SINOSPE:A oficina propõe uma introdução ao gênero melodramático no teatro. Serão apresentados exemplos de situações típicas do melodrama e de seus principais personagens-arquétipos: o vilão ou a vilã, o herói ou a heroína, o confidente, a amiga fiel, o casal de mocinhos, o pai, a mãe sofredora e o cômico. Ao longo do encontro, os participantes poderão experimentar a interpretação melodramática por meio de exercícios de improvisação voltados para a criação de cenas curtas.
SOBRE O GRUPO:A Trupe de Truões é um grupo de teatro profissional de Uberlândia-MG fundado em 2002. O grupo é núcleo regional do CBTIJ (Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude) e Ponto de Cultura. Além disso, desde 2002 mantém um Espaço Cultural chamado Ponto dos Truões, onde desenvolve apresentações teatrais próprias e de outros artistas, aulas da Escola de Teatro da Trupe de Truões e eventos culturais como a Mostra de Teatro Casa Aberta, a Mostra de Cinema Casa Aberta, o Seminário de Teatro Infanto Juvenil, entre outras.
SINOSPE: Esta oficina tem como objetivo ensinar as bases de manipulação de bonecos, como a respiração, o olhar, o ponto fixo, as intenções e as emoções primárias.
*esta não é uma oficina de construção de bonecos
SOBRE O ARTISTA:Atriz e marionetista de São Paulo, que atualmente mora em Montreal, Canadá, desde 2017. Trabalhou como atriz da Cia Paidéia durante cinco anos e co-fundou a companhia Théâtre de la flamme ao lado de Cleo da Fonseca em 2020 em Montreal. Participou dos espetáculos de marionete Furioso do Théâtre de l’Œil e La floraison des souvenirs do Théâtre de la flamme.
SINOPSE: Gabriela Romeu conduzirá uma conversa com os grupos de teatro do XIX Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude, abordando temas pertinentes às representações das infâncias no teatro.
MEDIADORA: Gabriela Romeu
SOBRE A MEDIADORA: Escritora, jornalista e crítica teatral, há mais de vinte e cinco anos desenvolve projetos que criam pontes entre realidades e infâncias. No jornal Folha de S.Paulo, editou o caderno Folhinha e coordenou o projeto Mapa do Brincar, vencedor do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo. Mestre em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP, escreve sobre produção cultural para a infância e integra comissões de festivais, mostras e editais voltados ao público infantil. Foi integrante dos júris dos extintos prêmios Coca-Cola e Femsa e é membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), atuando na área de teatro para as infâncias. É autora de livros que recontam o real e o imaginário das infâncias brasileiras, como os premiados Terra de Cabinha (Jabuti) e Diário das águas (FNLIJ), e organizadora da coleção Fora de Cena (Companhia das Letrinhas), que reúne dramaturgos contemporâneos dedicados ao público infantil. É curadora de exposições e instalações que circulam em diferentes espaços culturais (Sescs, festivais) e uma das idealizadoras do Infâncias (www.projetoinfancias.com.br).
SINOPSE: A mesa de reflexão trará para debate um panorama nacional e internacional do teatro para a infância e juventude, tendo como foco questões a respeito de organizações, políticas públicas e movimentos que apoiam ou desenvolvem trabalhos que garantam a continuidade da produção teatral para crianças e jovens das mais distintas origens.
MEDIAÇÃO: Aglaia Pusch
CONVIDADOS: Bernardo Galegale, Paulo Merísio e Sandra Vargas.
SOBRE OS ARTISTAS:
Sandra Vargas é diretora, dramaturga, atriz e manipuladora, cofundadora do Grupo Sobrevento, uma das companhias teatrais mais importantes do país e referência internacional no Teatro de Bonecos, de Objetos e de Animação. Ao longo de quase quatro décadas, participou da criação e atuação em todos os espetáculos do grupo, com apresentações em diversos estados brasileiros e em mais de 20 países. Pioneira na difusão do Teatro para a Primeira Infância no Brasil, mantém intercâmbio com artistas e companhias de renome internacional e idealizou a Mostra Internacional de Teatro para Bebês – Primeiro Olhar. Premiada com o APCA de Melhor Atriz (2000) e indicada a diversos prêmios nacionais, Sandra segue expandindo a pesquisa artística do Sobrevento, unindo experimentação cênica, dramaturgia e o direito à arte desde a primeira infância.
Bernardo Galegale é artista, produtor, professor, gestor cultural e doutor em Informação e Cultura pela ECA-USP. Foi docente nos cursos de Produção Cultural e Produção Multimídia pela FMU, Foi diretor e um dos fundadores da Ex Companhia e do MOTIN – Movimento dos Teatros Independentes de São Paulo, além de coordenador geral dos Centros Culturais e Teatros da Secretaria Municipal de Cultura. Atualmente é gestor de projetos culturais no Instituto Brasileiro de Teatro – iBT.
Paulo Merísio é ator, diretor e cenógrafo. Doutor em Artes Cênicas pela UNIRIO (2005). Professor Titular do Curso de Teatro, do PPGAC e do PPGEAC na UNIRIO. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e Cientista do Nosso Estado /FAPERJ. Realizou pesquisa de pós-doutorado na Université de Paris Ouest / Nanterre. Membro do Conselho Administrativo do CBTIJ / ASSITEJ Brasil, desde 2010. Presidente da International Theatre for Young Audiences Research Network – ITYARN (2024-2027). Conselheiro – Executive Committee – ASSITEJ Internacional (2021-2024). Vice-presidente da ASSITEJ Internacional (2024-2027). Coordenador da Área de Artes na Capes – quadriênio 2021-2024.
SINOPSE: Copiar tem má reputação. O pensamento que envolve esse ato é pejorativo, de pouca originalidade, de poucas ideias individuais e, portanto, de pouca personalidade. E isso é surpreendente porque, na verdade, como seres sociais que somos, desde que nascemos até morrermos, sempre copiamos. Copiamos como os outros falam, como se movem, como se expressam, como se vestem, quais são suas opiniões… Na verdade, copiar é muito natural. Todos nós copiamos uns aos outros e, graças a isso, nos conectamos, aprendemos e ensinamos, e assim a sociedade evolui.
“Copiar” é um espetáculo que convida ao palco um grupo de crianças de 8 a 10 anos. Esse grupo não fez nenhum ensaio, nem preparação antes de entrar em cena. Junto com Animal Religion, eles participam de um espetáculo lúdico, emotivo e eclético, onde a única orientação é a cópia. De uma cópia também surge um original.
SOBRE O GRUPO: Animal Religion é uma companhia circense interessada em novos caminhos dentro do circo contemporâneo e da interdisciplinaridade. Seus três eixos de trabalho são o circo, a luz e a música. Em seus doze anos de carreira, realizou nove espetáculos de formatos muito diferentes, recebeu encomendas do TNC, Mercat de les Flors, laSala, Festival elPetit, Fira Tàrrega, Festival TNT e do Auditori de Barcelona, e recebeu diversos prêmios e reconhecimentos, destacando-se o Prêmio Especial Cidade de Barcelona pelo espetáculo Sifonòforo em 2016.
FICHA TECNICA:
Direção: Animal Religion
Circo: Quim Giron
Iluminação: Jou Serra
Música e dramaturgia: Joan Cot Ros
Interpretação: Magí Serra
Textos de voz em off: Martí Sales
Locução: Berta Giraut
Cenografia: Animal Religion
Construção de iluminação: Cube Peak
Apoio na confecção cenográfica: Mariona Signes
Gestão e produção de turnê: Jaume Nieto / Imaginart
Produção administrativa: ElClimaMola
Coprodução: Mercat de les Flors y laSala Centre de Creació d’Arts Per a les Famílies – Sabadell.
Com colaboração de: Espacio Abierto Quinta de los Molinos – Madrid, CCCB (Centre de Cultura Contemporània de Barcelona) y Can Gassol Centre d’Arts Escèniques – Mataró.
Com apoio de ICEC del Departamento de Cultura de la Generalitat de Catalunya.
Agradecimentos: Escola Marta Mata (Mataró), Escola Rocafonda (Mataró), Escola Angeleta Ferrer (Mataró), Escola Les Escomes (Sant Jaume de Llierca), Escola Sant Julià (Sabadell), Escola Can Deu (Sabadell), CEIP San Benito (Madrid) e à todos as classes e famílias que nos acompanharam durante este processo de criação. Também queremos agradecer a Irene Vicente, Moon Ribas, Núria Cuyàs, Laia Gonzalez, Lluís Giron, Àngels Figuerola y Sergio Roca por seu apoio e ajuda durante a criação.
Este espectáculo faz parte da 3ª edição do Circuito Iberoamericano Imaginart 2025.
SINOPSE:Criar, sentir, recordar, brincar, construir juntos, IMAGINAR. Inspirado no conto “Dima, o passarinho que criou o mundo” (Zetho Cunha Gonçalves), esta construção cênica performativa propõe uma experiência, juntamente com as crianças, de criação de mundos a partir dos quatro (4) elementos: Fogo, Ar, Terra e Água.
Esta vivência teatral procura construir um lugar acolhedor para ampliar a autonomia e a liberdade criativa das crianças, onde elas possam embarcar numa viagem guiada pela narração de contos, pelos elementos que compõem a natureza e por atividades que estimulem uma experiência estética e multissensorial, conduzida por aspectos da cultura africana e brasileira, numa conexão de histórias, memórias, tradições e sensações.
SOBRE O GRUPO: Em 2022, no território do nordeste brasileiro conhecido como “Porta do Sol”, oito estudantes dos cursos de Teatro da Universidade Federal da Paraíba decidiram se juntar de maneira independente e fundaram o grupo hoje intitulado como “Trupe Alurô”. Seu primeiro espetáculo, infanto-juvenil, “A Concha e a Sopeira”, livremente baseado no conto de Michael Ende, estreou em 2023 e foi vencedor de 11 prêmios durante o II Festival Bróduei Nordestina. Em 2024, a Trupe concebe seu primeiro projeto sociocultural, “Teatro, Infância, Juventude e Protagonismo: Alimentar para Reconstruir”, realizado no bairro da Penha (JP), com o objetivo de ofertar oficinas de teatro gratuitas para crianças e jovens, juntamente com a apresentação do espetáculo e a distribuição do “Sopão Mágico”, aberta à toda comunidade. Atualmente, a Trupe Alurô é composta por Eduardo Carvalho, Iago Andrade, Isabele França, Rute Prazim, Samara Tacyane, Thiago Reimberg e Yhara Mirts.
FICHA TÉCNICA
Inspirado na Obra:“Dima, o passarinho que criou o mundo” de Zetho Cunha Gonçalves
Adaptação e Concepção: João Vitor Santos e Rute Prazim
Música Original: Rute Prazim
Performers/Condutores: Iago Andrade, Rute Prazim e Yhara Mirts
Produção: Thiago Reimberg
Assistência e Mídias: Mayara Santos
Realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc. Operacionalização: Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado da Paraíba. Paraíba, pelo Edital Arte na Bagagem de apoio à circulação artística. Viva a arte paraibana!
Ingressos: Gratuito *evento exclusivo para convidados do Festival
Idioma: Português
Indicação etária: Livre
Duração: 20 min.
SINOPSE: A palhaça Manela conduz o público pelo fio delicado da ingenuidade e da surpresa. Nada nela parece planejado, e justamente aí reside sua força: o erro se transforma em acerto, o tropeço em poesia cômica. O não saber o que fazer abre espaço para o riso genuíno, porque sua fragilidade se converte em potência. Aquilo que parecia desajeito torna-se habilidade, aquilo que era dúvida se revela como sua mais refinada virtuose.
Manela brinca com o inesperado, se permite perder-se para encontrar novos caminhos diante dos olhos do público. Sua presença é uma celebração do acaso e da imperfeição, lembrando que é no descompasso que nasce a graça. A cada gesto truncado, a cada pausa aparentemente sem direção, o público é convidado a rir não dela, mas com ela — riso que nasce do reconhecimento da própria humanidade.
SOBRE A ARTISTA: Paola Musatti trabalha com a linguagem da palhaçaria há 30 anos. Se formou como atriz pela Escola de Arte Dramática USP . Fundadora da Cia. Pelo Cano, ao lado de Vera Abbud, possui no repertório quatro espetáculos, todos na linguagem da palhaçaria. Com a Cia., se apresentaram em diversos Festivais Internacionais de Circo no Brasil e fora como: Colômbia, Chile, Argentina e Viena na Áustria. Paola Musatti integra o elenco de São Paulo dos Doutores da Alegria há 28 anos. Faz parte do Coletivo Sampalhaças. Dá treinamento através da linguagem da Palhaçaria para diversos grupos e Cias Teatrais pelo Brasil.
Indicação etária: +14 (indicado para artistas, estudantes de teatro e jovens)
Duração: 120 min
SINOPSE: A oficina se propõe a ser um espaço seguro para uma abordagem prática sobre dissidências sexuais e de gênero na cena teatral para crianças e jovens. Serão abordados, entre outros, temas como bullying LGBTfóbico, identidades e saúde mental, em jogos de improvisação, a partir de dispositivos derivados da autoficção, da autoetnografia e do teatro psicofísico.
SOBRE O ARTISTA: Ator, dramaturgo, diretor e pesquisador, doutorando e mestre (PPGAC/UNIRIO) e bacharel em Artes Cênicas (DAD/UFRGS). Integra o Grupo de Estudos e Pesquisa em Processos de Criação no Teatro para a Infância e Juventude. Sua pesquisa acadêmica investiga dissidências de gênero e de sexualidade no Teatro para a Infância e Juventude, a partir de trabalho desenvolvido há quase duas décadas com a Pandorga Cia. de Teatro. Um dos criadores e gestores da Pandorga, na qual participa de todos os seus processos de criação, é ganhador do 10º Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil, na categoria Texto, por “Juvenal, Pita e o Velocípede”. Tem peças premiadas e traduzidas para o espanhol, e publicadas no Brasil, Peru e Argentina. Curador e palestrante em festivais, seminários e congressos nacionais e internacionais. Integra o Centro Brasileiro da Associação Internacional de Teatro e Artes Cênicas para Crianças e Jovens (CBTIJ/ASSITEJ Brasil), onde foi presidente do Conselho de Administração (2017-2023). Na ASSITEJ, é membro da direção da rede de dramaturgia Write Local Play Global e colabora regularmente com a Rede Ibero-Americana de Artes Cênicas para a Infância e Juventude (IBEROASSITEJ).
SINOPSE: O espetáculo é um jogo de histórias dentro de histórias. Duas Andarilhas contam a aventura de Joana – uma jovem de um reino distante – que aceita o grande desafio de tirar o Príncipe de seu profundo silêncio, algo que nenhuma pessoa daquele lugar conseguiu. Para ajudar a enfrentar este problema Joana recebe de sua Avó saberes em forma de histórias. Então, enche sua mala com lembranças, contos e fantasias e parte decidida a fazer o Príncipe falar, e libertar o reino daquela profunda tristeza.
SOBRE A DIRETORA: Há 28 anos o grupo As Meninas do Conto se dedica a narrar histórias para crianças e adultos, se apoiando nas palavras e na busca de maneiras de dizê-las e materializá-las na cena. Ao longo deste tempo o grupo criou uma trajetória muito consistente tendo a palavra como o centro de seu fazer artístico na busca de um teatro que esteja em contato permanente com as pessoas, criando sua poética a partir do encontro de várias linguagens: a narração de histórias, os contos, a música e o teatro. Fundado por Simone Grande, mantém a premissa de ter em cena somente atrizes garantindo a presença e o fazer por mulheres. Além dos espetáculos teatrais, apresenta-se com vasto repertório de histórias em eventos no Brasil e no exterior, além de publicações e edições de alguns dos textos encenados, em livros, Cd, Podcast e documentários. Ao longo deste tempo, realiza um trabalho de excelência artística, com pesquisa e produção voltadas para crianças e adultos. O grupo é reconhecido por diversos prêmios, tornando-se referência na arte de Contar Histórias.
FICHA TÉCNICA
Projeto: Grupo As Meninas do Conto
Direção: Eric Nowinski
Dramaturgia: Simone Grande e Paulo Rogério Lopes
Atrizes: Simone Grande e Helena Castro
Musicista: Helena Castro
Direção Musical: Renata Mattar
Criação, Composições e Trilha Sonora: Renata Mattar
Cenário, Figurino, Artes Plásticas e Ilustrações: Telumi Hellen
Coreografia e Direção de Movimento: Letícia Doretto
Criação de Luz: Ricardo Silva e Eric Nowinski
Desenho e criação de Sombras: Bruno Rudolf
Coordenação de Produção: Simone Grande
Gravação e Edição da Trilha Sonora: Gustavo Finkler
Catarsis – Arte para Infância e Juventude, Jundiaí
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)
Idioma: Não-verbal
Indicação etária: Livre (Indicado para bebês de 0 meses até 3 anos)
Duração: 25 minutos espetáculo + 25 minutos de exploração cênica
SINOPSE:Num intervalo de tempo, num ciclo, numa sucessão de formas de um ser, a vida pulsa. À medida que nos desenvolvemos, a consciência de nós mesmos e dos outros à nossa
volta aumenta e a percepção das diferenças se estabelece. O mundo não se restringe mais a um pequeno espaço. Os limites se expandem. E nessa exuberante e estimulante jornada, as escolhas são inevitáveis. Oposições, contato com a natureza, encontros, intermédios e busca de pertencimento fazem parte desta história.
SOBRE O GRUPO: O núcleo Catarsis – Arte para Infância e Juventude, foi criado em 2013 com o intuito de fomentar e difundir as linguagens artísticas através da criação e produção de espetáculos cênicos, mostras, exposições e festivais que apresentem excelência e qualidade artística. Iniciou sua trajetória ocupando-se em produzir e realizar projetos de outros grupos e para todas as idades, porém, desde 2015, após participar de uma residência artística com o grupo italiano Principio Attivo Teatro, tem se aprofundado na pesquisa e na realização de trabalhos autorais voltados para a infância e a adolescência. Atualmente possui quatro espetáculos teatrais em seu repertório: “Scaratuja” (2016) e “Brun Blaà” (2023), para bebês entre 0 e 3 anos; “É Tudo Família!” (2018), voltado para crianças e ganhador dos prêmios APCA como melhor espetáculo de teatro infantil com texto inédito e Prêmio SP nas categorias melhor espetáculo infantil e melhor autoria de texto adaptado e “O Muro de Sam” (2022), também para crianças, premiado com o APCA de melhor direção e o Troféu-Caneca Pecinha é a Vovozinha, criado pelo crítico Dib Carneiro Neto, vencedor nas categorias de melhor espetáculo, melhor dramaturgia, direção, cenografia e trilha sonora. Em 2021, estreou sua primeira narração de histórias, chamada A Menina que Queria Ser Bruxa. Idealizou e produziu as três edições do festival “Um Novo Olhar – Festival de Artes para a Primeira Infância” (2016, 2018 e 2021) e duas edições do festival “A Gente Que Fez! – Festival de artes feito COM e PARA crianças” (2021 e 2022). É associado à ASSITEJ Brasil, através do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ) e integra as redes internacionais Small Size Network e Vincular.
FICHA TÉCNICA:
Concepção e Pesquisa: Catarsis Arte para Infância e Juventude
Dramaturgia Final e Direção: Marcelo Peroni
Elenco: Ana Paula Castro e Vladimir Camargo
Cenografia e Desenho de Luz: Marisa Bentivegna
Projeto e Confecção dos Figurinos: Edivaldo Zanotti
Trilha Sonora Original: Gustavo Finkler e Renata Matar