Ingressos:R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)
Idioma: Português
Indicação etária: 12+
Duração: 55 min.
SINOPSE: Durante a pandemia do Covid 19, um homem chega em sua casa. Ele está paramentado, protegido, carregando sacolas de compras. No chão, na entrada, encontra cartas deixadas pelo correio. A leitura delas transformará sua rotina no isolamento.
SOBRE O ARTISTA: Eucir de Souza é um ator brasileiro reconhecido por sua versatilidade em teatro, cinema e televisão. Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, construiu uma carreira sólida ao longo de mais de duas décadas. No teatro, atuou em peças premiadas, explorando tanto textos clássicos quanto contemporâneos. No cinema, destacou-se em filmes como Meu Mundo em Perigo, O Menino da Porteira e Salve Geral, pelos quais recebeu elogios da crítica. Na televisão, participou de produções marcantes, como O Rebu e Força Tarefa. Com uma interpretação intensa e sensível, Eucir transita entre personagens complexos, evidenciando sua entrega artística. Além de atuar, dedica-se à direção e à formação de novos talentos. Seu trabalho reflete um profundo compromisso com a arte e a sociedade.
FICHA TÉCNICA:
Baseado em crônicas do livro “Minha Vida no Crime” (www.giostrieditora.com.br)
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)
Idioma: Português
Indicação etária: 14+
Duração: 60 min.
SINOPSE: A partir da pesquisa sobre os aspectos fundamentais da infância, o grupo vem estudando e colhendo histórias desde 2023 para este espetáculo performático. Inicialmente os integrantes do grupo revisitaram suas memórias, transformando em narrativa vivências nas quais perceberam que suas infâncias foram interrompidas. O principal intuito deste projeto foi poder levar para os mais diferentes espaços a possibilidades de crianças e jovens contarem as suas narrativas sobre a infância. Foram recolhidas dezenas de narrativas, em especial: na EMEF Carlos de Andrade Rizzini, E.E. Plínio Negrão e EMEF Prof. Mário Marques de Oliveira.
SOBRE O GRUPO: O grupo, formado pela Cia Paideia Jovem e Kínesis (jovens dos núcleos de vivência teatral), surgiu de um projeto da Cia. Paideia de ampliar sua presença nas instituições e organizações que trabalham pela infância e juventude.O principal intuito do coletivo era pesquisar e criar cenas e/ou performances que pudessem transitar por diferentes territórios, abordando temas pertinentes a crianças e jovens, especialmente dos bairros periféricos da zona sul de São Paulo.
FICHA TÉCNICA:
Direção: Ana Luiza Junqueira
Organização dramatúrgica: Ana Luiza Junqueira
Elenco: Andressa Medeiros, Guilherme Felinto, João Figueiredo, Léo Brito, Luísa Crobelatti, Mayara Kelly e Viti Machado
Orientação Musical: Margot Lohn
Músicos: Cia. Paideia
Iluminação: Rogerio Modesto
Cenografia e figurino: Cia Paideia Jovem e Kínesis
Agradecimentos: Andreza Ferreira, Patrícia Ferreira de Lima, Eliane da Silva Espínola, Felipe Mota Prado, Tanija, Juliana Litvin de Almeida, Kelvin Tertuliano, Pedro Ramona e Robert Sousa.
SINOSPE: Nessa oficina, através de jogos teatrais e conversas, o condutor buscará descobrir, juntamente com cada participante, a sua própria necessidade. O que sente, o que incomoda, o que toca cada pessoa ali. O que cada um gostaria de dizer, que espaços, que mundos gostaria de criar. Apresentar o teatro e suas ferramentas como possibilidade de imaginar e de materializar, mesmo que momentaneamente, esses desejos, esses sonhos. Ao experimentar tais estados, a mente se abre para a possibilidade real de vivê-los na vida cotidiana.
SOBRE O ARTISTA:Eucir de Souza é um ator brasileiro reconhecido por sua versatilidade em teatro, cinema e televisão. Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, construiu uma carreira sólida ao longo de mais de duas décadas. No teatro, atuou em peças premiadas, explorando tanto textos clássicos quanto contemporâneos. No cinema, destacou-se em filmes como Meu Mundo em Perigo, O Menino da Porteira e Salve Geral, pelos quais recebeu elogios da crítica. Na televisão, participou de produções marcantes, como O Rebu e Força Tarefa. Com uma interpretação intensa e sensível, Eucir transita entre personagens complexos, evidenciando sua entrega artística. Além de atuar, dedica-se à direção e à formação de novos talentos. Seu trabalho reflete um profundo compromisso com a arte e a sociedade.
Ingressos: Gratuito – Retirada com 1 hora de antecedência SUJEITO A LOTAÇÃO POR ORDEM DE CHEGADA
Idioma: Português
Indicação etária: Livre
Duração: 50 min.
SINOPSE: Imagine um mundo subaquático onde um tubarão, influenciado pelo enigmático Professor Ninguém, aspira a transformar o comportamento natural dos peixes. Bertoldo, Estudo Nº1 – Brecht para as Infâncias convida todas as infâncias a mergulharem nas profundezas de uma narrativa que explora manipulação e ética nas relações sociais. Adaptado do conto de Bertolt Brecht pela Cia Buia Teatro de Manaus, o espetáculo utiliza a força da palavra, música e formas animadas para envolver o público. A trama se desenrola quando Bertoldo, um tubarão que deseja ser gente, recebe conselhos absurdos do Professor Ninguém, que sugere capturar e aprisionar peixinhos em gaiolas no fundo do mar e ensiná-los a nadar pacificamente para dentro da sua boca. O desafio aumenta quando o Professor Alguém e um peixinho astuto percebem o perigo iminente e tentam alertar os peixes sobre a armadilha. Sob a direção de Tércio Silva, a produção mantém as crianças engajadas, aguçando seu senso crítico com artifícios teatrais desnudados, como tubarão representado por uma barbatana nas costas e mandíbulas dentadas seguradas pelo ator. Os figurinos, inspirados na obra do Bispo do Rosário, adicionam uma camada visual rica e simbólica, proporcionando uma experiência teatral brechtiana que promove a reflexão social e ética, estimulando a imaginação das crianças e o envolvimento das famílias.
SOBRE O GRUPO: A Buia Teatro é uma companhia de teatro localizada no centro de Manaus, fundada em 2015 por Tércio Silva e Maria Hagge, com sede própria. Conhecida por suas pesquisas e experimentações artísticas voltadas para a melhoria da qualidade da cultura infantojuvenil no Norte do Brasil, a Companhia se firmou como uma referência regional no cenário nacional. Em 2022, no Prêmio Cenym de Teatro, sagrou-se como o Melhor Grupo de Teatro do Brasil. Sua abordagem artística abrange áreas como artes cênicas e visuais, além de colaborações internacionais, sempre com objetivo de alcançar novos públicos e valorizar o diálogo com Manaus, a Região Norte, e o país, promovendo, assim, o acesso democrático à cultura.
A companhia também realiza eventos de destaque, como o Festival Altamente Recomendável à Infância (FESTARI), realizado anualmente desde 2018, e o 1° Encontro de Monólogos Buia Teatro, previsto para 2025. A Buia Teatro tem seu histórico patrocínios de renomadas instituições como Caixa Cultural, Banco do Brasil, Sesi SP e Sesc. No cenário nacional, adquiriu destaque com sua premiada opereta infanto-juvenil Cabelos Arrepiados, que percorreu diversas regiões do país, com sessões lotadas, atingindo um público superior a 50 mil espectadores. Este mesmo trabalho está, atualmente, em circulação por 20 cidades brasileiras, em vista da sua participação na edição 2024 do Festival Palco Giratório, realizado pelo Sesc.
FICHA TÉCNICA
Elenco: Arnaldo Barreto, Dimas Mendonça, Elton Nogueira, Maria Hagge e Diirr
Texto: Christine Röhrig
Direção e concepção: Tércio Silva
Direção Musical: Regina Santos e Elton Nogueira
Visagismo: Eugênio Lima
Músicas e Composições Originais Gustavo Kurlat e Tércio Silva
SINOPSE: A mesa de reflexão propõe o diálogo sobre teatro para a primeira infância entre o núcleo Catarsis e a co-fundadora da Cia. Zin., Elenira Peixoto. A proposta da mesa mescla uma conversa a respeito do espetáculo Brun Blaà e de como tem se pensado a linguagem de teatro para bebês no contexto brasileiro nos dias atuais.
MEDIAÇÃO: Ana Luiza Junqueira
SOBRE O GRUPO/ARTISTAS:
Catarsis: O núcleo Catarsis – Arte para Infância e Juventude, foi criado em 2013 com o intuito de fomentar e difundir as linguagens artísticas através da criação e produção de espetáculos cênicos, mostras, exposições e festivais que apresentem excelência e
qualidade artística. Iniciou sua trajetória ocupando-se em produzir e realizar projetos de outros grupos e para todas as idades, porém, desde de 2015, após participar de uma residência artística com o grupo italiano Principio Attivo Teatro, tem se aprofundado na pesquisa e na realização de trabalhos autorais voltados para a infância e a adolescência.
Elenira Peixoto: Elenira Peixoto é atriz, arte-educadora e contadora de histórias, mestranda na USP, pesquisando teatro para bebês. Desde 2000, atua como professora de teatro e fundou a Cia Zin, dedicada à primeira infância. Formada em atuação e Letras, participou de formações nacionais e internacionais em teatro, dança e educação infantil, integrando arte, educação e infância em experiências poéticas e estéticas para crianças pequenas.
SINOPSE: “Ao Redor da História” é um espetáculo embalado pelo sotaque mineiro e por músicas caipiras, que traz a delicadeza dos contos, causos e histórias de vida de moradores de uma pequena comunidade rural de Minas Gerais. As cenas se desenrolam não no palco, mas sim no centro de uma roda de conversa, formada pela plateia. É ali que o público acompanha as narrativas de um povo que enfrenta as dificuldades com muita sabedoria, coragem, amor e esperança. E a cada lugar em que o espetáculo chega, a roda gira, agregando novos causos e referências locais. Viva a cultura oral do nosso povo, agora escrita, contada e cantada no centro da cena, da roda e da vida!
SOBRE O GRUPO:O Teatro da Pedra é um coletivo artístico plural e diverso, formado por artistas e educadores que vivem de teatro e acreditam no poder transformador da arte. Em 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou em Cuba e teve uma peça encenada no México, além de levar seus espetáculos e oficinas a diversos estados brasileiros. Com sede em São João del-Rei (MG), impacta principalmente as 700 mil pessoas que vivem nas pequenas e médias cidades da região. O Teatro da Pedra integra o Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e a Juventude (CBTJI) e também funciona como Ponto de Cultura.
FICHA TÉCNICA:
Direção e dramaturgia: Juliano Pereira
Elenco: Elis Ferreira, Fernanda Nascimento, Gustavo Rosário e Priscila Mathilde
Músico: Guilherme Teixeira
Preparação vocal: Fernanda Nascimento e Guilherme Teixeira
Figurino: Olívia Lima do Ateliê Pano de Roda
Costureira: Lourdes M. Fernandes
Cenografia: Teatro da Pedra
Cenotécnica: Valdecir da Trindade Detomi
Fotografia e vídeo: Luana Longatti e Vinícius Cruz
Design gráfico: Dudu Canaan
Coordenação de comunicação: Najla Passos
Imersão de criação: Comunidade de Caquende
Agradecimentos: Moradores do distrito de Caetano Lopes, em Jeceaba (MG)
Trupe de Truões, Minas Gerais e Cleiton Echeveste, Rio de Janeiro
Ingressos: Gratuito
Idioma: Português
Indicação etária: Jovens e Adultos
Duração: 60 min.
SINOPSE: Este encontro se propõe a ser um espaço de reflexão sobre a diversidade, especialmente de gênero e sexual, no teatro para crianças e jovens, a partir de um diálogo entre o ator Ricardo Augusto (Trupe de Truões, de Uberlândia/MG) e o dramaturgo Cleiton Echeveste (Pandorga Cia. de Teatro, do Rio de Janeiro/RJ).
Ricardo apresentará alguns dos elementos, motivações, procedimentos e referenciais do seu personagem e do espetáculo Jhuca Tchutchuca em: Esse Sou Eu, em uma interlocução permeada por provocações e reflexões trazidas por Cleiton, a partir da sua pesquisa acadêmica, centrada em questões de dissidências sexuais e de gênero no teatro para a infância e juventude.
SOBRE O GRUPO: A Trupe de Truões é um grupo de teatro profissional de Uberlândia-MG fundado em 2002. O grupo é núcleo regional do CBTIJ (Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude) e Ponto de Cultura. Além disso, desde 2002 mantém um Espaço Cultural chamado Ponto dos Truões, onde desenvolve apresentações teatrais próprias e de outros artistas, aulas da Escola de Teatro da Trupe de Truões e eventos culturais como a Mostra de Teatro Casa Aberta, a Mostra de Cinema Casa Aberta, o Seminário de Teatro Infanto Juvenil, entre outras.
Participantes: Ricardo Augusto, Ronan Vaz e Cássio Machado
Cleiton Echeveste é ator, dramaturgo, diretor e pesquisador com 34 anos de trajetória profissional, com mestrado em Artes Cênicas (PPGAC/UNIRIO). É um dos fundadores da Pandorga Cia. de Teatro, do Rio de Janeiro, coletivo com 18 anos de trabalho continuado dedicados ao teatro para crianças e jovens. Desde 2007, integra o CBTIJ/ASSITEJ Brasil, onde foi presidente do Conselho de Administração (2017-2023). É membro da direção das redes de dramaturgia (Write Local Play Global – WLPG) e de artes inclusivas (International Inclusive Arts Network – IIAN), da ASSITEJ Internacional. Colabora com a Rede Ibero-Americana de Artes Cênicas para a Infância e Juventude da ASSITEJ (IBEROASSITEJ) e participa das articulações para a criação da nova Rede Lusófona da ASSITEJ.
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante)
Idioma: Português
Indicação etária: 16+
Duração: 70 min.
SINOPSE: A fila do SUS. A fraude nas cotas. O sucateamento do transporte coletivo. O racismo. O machismo. A divisão sexual do trabalho. A violência sexual. A exploração dos corpos. O padrão de beleza inatingível. A ciência eurocentrada. A hipocrisia da classe média. A meritocracia. A produtividade. A escala 6X1. As veias abertas pelas quais escoa o que resta de Nuestra América. O nosso não-lugar. A nossa identidade fraturada. Os diferentes sistemas de opressão que nos animalizam. Tudo isso é parte da matéria que constitui Brutal – um espetáculo tão indigesto quanto o capitalismo.
SOBRE O GRUPO: O Teatro da Pedra é um coletivo artístico plural e diverso, formado por artistas e educadores que vivem de teatro e acreditam no poder transformador da arte. Em 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou em Cuba e teve uma peça encenada no México, além de levar seus espetáculos e oficinas a diversos estados brasileiros. Com sede em São João del-Rei (MG), impacta principalmente as 700 mil pessoas que vivem nas pequenas e médias cidades da região. O Teatro da Pedra integra o Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e a Juventude (CBTJI) e também funciona como Ponto de Cultura.
FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Juliano Pereira
Elenco: Elis Ferreira, Fernanda Nascimento, Gustavo Rosário e Priscila Mathilde
Músico: Guilherme Teixeira
Preparação vocal: Fernanda Nascimento e Guilherme Teixeira
Sonoplastia: Guilherme Teixeira
Operador de som: Héricles Gomes
Figurino: Olívia Lima do Ateliê Pano de Roda
Cenografia e iluminação: Teatro da Pedra
Fotografia e vídeo: Luana Longatti e Vinícius Cruz
Ingressos: Gratuito no Centro Cultural Santo Amaro | Paideia Teatro, R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | Alunos de escola pública e suas famílias: Gratuito (trazer comprovante) *número máximo de pessoas por sessão: 40
Idioma: Espanhol / Português
Indicação etária: +14
Duração: 60 min.
SINOPSE: “Bailemos… que se acaba el mundo!” é uma obra performática, sonora e interativa que convida o público a dançar como se estivesse indo a uma boate local. Reflete sobre nosso comportamento, corpos e comunidade por meio da dança com o público. Você já ouviu falar das chamadas coreomanias? O que aconteceria se todos nós pegarmos uma epidemia de dança? Como o comportamento dos outros nos influencia? Que acontece com a sedução nos bailes? E em pandemias? Como nos relacionamos com os outros? Temos medo de dançar sozinhos? A peça propõe um jogo interativo que nos convida a refletir sobre essas questões enquanto fazemos o que mais gostamos: Dançar. Dançar antes de morrer.
SOBRE O GRUPO: É uma companhia fundada em 2004, composta pelos diretores e dramaturgos Ariel Dávila (Argentina) e Christina Ruf (Alemanha), com sede em Córdoba, Argentina. Trabalham em colaboração com artistas e especialistas em outras disciplinas criando projetos em artes cênicas. Os processos de pesquisa formam uma parte importante de seus projetos. Interessam-se fundamentalmente por formatos e procedimentos onde o ato cênico seja uma experiência, tanto em espaços teatrais como em espaços não convencionais. Em seus projetos, costumam incidir na difusa fronteira que há entre a realidade e a ficção. O grupo têm interesse pela tecnologia, o performático e a ciência como ferramentas artísticas. Desde 2004 realizam distintas produções em Córdoba (Argentina) e em âmbito internacional (Brasil, Espanha, Alemanha, Honduras, Costa Rica, Portugal, Chile, Equador, Uruguai). Dentre elas se destacam as peças em formato de “Audiotour Ficcional”, “O Viajante” (Audiotour Cênico), “Outra Frequência – audioperformance a dois“, todas elas com apresentações no Brasil. Durante a quarentena em 2020, criaram as áudio-obras: ”Sobre isso que eu queria te falar! – Audiotour para fazer em casa“ e “Planeta Bruuummfff – uma aventura para crianças e acompanhantes sem sair de casa“ com Ieltxu Ortueta / Artefactos Bascos, ambas peças com versões em português e apresentações no Brasil.
FICHA TÉCNICA:
Conceito, dramaturgia, direção, edição e produção geral: Christina Ruf e Ariel Dávila (BiNeural-MonoKultur)
Tradução em português: Alessandro Atanes
Coreografias: Florencia Baigorri e Adrián Andrada
Em cena:Florencia Baigorrí / Yani Caram + Adrián Andrada / Maximiliano Carrasco Garrido
Vozes em português: Ana Luiza Leão + Thomas Huszer
Design sonoro: Guillermo Ceballos
Design e realização de palco, equipamentos e iluminação: Agustina Marquez
SINOPSE: Impulsionada por sua trajetória no teatro de formas animadas, a atriz e manipuladora Carolina Chmielewski nos conduz por uma performance envolvente que mistura demonstrações com marionetes e relato pessoal. Ao apresentar diferentes técnicas de manipulação de bonecos, ela revisita seu próprio percurso artístico, que culmina na criação do espetáculo “La floraison des souvenirs”.
Nesse encontro, Carolina compartilha os bastidores do processo criativo dessa obra de autoficção, que aborda temas como a ausência paterna, a construção da identidade e as relações entre gerações. Entre cenas, demonstrações e reflexões, o público é convidado a descobrir as linguagens e as técnicas que dão vida à boneca Sophie e a outros personagens.
SOBRE A ARTISTA: Atriz e marionetista de São Paulo, que atualmente mora em Montreal, Canadá, desde 2017. Trabalhou como atriz da Cia Paideia durante cinco anos e co-fundou a companhia Théâtre de la flamme ao lado de Cleo da Fonseca em 2020 em Montreal. Participou dos espetáculos de marionete Furioso do Théâtre de l’Œil e La floraison des souvenirs do Théâtre de la flamme.
FICHA TÉCNICA
Concepção, pesquisa e interpretação: Carolina Chmielewski
Concepção da marionete Sophie: Jesse Grindler e Cleo da Fonseca