Cia Paidéia de Teatro

A Cia. Paidéia de Teatro tem como objetivo principal produzir um teatro de qualidade voltado para a infância e a juventude e busca constantemente a transformação da realidade das crianças no mundo de hoje.

Além disso, promove o acesso à cultura a crianças e jovens de todas as classes sociais através de seus cursos gratuitos e da parceria com diversas ONGs e escolas públicas e privadas, especialmente da Zona Sul de São Paulo. Este acesso visa aprofundar a compreensão e a experiência da arte, entendida e vivenciada pela Paidéia como uma das formas possíveis de entender, interpretar e transformar o mundo.
Outro ponto importante para a companhia é ampliar e aprofundar intercâmbios de ideias e ações com grupos de teatro nacionais e internacionais. O foco de atenção são os processos de trabalho e criação com efetivos poderes de transformação.

A todo momento a companhia busca ampliar a potência e capacidade da Arte e sua conexão com a Educação, considerando-as como os principais meios de transformação e constituição da cidadania. Desta forma, incentiva o crescimento de cidadãos plenos de suas capacidades e conscientes de seu papel como indivíduos transformadores de sua realidade.

Para ver a entrevista de Aglaia Pusch e Amauri Falseti ao Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ), clique aqui.

Fazem parte da Cia. Paidéia de Teatro:
Amauri Falseti – diretor
Aglaia Pusch – atriz
Ana Luiza Junqueira – atriz
Camila Amorin – atriz
Carolina Chmielewski – atriz
Flávio Porto – ator
Rogério Modesto – ator
Suzana Azevedo – atriz
Valdênio José – ator
Marcos Iki – diretor musical

Christine Röhrig – orientação de estudos

Peças encenadas pela Cia. Paidéia de Teatro desde 1998 com direção de Amauri Falseti:
1998 Vamos Jogar o Jogo do Jogo (SESC)
1998 O que diz sim (sim ou não ou melhor) – de B. Brecht – Festival de Teatro de Recife
1999 A filha do Rei dos Canalhas – de Ad de Bond
1999-2011 / 2015-2016 Coração de um boxeador(“Das Herz eines Boxers”) – de Lutz Hübner – Festival Internacional do Rio de Janeiro; Festival de Inverno de Garanhuns
2000 Gilgamesh –  de Antunes Filho
2001 Santa Maria do Egito – de Marcia Rodrigues
2002 O Livro de Tobi –  de Amauri Falseti
2003 Uma flor no meio do nada – de Márcia Rodrigues
2004-2005 O canto do cisne – de Anton Tchekov
2005 Histórias para pensar com a barriga – de Marília Pacheco Fiorilli e adaptação de Márcia Rodrigues
2005-2006 Nellie Goodbye – de Lutz Hübner – Mostra Hubner meets Hubner, Hagen, Alemanha
2006-2012 / 2015 O Boi e o Burro (“Ochs und Esel”) – de Norbert Ebel
2006-2009 A Vaca Rosemeire (“Die Kuh Rosemarie”) – de Andri Beyeler
2007-2008 O Sorriso de Ana – de Christine Röhrig
2008-2009 Dom Quixote – de Miguel de Cervates, Adaptação de Lutz Hübner
2009-2010 Com o Rei na Barriga – de Amauri Falseti
2010-2014 Dream Team (Cia. Paidéia Kínisi) – de Lutz Hübner
2010-2011 Na Arca às Oito – de Ulrich Hub
2011-2012 Baltus, o pequeno herói – de Lutz Hübner  – apresentações em Berlim, Hagen, Köln, Hannover e Mannheim
2011 Conta de Novo (Cia. Paidéia Kínisi) – de Amauri Falseti (baseado nos contos do livro “Narrativas Infantis” do Instituto Olinto Marques de Paulo)
2012 Miliuma – de Amauri Falseti – indicada para o Prêmio FEMSA 2012 nas categorias: texto adaptado, direção, figurinos, cenário, iluminação, ator, atriz, revelação (pela trilha sonora) e melhor espetáculo.
2012-2016 Três Fios (Cia. Paidéia Kínisi) – de Amauri Falseti
2013-2015 Ycatu – Água Boa (“Ycatu-Gutes Wasser”) – de Amauri Falseti – apresentações em Berlin, Hagen e Mannheim.
2014-2016 A Caixa Encantada – de Amauri Falseti
2015-2016 Círculo de Giz (“Kreidekreis”) – de Armin Petras – estreia em Berlim, apresentação em Düsseldorf
2016 O Sal e o Amor – de Amauri Falseti
2017 Histórias que o Vento Traz – de Amauri Falseti
Para ver mais sobre as peças, clique aqui.