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Encontro Mesas Nacional Primeira infância

MESA: Primeira Infância no Teatro

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 90 min.

SINOPSE: A mesa de reflexão propõe o diálogo sobre teatro para a primeira infância entre o núcleo Catarsis e a co-fundadora da Cia. Zin., Elenira Peixoto. A proposta da mesa mescla uma conversa a respeito do espetáculo Brun Blaà e de como tem se pensado a linguagem de teatro para bebês no contexto brasileiro nos dias atuais.

MEDIAÇÃO: Ana Luiza Junqueira

SOBRE O GRUPO/ARTISTAS:

Catarsis: O núcleo Catarsis – Arte para Infância e Juventude, foi criado em 2013 com o intuito de fomentar e difundir as linguagens artísticas através da criação e produção de espetáculos cênicos, mostras, exposições e festivais que apresentem excelência e

qualidade artística. Iniciou sua trajetória ocupando-se em produzir e realizar projetos de outros grupos e para todas as idades, porém, desde de 2015, após participar de uma residência artística com o grupo italiano Principio Attivo Teatro, tem se aprofundado na pesquisa e na realização de trabalhos autorais voltados para a infância e a adolescência.


Elenira Peixoto: Elenira Peixoto é atriz, arte-educadora e contadora de histórias, mestranda na USP, pesquisando teatro para bebês. Desde 2000, atua como professora de teatro e fundou a Cia Zin, dedicada à primeira infância. Formada em atuação e Letras, participou de formações nacionais e internacionais em teatro, dança e educação infantil, integrando arte, educação e infância em experiências poéticas e estéticas para crianças pequenas.

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Nacional Oficinas

OFICINA: Vivências Dissidentes na Cena para Infâncias e Juventudes

Cleiton Echeveste, Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: Clique aqui

Idioma: Português

Indicação etária: +14 (indicado para artistas, estudantes de teatro e jovens)

Duração: 120 min

SINOPSE: A oficina se propõe a ser um espaço seguro para uma abordagem prática sobre dissidências sexuais e de gênero na cena teatral para crianças e jovens. Serão abordados, entre outros, temas como bullying LGBTfóbico, identidades e saúde mental, em jogos de improvisação, a partir de dispositivos derivados da autoficção, da autoetnografia e do teatro psicofísico.

SOBRE O ARTISTA: Ator, dramaturgo, diretor e pesquisador, doutorando e mestre (PPGAC/UNIRIO) e bacharel em Artes Cênicas (DAD/UFRGS). Integra o Grupo de Estudos e Pesquisa em Processos de Criação no Teatro para a Infância e Juventude. Sua pesquisa acadêmica investiga dissidências de gênero e de sexualidade no Teatro para a Infância e Juventude, a partir de trabalho desenvolvido há quase duas décadas com a Pandorga Cia. de Teatro. Um dos criadores e gestores da Pandorga, na qual participa de todos os seus processos de criação, é ganhador do 10º Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil, na categoria Texto, por “Juvenal, Pita e o Velocípede”. Tem peças premiadas e traduzidas para o espanhol, e publicadas no Brasil, Peru e Argentina. Curador e palestrante em festivais, seminários e congressos nacionais e internacionais. Integra o Centro Brasileiro da Associação Internacional de Teatro e Artes Cênicas para Crianças e Jovens (CBTIJ/ASSITEJ Brasil), onde foi presidente do Conselho de Administração (2017-2023). Na ASSITEJ, é membro da direção da rede de dramaturgia Write Local Play Global e colabora regularmente com a Rede Ibero-Americana de Artes Cênicas para a Infância e Juventude (IBEROASSITEJ).

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Musical Nacional Peças

Ao Redor da História

Teatro da Pedra, Minas Gerais

Ingressos: Gratuito

Duração: 50 min.

SINOPSE: “Ao Redor da História” é um espetáculo embalado pelo sotaque mineiro e por músicas caipiras, que traz a delicadeza dos contos, causos e histórias de vida de moradores de uma pequena comunidade rural de Minas Gerais. As cenas se desenrolam não no palco, mas sim no centro de uma roda de conversa, formada pela plateia. É ali que o público acompanha as narrativas de um povo que enfrenta as dificuldades com muita sabedoria, coragem, amor e esperança. E a cada lugar em que o espetáculo chega, a roda gira, agregando novos causos e referências locais. Viva a cultura oral do nosso povo, agora escrita, contada e cantada no centro da cena, da roda e da vida!

SOBRE O GRUPO:  O Teatro da Pedra é um coletivo artístico plural e diverso, formado por artistas e educadores que vivem de teatro e acreditam no poder transformador da arte. Em 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou em Cuba e teve uma peça encenada no México, além de levar seus espetáculos e oficinas a diversos estados brasileiros. Com sede em São João del-Rei (MG), impacta principalmente as 700 mil pessoas que vivem nas pequenas e médias cidades da região. O Teatro da Pedra integra o Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e a Juventude (CBTJI) e também funciona como Ponto de Cultura.

FICHA TÉCNICA: 

Direção e dramaturgia: Juliano Pereira 

Elenco: Elis Ferreira, Fernanda Nascimento, Gustavo Rosário e Priscila Mathilde 

Músico: Guilherme Teixeira 

Preparação vocal: Fernanda Nascimento e Guilherme Teixeira 

Figurino: Olívia Lima do Ateliê Pano de Roda 

Costureira: Lourdes M. Fernandes 

Cenografia: Teatro da Pedra 

Cenotécnica: Valdecir da Trindade Detomi 

Fotografia e vídeo: Luana Longatti e Vinícius Cruz 

Design gráfico: Dudu Canaan 

Coordenação de comunicação: Najla Passos 

Imersão de criação: Comunidade de Caquende 

Agradecimentos: Moradores do distrito de Caetano Lopes, em Jeceaba (MG)


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Nacional Peças

Brutal – ESTREIA

Teatro da Pedra, Minas Gerais

Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)

Idioma: Português

Indicação etária: 16+

Duração: 70 min.

SINOPSE: A fila do SUS. A fraude nas cotas. O sucateamento do transporte coletivo. O racismo. O machismo. A divisão sexual do trabalho. A violência sexual. A exploração dos corpos. O padrão de beleza inatingível. A ciência eurocentrada. A hipocrisia da classe média. A meritocracia. A produtividade. A escala 6X1. As veias abertas pelas quais escoa o que resta de Nuestra América. O nosso não-lugar. A nossa identidade fraturada. Os diferentes sistemas de opressão que nos animalizam. Tudo isso é parte da matéria que constitui Brutal – um espetáculo tão indigesto quanto o capitalismo.

SOBRE O GRUPO: O Teatro da Pedra é um coletivo artístico plural e diverso, formado por artistas e educadores que vivem de teatro e acreditam no poder transformador da arte. Em 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou em Cuba e teve uma peça encenada no México, além de levar seus espetáculos e oficinas a diversos estados brasileiros. Com sede em São João del-Rei (MG), impacta principalmente as 700 mil pessoas que vivem nas pequenas e médias cidades da região. O Teatro da Pedra integra o Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e a Juventude (CBTJI) e também funciona como Ponto de Cultura.

FICHA TÉCNICA

Direção e dramaturgia: Juliano Pereira 

Elenco: Elis Ferreira, Fernanda Nascimento, Gustavo Rosário e Priscila Mathilde 

Músico: Guilherme Teixeira 

Preparação vocal: Fernanda Nascimento e Guilherme Teixeira 

Sonoplastia: Guilherme Teixeira 

Operador de som: Héricles Gomes 

Figurino: Olívia Lima do Ateliê Pano de Roda 

Cenografia e iluminação: Teatro da Pedra 

Fotografia e vídeo: Luana Longatti e Vinícius Cruz 

Design gráfico: Dudu Canaan 

Coordenação de comunicação: Najla Passos

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Nacional Peças

Bailemos… que se acaba el mundo! – Uma áudio-obra interativa para bailar com o público

BiNeural-MonoKultur, Argentina / Alemanha

Ingressos: Gratuito no Centro Cultural Santo Amaro | Paideia Teatro, R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante) *número máximo de pessoas por sessão: 40

Idioma: Espanhol / Português

Indicação etária: +14

Duração: 60 min.

SINOPSE:  “Bailemos… que se acaba el mundo!” é uma obra performática, sonora e interativa que convida o público a dançar como se estivesse indo a uma boate local. Reflete sobre nosso comportamento, corpos e comunidade por meio da dança com o público. Você já ouviu falar das chamadas coreomanias? O que aconteceria se todos nós pegarmos uma epidemia de dança? Como o comportamento dos outros nos influencia? Que acontece com a sedução nos bailes? E em pandemias? Como nos relacionamos com os outros? Temos medo de dançar sozinhos? A peça propõe um jogo interativo que nos convida a refletir sobre essas questões enquanto fazemos o que mais gostamos: Dançar. Dançar antes de morrer. 


SOBRE O GRUPO: É uma companhia fundada em 2004, composta pelos diretores e dramaturgos Ariel Dávila (Argentina) e Christina Ruf (Alemanha), com sede em Córdoba, Argentina. Trabalham em colaboração com artistas e especialistas em outras disciplinas criando projetos em artes cênicas. Os processos de pesquisa formam uma parte importante de seus projetos. Interessam-se fundamentalmente por formatos e procedimentos onde o ato cênico seja uma experiência, tanto em espaços teatrais como em espaços não convencionais. Em seus projetos, costumam incidir na difusa fronteira que há entre a realidade e a ficção. O grupo têm interesse pela tecnologia, o performático e a ciência como ferramentas artísticas. Desde 2004 realizam distintas produções em Córdoba (Argentina) e em âmbito internacional (Brasil, Espanha, Alemanha, Honduras, Costa Rica, Portugal, Chile, Equador, Uruguai). Dentre elas se destacam as peças em formato de “Audiotour Ficcional”, “O Viajante” (Audiotour Cênico), “Outra Frequência – audioperformance a dois“, todas elas com apresentações no Brasil. Durante a quarentena em 2020, criaram as áudio-obras: ”Sobre isso que eu queria te falar! – Audiotour para fazer em casa“ e “Planeta Bruuummfff – uma aventura para crianças e acompanhantes sem sair de casa“ com Ieltxu Ortueta / Artefactos Bascos, ambas peças com versões em português e apresentações no Brasil.

FICHA TÉCNICA:

Conceito, dramaturgia, direção, edição e produção geral: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur) 

Tradução em português: Alessandro Atanes 

Coreografias: Florencia Baigorri e Adrián Andrada 

Em cena: Florencia Baigorrí / Yani Caram + Adrián Andrada / Maximiliano Carrasco Garrido 

Vozes em português: Ana Luiza Leão + Thomas Huszer 

Design sonoro: Guillermo Ceballos 

Design e realização de palco, equipamentos e iluminação: Agustina Marquez 

Design gráfico: Natalia Rojo 

Agradecimentos: Gustavo Blásquez

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Musical Nacional Peças

Joana e o Príncipe Silencioso

As Meninas do Conto, São Paulo 

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: +7

Duração: 60 min.

SINOPSE:  O espetáculo é um jogo de histórias dentro de histórias. Duas Andarilhas contam a aventura de Joana – uma jovem de um reino distante – que aceita o grande desafio de tirar o Príncipe de seu profundo silêncio, algo que nenhuma pessoa daquele lugar conseguiu. Para ajudar a enfrentar este problema Joana recebe de sua Avó saberes em forma de histórias. Então, enche sua mala com lembranças, contos e fantasias e parte decidida a fazer o Príncipe falar, e libertar o reino daquela profunda tristeza.

FICHA TÉCNICA

Projeto: Grupo As Meninas do Conto

Direção: Eric Nowinski

Dramaturgia: Simone Grande e Paulo Rogério Lopes

Atrizes: Simone Grande e Helena Castro

Musicista: Helena Castro

Direção Musical: Renata Mattar

Criação, Composições e Trilha Sonora: Renata Mattar

Cenário, Figurino, Artes Plásticas e Ilustrações: Telumi Hellen

Coreografia e Direção de Movimento: Letícia Doretto

Criação de Luz: Ricardo Silva e Eric Nowinski

Desenho e criação de Sombras: Bruno Rudolf

Coordenação de Produção: Simone Grande

Gravação e Edição da Trilha Sonora: Gustavo Finkler

Colaboração Musical: Helena Castro

Cenotecnia: Alicio Silva, Dandhara Shoyama, Giorgia Massetani, Juçara Bezerra e Mariana Maschiatto

Aderecista: Boneca de luva – Viviane Ramos

Costureira: Lia Albuquerque e Pedro Ávila

Operação de Luz: Ricardo Silva

Operação de Som: Lays Somogyi e Maria Lia

Operação de Sombra e Contrarregragem: J E Tico e Paulo Pellegrini

Visagismo: Armando Filho



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Bonecos Internacional Nacional Performance

Uma Trajetória no Mundo das Formas Animadas

Carolina Chmielewski, Brasil / Canadá

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: +12

Duração: 60 min.

SINOPSE: Impulsionada por sua trajetória no teatro de formas animadas, a atriz e manipuladora Carolina Chmielewski nos conduz por uma performance envolvente que mistura demonstrações com marionetes e relato pessoal. Ao apresentar diferentes técnicas de manipulação de bonecos, ela revisita seu próprio percurso artístico, que culmina na criação do espetáculo “La floraison des souvenirs”.

Nesse encontro, Carolina compartilha os bastidores do processo criativo dessa obra de autoficção, que aborda temas como a ausência paterna, a construção da identidade e as relações entre gerações. Entre cenas, demonstrações e reflexões, o público é convidado a descobrir as linguagens e as técnicas que dão vida à boneca Sophie e a outros personagens.

SOBRE A ARTISTA: Atriz e marionetista de São Paulo, que atualmente mora em Montreal, Canadá, desde 2017. Trabalhou como atriz da Cia Paideia durante cinco anos e co-fundou a companhia Théâtre de la flamme ao lado de Cleo da Fonseca em 2020 em Montreal. Participou dos espetáculos de marionete Furioso do Théâtre de l’Œil e La floraison des souvenirs do Théâtre de la flamme.

FICHA TÉCNICA

Concepção, pesquisa e interpretação: Carolina Chmielewski 

Concepção da marionete Sophie: Jesse Grindler e Cleo da Fonseca

Concepção de luz: Rogério Modesto

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Nacional Peças

Brun Blaà 

Catarsis – Arte para Infância e Juventude, Jundiaí

Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)

Idioma: Não-verbal

Indicação etária: Livre (Indicado para bebês de 0 meses até 3 anos)

Duração: 25 minutos espetáculo + 25 minutos de exploração cênica

SINOPSE:Num intervalo de tempo, num ciclo, numa sucessão de formas de um ser, a vida pulsa. À medida que nos desenvolvemos, a consciência de nós mesmos e dos outros à nossa

volta aumenta e a percepção das diferenças se estabelece. O mundo não se restringe mais a um pequeno espaço. Os limites se expandem. E nessa exuberante e estimulante jornada, as escolhas são inevitáveis. Oposições, contato com a natureza, encontros, intermédios e busca de pertencimento fazem parte desta história.

SOBRE O GRUPO: O núcleo Catarsis – Arte para Infância e Juventude, foi criado em 2013 com o intuito de fomentar e difundir as linguagens artísticas através da criação e produção de espetáculos cênicos, mostras, exposições e festivais que apresentem excelência e qualidade artística. Iniciou sua trajetória ocupando-se em produzir e realizar projetos de outros grupos e para todas as idades, porém, desde 2015, após participar de uma residência artística com o grupo italiano Principio Attivo Teatro, tem se aprofundado na pesquisa e na realização de trabalhos autorais voltados para a infância e a adolescência. Atualmente possui quatro espetáculos teatrais em seu repertório: “Scaratuja” (2016) e “Brun Blaà” (2023), para bebês entre 0 e 3 anos; “É Tudo Família!” (2018), voltado para crianças e ganhador dos prêmios APCA como melhor espetáculo de teatro infantil com texto inédito e Prêmio SP nas categorias melhor espetáculo infantil e melhor autoria de texto adaptado e “O Muro de Sam” (2022), também para crianças, premiado com o APCA de melhor direção e o Troféu-Caneca Pecinha é a Vovozinha, criado pelo crítico Dib Carneiro Neto, vencedor nas categorias de melhor espetáculo, melhor dramaturgia, direção, cenografia e trilha sonora. Em 2021, estreou sua primeira narração de histórias, chamada A Menina que Queria Ser Bruxa. Idealizou e produziu as três edições do festival “Um Novo Olhar – Festival de Artes para a Primeira Infância” (2016, 2018 e 2021) e duas edições do festival “A Gente Que Fez! –  Festival de artes feito COM e PARA crianças” (2021 e 2022). É associado à ASSITEJ Brasil, através do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ) e integra as redes internacionais Small Size Network e Vincular.

FICHA TÉCNICA:

Concepção e Pesquisa: Catarsis Arte para Infância e Juventude

Dramaturgia Final e Direção: Marcelo Peroni

Elenco: Ana Paula Castro e Vladimir Camargo

Cenografia e Desenho de Luz: Marisa Bentivegna

Projeto e Confecção dos Figurinos: Edivaldo Zanotti

Trilha Sonora Original: Gustavo Finkler e Renata Matar

Direção de Movimento: Vladimir Camargo

Adereços: Guilherme Blauth e Júlia Berro

Design Gráfico: Giovana Del Masso

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Internacional Intervenção Nacional Performance Primeira infância

m u m b l u

Artefactos Bascos, Cunha/SP

Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)

Idioma: Não-verbal

Indicação etária: Livre – indicado para a primeira infância (0 meses a 6 anos)

Duração: 40 min.

SINOPSE: m u m b l u é um espetáculo para a primeira infância que convida a olhar, a inventar e a brincar com “paisagens imaginárias efêmeras”. Partindo do espaço de jogo vazio, se transforma gradualmente numa instalação viva e poética com a ação de seus habitantes. Explorando um grande papel prateado como dispositivo de relação, a cor azul dialoga na composição e no universo de m u m b l u com materiais como água e o celofane azul, para criar um universo partilhado de jogo e de criação, de exploração e descoberta. Um espaço que se reinventa e se transforma com a presença e o brincar de quem o habita. O espetáculo é pensado, também, para os adultos acompanhantes. Somos todos juntos participantes fundamentais da experiência criativa.

SOBRE O GRUPO: ARTEFACTOS BASCOS, é a plataforma para desenvolver projetos multidisciplinares para crianças que o artista basco residente no Brasil, Ieltxu Ortueta, cria em 2016. Investiga propostas interativas de construção coletiva e co-criação para as infâncias com base na premissa de que toda criança é artista. Transita e dialoga com diversos procedimentos artísticos (artes visuais, performance e design gráfico) para propor acontecimentos de criação únicos que afirmam a singularidade de cada participante e a potência do coletivo. Suas propostas para as infâncias são: m u m b l u (2025), n u b e (2025), B A T U (2023), C A M P O (2019), FLOU! (2016). Realizou o projeto  A CIDADE É PARA BRINCAR [PLAYGROUNDS Por Todo Lado!)(2022) em colaboração com o diretor holândes Erwin Maas. Junto Com Bi-Neural Monokultur dupla germano-argentina criam PLANETA BRUUUMMMFFF  (2021). Com o projeto CHÃO [Laboratório de Experiências Performáticas para Crianças do Meio Rural] (2017), foi indicado a 2º Prêmio Select de Arte Educação. Cria a residência artística EUP! [Encontros Únicos Potentes] com foco em arte para a primeira infância na cidade de Cunha, onde reside. Apresentou seu trabalho no Brasil, Uruguai, Chile, Espanha, Alemanha, Noruega, Finlândia, Dinamarca, Polônia, Itália, Portugal, México, EEUU e Palestina. Faz parte da Rede VINCULAR (Rede Latino-americana de Criação para os Primeiros Anos), da SMALL SIZE (Network for the diffusion of Performing Arts for Early Childhood) e da CBTIJ/ASSITEJ Brasil.

FICHA TÉCNICA: 

Criação, performance e espaço de jogo: Ieltxu Ortueta

Criação sonora: Gil Fuser

Consultoria em desenho de luz: Wagner Antônio e Guilherme Mascarenhas

Foto: Hussan Adin

Vídeo: Icarus Filmes

Produção: Adryela Rodrigues i Sendero Cultural 

Um projeto de ARTEFACTOS BASCOSAgradecimentos e parcerias: Julio Dojcsar e Cauê Maia pela parceria e pelo espaço no Atelier Alex Vaullari (Funarte/SP), Casa do Povo (Bom Retiro/SP), Roda de Código (Igor Medeiros (in memoriam), Ive Rubini e Rádio T.O.B.A), 28 Patas Furiosas (SP), Escola Municipal “Cantinho do Céu” Cunha (SP), Coelinho e GELAF (Cunha) e Maria Eugenia Cordero.

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Dança Encontro Festa Musical Nacional Show

Samba da Ieda

Samba da Ieda, São Paulo

Ingressos: Gratuito

Idioma: Português

Indicação etária: Livre

Duração: 60 minutos

SINOPSE: Sonhar outros mundos passa, na vida cultural brasileira, por vivenciá-los no corpo, na síncopa sambada, no coro que canta la-la-iás que criam comunidades de pertencimento. O Samba da Ieda, busca, reverentemente, apresentar sua leitura da riqueza dessa tradição popular, convidando ouvintes à memória, à alegria e ao desejo de vivência em comunidade. O grupo busca promover encontros entre o repertório de sambistas do início do século XX (como Ataulfo Alves e Cartola) com o de compositoras e compositores contemporâneos (como Jonathan Silva, Dona Ivone Lara e Paulinho da Viola); entre as diversas linguagens musicais que marcaram a trajetória do samba no Brasil.

SOBRE O GRUPO: No Morro do Querosene, espaço tradicional de efervescência cultural de São Paulo, encontra-se o Bar da Ieda, que é conduzido por Ieda Ferreira. Cozinheira de mão cheia e sonhadora de formas de convívio que passam pela arte e pelo compromisso com a diversidade, Ieda generosamente cede seu espaço para formas de manifestação cultural como o carimbó, o forró e o samba. O Samba da Ieda tem esse nome em homenagem a esse protagonismo de Ieda. Os integrantes do grupo vêm de formações distintas – do choro, da escola de samba, do teatro de grupo, do jazz -, e desde 2011 percorrem a riqueza rítmica, melódica, harmônica e das possibilidades de imaginário que o gênero criativamente faz emergir. 

FICHA TÉCNICA:

Voz: Camila Amorin 

Baixo: Daniel Amorin 

Percussão: Heverton Luigi  

Violão e Voz: Marcos Iki

Cavaco: Nando Souza 

Percussão e Voz: Rogério Modesto

Músico convidado: João Nepomuceno