coreografias: Florencia Baigorri e Adrián Andrada 

Em cena: Florencia Baigorrí / Yani Caram + Adrián Andrada / Maximiliano Carrasco Garrido 

Vozes em português: Ana Luiza Leão + Thomas Huszer 

Design sonoro: Guillermo Ceballos 

Design e realização de palco, equipamentos e iluminação: Agustina Marquez 

Design gráfico: Natalia Rojo 

Agradecimentos: Gustavo Blásquez

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Musical Nacional Peças

Joana e o Príncipe Silencioso

As Meninas do Conto, São Paulo 

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: +7

Duração: 60 min.

SINOPSE:  O espetáculo é um jogo de histórias dentro de histórias. Duas Andarilhas contam a aventura de Joana – uma jovem de um reino distante – que aceita o grande desafio de tirar o Príncipe de seu profundo silêncio, algo que nenhuma pessoa daquele lugar conseguiu. Para ajudar a enfrentar este problema Joana recebe de sua Avó saberes em forma de histórias. Então, enche sua mala com lembranças, contos e fantasias e parte decidida a fazer o Príncipe falar, e libertar o reino daquela profunda tristeza.

FICHA TÉCNICA

Projeto: Grupo As Meninas do Conto

Direção: Eric Nowinski

Dramaturgia: Simone Grande e Paulo Rogério Lopes

Atrizes: Simone Grande e Helena Castro

Musicista: Helena Castro

Direção Musical: Renata Mattar

Criação, Composições e Trilha Sonora: Renata Mattar

Cenário, Figurino, Artes Plásticas e Ilustrações: Telumi Hellen

Coreografia e Direção de Movimento: Letícia Doretto

Criação de Luz: Ricardo Silva e Eric Nowinski

Desenho e criação de Sombras: Bruno Rudolf

Coordenação de Produção: Simone Grande

Gravação e Edição da Trilha Sonora: Gustavo Finkler

Colaboração Musical: Helena Castro

Cenotecnia: Alicio Silva, Dandhara Shoyama, Giorgia Massetani, Juçara Bezerra e Mariana Maschiatto

Aderecista: Boneca de luva – Viviane Ramos

Costureira: Lia Albuquerque e Pedro Ávila

Operação de Luz: Ricardo Silva

Operação de Som: Lays Somogyi e Maria Lia

Operação de Sombra e Contrarregragem: J E Tico e Paulo Pellegrini

Visagismo: Armando Filho



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Nacional Peças

Brun Blaà 

Catarsis – Arte para Infância e Juventude, Jundiaí

Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)

Idioma: Não-verbal

Indicação etária: Livre (Indicado para bebês de 0 meses até 3 anos)

Duração: 25 minutos espetáculo + 25 minutos de exploração cênica

SINOPSE:Num intervalo de tempo, num ciclo, numa sucessão de formas de um ser, a vida pulsa. À medida que nos desenvolvemos, a consciência de nós mesmos e dos outros à nossa

volta aumenta e a percepção das diferenças se estabelece. O mundo não se restringe mais a um pequeno espaço. Os limites se expandem. E nessa exuberante e estimulante jornada, as escolhas são inevitáveis. Oposições, contato com a natureza, encontros, intermédios e busca de pertencimento fazem parte desta história.

SOBRE O GRUPO: O núcleo Catarsis – Arte para Infância e Juventude, foi criado em 2013 com o intuito de fomentar e difundir as linguagens artísticas através da criação e produção de espetáculos cênicos, mostras, exposições e festivais que apresentem excelência e qualidade artística. Iniciou sua trajetória ocupando-se em produzir e realizar projetos de outros grupos e para todas as idades, porém, desde 2015, após participar de uma residência artística com o grupo italiano Principio Attivo Teatro, tem se aprofundado na pesquisa e na realização de trabalhos autorais voltados para a infância e a adolescência. Atualmente possui quatro espetáculos teatrais em seu repertório: “Scaratuja” (2016) e “Brun Blaà” (2023), para bebês entre 0 e 3 anos; “É Tudo Família!” (2018), voltado para crianças e ganhador dos prêmios APCA como melhor espetáculo de teatro infantil com texto inédito e Prêmio SP nas categorias melhor espetáculo infantil e melhor autoria de texto adaptado e “O Muro de Sam” (2022), também para crianças, premiado com o APCA de melhor direção e o Troféu-Caneca Pecinha é a Vovozinha, criado pelo crítico Dib Carneiro Neto, vencedor nas categorias de melhor espetáculo, melhor dramaturgia, direção, cenografia e trilha sonora. Em 2021, estreou sua primeira narração de histórias, chamada A Menina que Queria Ser Bruxa. Idealizou e produziu as três edições do festival “Um Novo Olhar – Festival de Artes para a Primeira Infância” (2016, 2018 e 2021) e duas edições do festival “A Gente Que Fez! –  Festival de artes feito COM e PARA crianças” (2021 e 2022). É associado à ASSITEJ Brasil, através do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ) e integra as redes internacionais Small Size Network e Vincular.

FICHA TÉCNICA:

Concepção e Pesquisa: Catarsis Arte para Infância e Juventude

Dramaturgia Final e Direção: Marcelo Peroni

Elenco: Ana Paula Castro e Vladimir Camargo

Cenografia e Desenho de Luz: Marisa Bentivegna

Projeto e Confecção dos Figurinos: Edivaldo Zanotti

Trilha Sonora Original: Gustavo Finkler e Renata Matar

Direção de Movimento: Vladimir Camargo

Adereços: Guilherme Blauth e Júlia Berro

Design Gráfico: Giovana Del Masso